Coleção pessoal de testeteste123

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Quando ficar dói menos do que ir…

Quantas vezes você já se perguntou se está sendo paciente ou apenas se anulando?
Se o que você chama de amor é, na verdade, medo de perder?
Se a relação em que você está te traz paz — ou apenas ocupa o vazio de não saber ficar só?

Nem sempre o sofrimento se apresenta como dor explícita.
Às vezes, ele se manifesta como espera, como silêncio, como adaptação constante.
E é justamente aí que mora o perigo: quando ficar parece mais fácil do que se posicionar.

Em algum momento, quase todos nós nos encontramos nesse lugar silencioso.
Não é exatamente sofrimento escancarado.
É algo mais sutil: uma inquietação constante, uma sensação de estar esperando por algo que nunca se define.

E, se você for honesto consigo mesmo, sabe do que estou falando.

Sabe porque sente.
Sabe porque vive.

Você não está ali por falta de amor.
Está ali por excesso de esperança.

Esperança de que a outra pessoa se envolva mais.
Esperança de que se posicione.
Esperança de que, em algum ponto do tempo, ela perceba o seu valor.

Enquanto isso, você adapta o tom.
Reduz a expectativa.
Tolera o que não te faz bem.
Vai ficando.

Não porque está em paz — mas porque sair parece doer mais do que ficar.

O problema é que essa permanência tem um custo silencioso.
Ela vai te afastando de si aos poucos.
Você começa a confundir paciência com renúncia, compreensão com autonegação, maturidade com silêncio.

E o mais desconfortável de tudo é isso:
no fundo, você sabe.

Sabe se existe reciprocidade.
Sabe se há presença real.
Sabe se é prioridade ou apenas conveniência.

Ignorar essa percepção exige esforço.
E é esse esforço diário que cansa, adoece e rouba a alegria de viver.

Quando você finalmente se posiciona — quando escolhe por si, pelo seu equilíbrio emocional — algo estranho acontece.
O barulho cessa.
A expectativa desaparece.
E surge um vazio.

Mas esse vazio não é ausência de amor.
É ausência de conflito interno.

É o cérebro desacostumado ao estímulo da espera.
É a alma respirando depois de muito tempo em tensão.

Esse espaço que agora parece assustador é, na verdade, o primeiro momento de liberdade real.
Antes, ele estava ocupado por algo que não tinha futuro, mas que consumia tudo.

Agora, o terreno está limpo.

E terreno limpo assusta quem nunca se colocou como prioridade.
Mas é nele que você se reencontra.
É nele que seus valores voltam a fazer sentido.
É nele que você para de implorar por presença e passa a escolher companhia.

Esse momento exige coragem.
Exige atravessar a dor de se decepcionar.
Exige sustentar a decisão mesmo quando a saudade tenta te convencer a voltar.

Mas aqui está a verdade que quase ninguém diz com clareza:

A dor de se posicionar é intensa, mas breve.
A dor de não se posicionar é silenciosa — e dura uma vida inteira.

Quando você aceita atravessar esse curto período de desconforto, algo muda para sempre.
Você não aprende apenas a sair de uma relação ruim.
Você aprende a não entrar novamente no mesmo lugar.

Você deixa de negociar a própria dignidade.
Deixa de se contentar com migalhas.
Deixa de chamar de amor aquilo que só existe enquanto você se diminui.

E, a partir daí, tudo muda.

As relações que permanecem são diferentes.
As escolhas são mais conscientes.
A paz deixa de ser exceção e passa a ser critério.

O solo fértil que você preparou não é só para alguém novo entrar.
É para você nunca mais se abandonar.

O que hoje parece perda é, na verdade, o início de uma vida com mais sentido.
Menos ruído.
Menos espera.
Mais verdade.

E isso não é sobre coragem momentânea.
É sobre decidir, uma única vez, que você não será mais refém.

O monstro não é brabo e também não é grande...
Pense sempre que você que é um frouxo, isso vai lhe dar uma grande vantagem na hora da briga...

Muitas vezes, conhecer os princípios das pessoas é melhor do que conhecer suas ações; o que motiva alguém a fazer algo é o que revela a verdade sobre o que ela faz.

Nem imagina o estrondo que saudade faz
Ecoa no peito, sem parar
Eu aqui com meus madorno, sonhos repentinos
Vendo tua imagem, sem te encontrar

A distância é um abismo, que não se cruza
Só resta a memória, e a vontade de voltar
Mas por agora, só resta sonhar
Com o reencontro, e o abraço que vai durar.
(Saul Beleza)

Hoje foi um dia de muita chuva
Muitas lembranças, muito querer
Algumas miradas, apenas um sorriso
E o coração ficou aqui, perdido no tempo

A chuva lava as ruas, mas as lembranças...
Ah, essas ficam grudadas no peito e são uma enxurrada de pensamentos.
(Saul Beleza)

Eu não sou semáforo pra ter que chamar a atenção

Dizem que o amor é uma arte, mas ninguém avisa da coragem de segurar o pincel quando a tinta está prestes a acabar.


