Coleção pessoal de testeteste123
"Estratégia é dominar as peças e o tabuleiro, é antecipar a jogada, com movimentos cirúrgicos " .
Márcos Frèitas
"Compreendendo que tudo vem de Deus, a posse perde a razão e a entrega é exaltada " .
Márcos Frèitas
" Para chegar onde deseja, mude a forma de pensar, adquira novos hábitos, tenha dedicação constante e muita fé, acredite ".
Márcos Frèitas
" Tenha sabedoria e serenidade para aceitar o tempo, coragem e disposição para recomeçar
e paz para seguir, seu caminho ".
Márcos Frèitas
" Agradeço aos amigos que fiz pelo caminho
Com vocês o percurso foi mais leve
Às dificuldades foram momentâneas, e o aprendizado eficiente ".
Márcos Frèitas
" Desapegar do egoísmo
Praticar a tolerância
Mente sã e corpo sadio
Leveza nas atitudes
Calmaria,tranquilidade e paz
Recarregue as energias, não as esgote por intransigência
Observe os sinais ".
Márcos Frèitas
" Tenha mais serenidade, menos agressividade.
Mais paciência, menos exigência.
Mais diálogo, menos monólogo.
Mais paz e menos guerra.
Afinal você é o que desejar, a escolha é sua" .
Márcos Frèitas
" O amor puro recarrega as energias da alma, penso humildemente, que essa troca gera uma luz brilhante suficiente para iluminar o mundo em todos níveis ".
Márcos Frèitas
" Desfrute no banquete da vida, amor, felicidade,sucesso existem abundantes. Não se boicote ".
Márcos Frèitas
" Não limite os seus sonhos, ao invés disso expanda seus horizontes e supere todos eles".
Márcos Frèitas
" Treine e Fracasse quantas vezes necessário. O sucesso chegará somente com muito sacrifício. Tudo a seu tempo " .
Márcos Frèitas
" Somos únicos, portadores da própria trajetória . Mire no seu caminho. Viva e lute suas batalhas, você está onde é vital. Abstenha-se de cotejar ".
Márcos Frèitas
A Garota do Balcão
Passei dois anos tentando entender como é perder alguém.
Não perder por briga ou despedida, mas perder por dentro.
Perder a fé no sentimento, perder a crença no amor, perder a certeza de que algo assim pudesse acontecer de novo.
Durante esse tempo, eu realmente acreditei que não encontraria mais ninguém.
Que algumas pessoas atravessam a nossa vida levando consigo tudo o que havia para amar.
Que depois delas, o coração aprende a funcionar… mas não a sentir.
E então, sem qualquer aviso, eu entrei numa loja de acessórios de celular.
É curioso como a vida escolhe cenários simples para grandes recomeços.
Entre películas de vidro, suportes discretos e cabos organizados não por cor, mas por tipo —
como se até ali tudo precisasse fazer sentido —
havia uma garota atrás do balcão.
E o mais estranho de tudo é que a única coisa que realmente nos separa…
é o balcão.
Não foi só o sorriso que chamou atenção.
Foi o conjunto.
O jeito contido.
As tatuagens minimalistas, quase silenciosas, marcadas como pensamentos que não precisam ser explicados.
Detalhes pequenos, mas cheios de intenção — como quem diz muito sem dizer nada.
E então tem o olhar.
Um olhar tão misterioso que desconcerta.
Daqueles que, se sustentado por mais de três segundos,
faz a gente desviar não por timidez,
mas por sentir demais.
Ali eu entendi uma coisa importante:
o amor não avisa quando volta.
Ele reaparece… diferente.
Não veio com urgência, nem com exagero.
Veio como curiosidade.
Como vontade de permanecer um pouco mais.
Como aquela sensação estranha de querer voltar ao mesmo lugar sem precisar de motivo.
A Garota do Balcão não sabe,
mas ela desmentiu uma certeza que eu carreguei por dois anos.
Ela provou que a gente nunca perde a capacidade de se apaixonar —
a gente só esquece como é até alguém lembrar.
Hoje, confesso ao público:
já não tenho mais o que inventar para entrar naquela loja.
Já comprei o que precisava… e o que não precisava também.
Mas continuo voltando.
Talvez isso não seja uma história de amor.
Talvez seja só um capítulo breve.
Ou talvez seja o começo de algo que ainda não tem nome.
Mas uma coisa é certa:
depois de tanto tempo acreditando que o sentimento tinha ficado no passado,
eu me apaixonei de novo.
De um jeito novo.
Mais calmo.
Mais consciente.
Mais verdadeiro.
E tudo isso começou…
E tudo isso começou com um balcão no meio.
Não como obstáculo,
mas como prova de que às vezes o amor não está distante —
só separado por alguns centímetros
e pela coragem de atravessar.
