Coleção pessoal de testeteste123

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O amor toca.
Dá sentindo a vida.
O amor cura as feridas mais profundas.
Perdoa as mágoas mais antigas.
Apaga o ódio mais agudo.
É um farol em noites de tempestade. Aponta o caminho.
Não há segredo. Não existe medo no amor.
É um sorriso sincero.
Um dia de sol.
Assim é o amor.⁠

O homem manipulador fará você sentir que não foi, e nunca será, a única. Ele faz isso para tentar compensar a própria falta de caráter.

É com dor, mas com amor, que peço licença para a despedida. Ontem, você virou souvenir. Dobrei os joelhos e implorei a Deus por misericórdia. Hoje a dor está mais leve, quase imperceptível. Venho me despedir de um amor e também de mim. Porque acordei vivo, aquele Jeremias que habitava em mim morreu ontem junto com a dor que o consumia. Hoje encerro uma história que, ao fim, concluo externamente, mesmo sem concordar, mas preciso sair de mim. Porque está me matando aos poucos.

Ontem, várias vezes pensei em encontrar a buzina do trem, mas uma luz brilhou de repente; minha filha nunca liga após a meia-noite, e acredite, ela ligou. Conversamos muito. Foi Deus que a enviou como anjo, e perdi a coragem de fazer o que planejava. Vou mudar minha vida. Não me despeço como ontem; hoje me despeço como homem. E não pense que foi fácil decidir, mas tudo tem começo, meio e fim. A vida continua e serei grato para sempre!

Obrigado por tudo. A amizade permanece e a dívida também.

Me despeço com o coração em pedaços, mas tenha certeza: em minhas orações, você sempre estará presente, com pedidos de paz, amor, saúde e felicidade.

Que sua vida e seu amor sejam eternos. Juro que desejo sua felicidade com ele. Não me importarei mais; afinal, sou um homem maduro. Preciso respeitar limites para ser respeitado. E seguir em frente, se o amor morreu em você.

⁠Sob o céu, o mar bramia.
O vento sussurrava nas pradarias.
Sobre as árvores, pássaros cantavam uma linda melodia.
No outono frutíferas, na primavera floridas, as árvores embelezam a vida.
É a onipotência do Criador.
A Ele toda glória e louvor.

EXALTAÇÃO À BOA MALANDRAGEM


Autor: Pezão da Timba


Naquela época de roda de terreiro
Quando o samba era só coração
Boemia andando de braço dado
Com a última condução
Malandro engomado na beca
Chapéu jogado de lado
Flor na lapela
Sorriso aberto
Respeito na cara
Passado pesado


[Chorus]
Exaltavam a boa malandragem
Que apanhou
Mas não caiu
Que fez do botequim sua passagem
E da esquina
Seu Brasil
Exaltavam a boa malandragem
Que driblou tanta repressão
Transformando cada dor em coragem
Cada lágrima em canção


[Verso 2]
Vinham dizendo que era vadiagem
Querendo calar o salão
Mas na calçada
Na porta do bar
Nascia outro refrão
Mesmo cercado pela intolerância
O povo afinava a voz
E o pandeiro marcando a distância
Entre o que era deles e o que era de nós


[Chorus]
Exaltavam a boa malandragem
Que apanhou
Mas não caiu
Que fez do botequim sua passagem
E da esquina
Seu Brasil
Exaltavam a boa malandragem

Amemos não apenas com palavras, mas com ações sinceras, refletindo o amor de Cristo em cada gesto.

Amar é abrir o coração para o outro, confiando que o amor de Deus nos sustenta; é um ato de coragem que nos transforma e nos une.

Ver com compaixão e ouvir com o coração são os gestos mais nobres que podemos oferecer; pois, ao contemplar a beleza de Deus e escutar o clamor do próximo, encontramos a verdadeira nobreza em amar como Cristo amou

Entregar nossas angústias a Deus, reconhecendo que Ele vê além do momento, nos liberta para amar e confiar, encontrando paz na certeza de Seu amor maior.

A cada momento, sinto-me renascido em Cristo para amar e celebrar a eterna novidade do mundo, compartilhando a alegria de viver com todos.

Alguns perseguem grandes sonhos e se perdem no caminho; outros não sonham, e se perdem sem tentar. Mas Deus nos chama a buscar o que é eterno, para que, ao viver, encontremos o verdadeiro propósito em Seu amor.

