Coleção pessoal de testeteste123

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A política não deve ser usada para enriquecimento pessoal; o povo não merece eleger parasitas.


Benê Morais
⁠

⁠Quem sugere que a justiça se valha de outro crime para se cumprir, pode ter qualquer sede, menos de Justiça.


Tentar legitimar um crime, em detrimento de outro, revela muito mais sobre suas próprias carências do que sobre qualquer virtude moral.


Porque a justiça, quando precisa caminhar sobre as sandálias do delito, já não é justiça — é vingança disfarçada de princípio.


A verdadeira justiça não nasce do atalho, nem se sustenta no erro alheio.


Ela se constrói justamente no compromisso de não reproduzir aquilo que condena.


Do contrário, perde o direito de apontar o dedo, pois passa a caminhar no mesmo terreno que finge combater.


Há quem confunda sede de justiça com fome de punição.


Mas justiça não se alimenta de excessos, nem se satisfaz com a quebra das próprias regras.


Quando alguém aceita um crime como meio legítimo, o fim já se encontra corrompido.


No fundo, quem defende esse tipo de lógica não clama por justiça — clama por triunfo, por alívio emocional, por aplacar ressentimentos.


A justiça, ao contrário, exige sobriedade, limites e, sobretudo, integridade.


Porque só permanece justa aquela que se recusa a se tornar aquilo que combate.

Amanheci feliz e radiante. Além de ser sonhador, pensador e, em muitos momentos, um maluco aparente, descobri que a Mônica, além de mulher, é um santo remédio. Eu estava com dor na alma, e suas palavras adentraram meu ser, anestesiando essa dor.

[Sheury]


Uma imagem, pode até valer mais que mil
palavras, mas, uma porção de palavras,
posicionadas com sensibilidade, podem
descrever o inimaginável.


(Michel F.M. - Atlas do Cosmos para Noites Nebulosas - Trilogia Mestre dos Pretextos)

Vivemos correndo para consertar coisas e cumprir prazos, mas muitas vezes vamos devagar demais quando se trata de ouvir, acolher e cuidar de gente. Sabemos resolver problemas com rapidez, porém hesitamos diante das dores humanas. No fim, o que realmente sustenta o mundo não é a pressa, mas o cuidado.

Gratidão é um jardim que eu planto na casa da minha alma.
LannaMoura

Habito o hiato entre quem eu fui e quem eu nunca serei. É um espaço desconfortável, mas é o único lugar onde sou real.

Reflexão//_"A maturidade me ensinou ensinou que, por não ter o mesmo tempo, é melhor gastar o tempo cuidando com esmero, atenção e amor, agregando valor no que tem valor, pois o custo é muito menor que o preço de ficar trocando peças e fazendo reparos."
— (Me. Malaquias da Viola)

O sofrimento não deve ser entendido como castigo ou destino imutável, mas como parte de um processo de aprendizado e evolução. Diante disso, a dor assume um papel pedagógico no aperfeiçoamento espiritual, contribuindo para a superação de sentimentos como o orgulho e o egoísmo.

1857📜 "Vencedores destruíram e mandaram para o limbo o EraMITO. Apropriadamente conhecido agora por JáEraMITO, Amém! Obrigado, Vencedores!"

⁠Viver é fazer. Para quem nada faz da sua existência, nada é a existência.

Bom dia!
Parece que há tanta gente nos arrastando para baixo, que vemos ficando desanimado com tudo. Mas há uma frase nesta vida que nos dá uma injeção de ânimo "QUERO TRAZER À MEMÓRIA O QUE PODE ME DAR ESPERANÇA!" 🙌🌹

O silêncio é conhecer a alma dentro do vazio.
É se apresentar à solidão num abraço acolhedor.
É olhar nos olhos da angústia
e convidá-la para entrar.


Refrão
A dor me acolheu caindo do precipício.
A fraqueza fez de mim um homem
forte.
Você não viu.
Você não estava aqui.


A tristeza acolheu o triste
em lástima, chorando só.
Meus pensamentos viajam de férias.
Não vou esperar você chegar.

A inveja é a incapacidade de celebrar o bem que não nos pertence.

Um dia, a felicidade nos abraçou

Há momentos em que fazemos de tudo para esquecer coisas boas vividas no passado, por vários motivos: ódio, ranço, apatia — enfim, um leque de razões.

Só que nos esquecemos de que a mente já está carregada, preenchida por aqueles momentos de amor. Eles estão fotografados, grifados, tatuados por dentro. E, por mais que tentemos, não conseguimos apagar — e talvez nem devamos. Eu penso assim.

Então, não é que não saímos do passado; há vezes em que precisamos esquecer a ira e voltar apenas para sentir que, um dia, a felicidade nos abraçou.

O amor, a paixão, foram tão marcantes, tão intensos, tão deliciosamente vivos, que não conseguimos esquecer por completo. Ou, quem sabe, fazemos questão de voltar para reviver a sensação do extraordinário que um dia experimentamos.

Não é o mandato que deve ter limite.
O que precisa ter limite é a ignorância.