O amor é arte porque não vem com manual, vem com risco, entrega e coragem. A gente aprende errando, sentindo, caindo e tentando de novo.


Toda obra de arte, mesmo sem cor, nem sempre precisa de tinta, mas de ser entendida como arte.


Assim como um relacionamento: não é só o lado bom que é bonito, mas amar também o que é difícil, pois são essas partes que completam o quadro.
Para toda obra bonita, às vezes ela dói antes de ficar pronta.


Para um bom pintor, é necessário enxergar além das pinturas.

A memória humana é lenta para dissolver a mágoa e rápida para esquecer a ajuda.

Algumas pessoas são doce, igual a um tijolo.




Poucos irão entender:
não é sobre açúcar.

Diante da vastidão
do nosso mundo,
Com noção de realidade
assumo a pequenez;
e na mansidão busco
residir na real altivez.


Diante daquilo que por
um segundo tenta turvar
a visão e a reflexão --
Nunca presenteio
com imediata reação.


Nem tudo na vida
pede de nós resposta
de igual naipe --
Por não valer o desgaste,
ou para não legitimar
qualquer tempestade.


Não permito jamais que
a arrogância fale por si --
Dou o nome que deve ser
dado sem palco intocado
para quem vive de estrelato.


Espero que você também
faça o mesmo porque
somos o nosso próprio
leal espetáculo sem
precisar de validação,
unidos fortemente
somos pelo coração.


Da Imbuia sagrada
somos sementes
no chão desta Pátria,
Temos história a ser
contada na proporção
que a ancestralidade
se fez dia e noite doada,
e merece ser respeitada.

Quero apenas servir... Já serei suficientemente útil.

Eu não vivo de acordos de agenda. Não negocio o chamado em troca de favores.


É Deus que abre portas, é Deus que nos dá púlpitos.

O relógio manipula o ser.

Se descubra... você nem imagina como é bela em sua essência.

Às vezes, as mais belas rosas se escondem entre espinhos e exalam perfumes suaves.

Às vezes, o maltrapilho esquecido oferece compaixão, mais do que um engravatado social.

Às vezes, amar é mais importante do que admirar.

Às vezes, querer demais estraga, e esperar amadurece.

Às vezes, precisamos apenas de elogios, e outras vezes de abraços demorados.

Às vezes, sou eu e outras vezes é você em meus sonhos.

Às vezes...

By Ubirajara Almeida

Entre versos e canções, eu prefiro poesias...

... Entre ter e perder, eu prefiro ganhar...

... Entre pensar e agir, eu prefiro escolher...

... Entre você e a sua dúvida, eu prefiro suas certezas...

... Entre avançar e recuar, eu prefiro seguir caminhando, sem medo, sem receios, sem procrastinar. Eu quero coisas novas...

Entendeu...

Anelante.

Não quero apenas um abraço!
Não quero apenas um sim!
Não quero apenas um "te amo"!
Não quero apenas um "gosto de você"!

Quero atenção, com reação.
Quero um abraço demorado.
Carinho sem proibição.
Quero amar e ser amado.
Quero...

Quero você em meus braços.
Quero longas viagens no espaço.

Quero... quero acordar e te ver!
Quero... quero tudo e mais um pouco!
Quero, no mundo, o olhar de menina me querendo em seus braços.

Eu quero!! E você?

O acesso à educação e o sucesso profissional das mulheres de todas as raças e orientações sexuais, sendo cisgêneras ou transgêneras, é algo primordial para o fim das culturas de violência, machismo e misoginia no Brasil e no mundo.

A Graça me fez entender quem eu era, antes mesmo de saber quem Ele era. Após isso, descobri que foi Ele, "Jesus", que me alcançou por meio dela, a Graça.

Quando eu morrer


Não desejo homenagens tardias, pois a morte não escuta aplausos nem recolhe flores.
Se algum tributo houver de existir, que seja enquanto ainda respiro, enquanto meus olhos veem e minhas mãos tocam o mundo.
Não me enviem coroas — a vida não se coroa após o fim.
Não proclamem grandezas quando já não posso contestá-las ou sorrir delas.
Não digam que fui extraordinário, nem o melhor jurista, nem o melhor delegado, nem o melhor escritor, nem o maior professor da história. Fui, antes de tudo, humano — falível, inquieto, em permanente construção.
Não batizem ruas com meu nome quando meus passos já não puderem percorrê-las.
Não eternizem o que não soube ser vivido no tempo certo.
Se desejam me honrar, que seja agora: no reconhecimento sincero, na palavra dita sem atraso, no gesto simples que alcança quem ainda caminha. A verdadeira homenagem não é póstuma — é presença.

Sigo esperando o dia em que você vai abrir os olhos, meu anjo, sair dessa bolha e descobrir que o seu lugar seguro sempre foi o meu coração. O nosso amor é a única verdade que não passa.