Vivemos em meio ao tempo que se esvai, mas cada dia é um dom de Deus para amar e servir; pois, ao entregarmos nossa vida, encontramos a verdadeira vida em Cristo.

Toda a poesia e a canção nascem do anseio do coração por algo mais; refletem a busca por plenitude em Deus. Por isso, os que sofrem cantam com esperança, e os que têm tudo, às vezes, cantam com a alma vazia

Não me cabe lamentar,
nem pedir piedade
pelo amor que te dei.
Cada gesto foi inteiro,
cada palavra nasceu limpa,
cada carinho carregava verdade.
Se não encontrou morada
em teu coração fechado,
não foi por falta de entrega,
mas por ausência de espaço.
O amor que ofereci
não diminui porque não foi acolhido —
permanece grande,
permanece meu.
E sigo,
com a consciência tranquila
de que amei
sem medidas
e sem fingimento.

Não é necessário apenas viver, mas sim amar e criar com o coração cheio de Deus, para que outros encontrem esperança e vida em cada gesto nosso.

Às vezes, o vento sussurra segredos de Deus em meu coração, e ao ouvir, sinto gratidão por ter a chance de viver e compartilhar esse amor com os outros

“Não sou da folia, sou da poesia.”
Não sou da folia, mas
gosto do riso solto na esquina,
do confete que dança no vento
e da música que abraça de longe.
Fico na calma do meu canto,
vendo a cidade virar cor.
Não pulo, não bebo, não grito —
mas deixo o coração sambar
bem baixinho por dentro.

" Crescer é aprender a escolher a própria consciência, no lugar da própria reação ".


Márcos Frèitas

Você está pensando
que eu vou esquecer você.
Mas o amor que mora em mim
não aprende a desaparecer.
Eu sei…
você me esqueceu,
nem sequer disse “até logo”,
virou as costas ao que fomos
e me deixou falando sozinho com o vento.
Mas eu…
eu vou continuar te amando,
mesmo que o tempo me aconselhe o contrário,
mesmo que o mundo diga que é tarde.
Refrão
Não adianta, mulher, fugir de mim,
o que é destino não se desfaz assim.
Até o céu conspira a nosso favor,
há estrelas guardando o nosso amor.

Um homem que grita como se fosse dono do mundo,
mas é só eco vazio em peito profundo.
Grande no corpo, pequeno na alma,
carrega a força, mas não carrega calma.
Veste palavras de Deus como armadura,
mas nunca deixou que elas curassem sua própria fissura.
Usa o sagrado como palco e disfarce,
mas no silêncio é o ódio que ele abraça e reparte.
A verdade dele não é verdade...
é crença inflada pela própria vaidade.
Ele acredita, então impõe.
Ele impõe, então destrói.
Bruto no gesto,
agressivo no tom,
ignorante no modo de existir ...

acha que mandar é construir.
Quem não o conhece pode até acreditar,
mas quem já viu de perto sabe:
por trás da soberba existe medo,
e por trás do medo, um homem pequeno demais para amar.
E no fim, o que se diz não é ameaça, é fato:
sozinho ele volta...
porque ninguém suporta por muito tempo
o peso de um coração fechado e exato.
Ele traz o amargo no nome,
como se já tivesse nascido marcado,
como se o destino tivesse sussurrado:
“serás peso, não abrigo”.
Há homens que aprendem a amar.
Ele aprendeu a dominar.
Confunde respeito com medo,
confunde fé com discurso,
confunde força com excesso.
Ele não conversa... Ele impõe.
Não escuta... Interrompe.
Não sente... Reage.
O amargo não está só no nome,
está na forma de olhar,
no jeito de tocar que não acolhe,
no silêncio que antecede o ataque.
Há algo nele que sempre ameaça voltar...
Não por amor,
não por saudade,
mas por necessidade de controle.
E o mais duro de admitir?
Ele acredita na própria versão.
Se convenceu de que é justo,
de que é certo,
de que o mundo é que o provoca.
Mas quem carrega ódio como combustível
não constrói... Consome.
E no fim…
o amargo que ele espalha
é o mesmo que o corrói por dentro.
Porque ninguém vive em guerra constante
sem se tornar o próprio campo de batalha.