CARNAVAL DA BAHIA


Tempo de magia
Tristeza não tem espaço
Hora de sorrir e viver
Caia nessa folia.


No carnaval de poesia
É festa e emoção
O coração bate forte
Vista sua fantasia.


Cinco dias até onde se alcança
Nada impede a alegria
O folião não se cansa.


Carnaval da Bahia
Explode na avenida
Tem versos e melodia.


Irá Rodrigues

O Que me Completa


Demétrio Sena - Magé


Eu não sei não viver de sobressaltos;
das angústias de não vê-las imunes
aos assaltos do tempo, a vida, o mundo
que nos ferem alheios a castigos...
E não sei não querer ser Super-homem,
abrigá-las na capa dos meus sonhos,
das verdades que chegam de surpresa,
sem a minha ilusão nem dar por si...
Nem consigo não ter por que chorar
ou sorrir por bobagens, por consolos
enganosos e tolos, de momentos...
O amor não tem como não moer
nossas carnes, os ossos, as entranhas,
em estranhas versões de completude...
... ... ...


Respeite autorias. É lei

O agora é difícil de entender,
Tempo e emoção não se combinam.
Mas ensinam grandes lições.

A falta que sentimos do que ainda não vivemos…

Em muitos momentos da vida, acreditamos estar sentindo falta de alguém.
Mas, se formos honestos e silenciosos o suficiente para observar, perceberemos que não é exatamente da pessoa que sentimos falta.

Sentimos falta da história que começamos a escrever com ela.

Não é ausência.
É interrupção.

A mente humana tem uma capacidade extraordinária de projetar futuros. Antes mesmo que algo exista de fato, o cérebro já ensaiou diálogos, construiu rotinas, imaginou casas, viagens, pertencimento. Criou uma narrativa inteira — sem que nada disso tenha acontecido no mundo real.

A neurociência chama isso de simulação prospectiva.
O cérebro antecipa experiências para se preparar para elas.
Mas, emocionalmente, ele não diferencia tão bem o que foi vivido do que foi apenas imaginado com intensidade.

Por isso, quando algo não se concretiza, não sofremos apenas pela perda de alguém.
Sofremos pela perda de um caminho inteiro que já havia sido aceito internamente como destino.

É o luto do que não aconteceu.

E esse luto é silencioso, porque não há memórias suficientes para justificar a dor.
Há apenas expectativas que não encontraram lugar na realidade.

Mas existe uma segunda camada, ainda mais sutil.

Quando aquilo que imaginamos não se realiza — principalmente quando depende do outro — o cérebro muda de estado. Ele sai do campo do vínculo e entra no campo da conquista.

O que antes era afeto passa a ser desafio.

Isso acontece porque o sistema de recompensa do cérebro, regulado principalmente pela dopamina, não responde apenas ao prazer de ter algo. Ele responde, sobretudo, à possibilidade de obter algo que ainda não foi alcançado.

A ciência chama isso de erro de previsão de recompensa.

Nós nos tornamos mais motivados quando:
• quase conseguimos,
• quando há incerteza,
• quando não está garantido.

O desejo cresce na ausência.
Não porque aquilo seja mais valioso, mas porque ainda não foi resolvido.

Assim, o que parecia amor, às vezes era ativação.

Não era a pessoa que nos prendia.
Era o estado interno de busca.

Quando conquistamos, o cérebro reduz esse impulso — porque aquilo já não exige esforço, já não representa novidade, já não carrega tensão.
E então confundimos estabilidade com perda de interesse.

Na verdade, são sistemas diferentes operando:

O da conquista busca intensidade.
O do vínculo busca continuidade.

Um produz excitação.
O outro produz construção.

Se não soubermos distinguir, passamos a vida tentando reviver o primeiro, incapazes de permanecer no segundo.

Por isso, muitas vezes, queremos mais aquilo que não temos do que aquilo que já está presente.
Não porque seja melhor.
Mas porque o cérebro foi desenhado para perseguir, não para repousar.

E é aqui que mora o equívoco.

Relacionamentos não são metas a serem atingidas.
São realidades a serem habitadas.

Metas terminam quando são alcançadas.
Vínculos começam exatamente aí.

Quando entendemos isso, algo muda.

Percebemos que não estamos tentando esquecer alguém.
Estamos apenas ensinando o cérebro a encerrar uma simulação que continuava rodando sozinha.

Não precisamos lutar contra o sentimento.
Precisamos retirar a energia da projeção.

O que não aconteceu não precisa ser resolvido.
Precisa apenas deixar de ser continuado dentro de nós.

E, pouco a pouco, o desejo deixa de ser urgência.
A ausência deixa de ser falta.
E a mente, que antes insistia em terminar uma história imaginada, aprende a voltar para aquilo que está vivo — agora, concreto, imperfeito, mas real.

Porque maturidade emocional talvez seja exatamente isso:

Parar de confundir intensidade com verdade.
E escolher, conscientemente, aquilo que cresce com o tempo — não aquilo que apenas nos acende por um instante.