Coleção pessoal de testeteste123
Descobrir e realizar as missões ainda são minoria, estando os mais conscientes, contentes, tranquilos e confiáveis.
Por vezes, tendo consciência não precisa ensinar e sem consciência não adianta falar, aí sim é bem-vindo rezar.
Assim é que é bom, quando a gente fica bem jogada, sem precisar de usar adesivo, sem precisar de tomar nenhum remédio, sem precisar de parar de tomar café, sem precisar de parar de comer doce, passar por todos os sentimentos de raiva, de tristeza, de alegria, de decepção, de ansiedade, de depressão, sem ter recaída, assim é bom, passar pelo luto, porque vencendo todos esses obstáculos, existe quase, mas quase, por um triz 100% de chance de nunca mais voltar a fumar, e nem sofrer pelo cigarro!
Eu queria saber antes do começo, que é o fim. As tuas mãos são gélidas, a face horrenda. Despertas a minha compaixão.
O ateísmo humanista pode contribuir para melhorar o mundo de várias maneiras, uma delas é reduzir o número de fanáticos; um mundo com menos fanatismo é um mundo melhor.
"Ter fé não é ver o caminho inteiro, mas dar o primeiro passo com a certeza de que Deus sustenta o chão."
Nas fotos da galeria
E nas escritas que se leem
Não vejo aquilo que via
Mas a projeção daquilo que veem.
Ser sensível nunca foi fraqueza.
É sentir tudo em volume máximo.
É doer mais… mas viver mais também.
Eu já tentei ser menos.
Já tentei caber no raso.
Mas entendi que é exatamente essa intensidade
que me faz ser quem eu sou.
Eu sinto tudo.
A dor. A música. O silêncio.
Sou complexa.
Sou profunda.
Sou viva.
E eu não trocaria isso por nada.
O que faz você gostar de alguém? A simplicidade, a humildade, o bom coração, o carinho e principalmente a energia que sentimos na pessoa ✨💌
Deus não é uma mente que pega um planeta específico... Deus é o sistema sentindo a si mesmo através de nós.
Ao tirar Deus do papel de "vigilante de planetas específicos" e colocá-lo como a Consciência Abrangente, você se torna livre. Você não deve satisfação a um juiz, mas deve excelência à própria existência. Se você falhar em ser autêntico, é uma parte do Universo que está falhando em se conhecer.
Fomos tão seduzidos pelo Universo Digital ao ponto de romantizar um mundo onde políticos-influencers fingem preocupação.
Ficamos tão apaixonados que já nem percebemos quando a luz da tela substitui a luz da nossa consciência.
A promessa era conexão; entregaram-nos performance…
Era participação; acostumaram-nos ao aplauso virtual.
E, nesse palco infinito, aprendemos a confundir engajamento com compromisso.
Romantizamos um mundo onde políticos-influencers fingem preocupação como se stories fossem políticas públicas e como se uma live substituísse a presença concreta nas ruas, nos hospitais e nas escolas.
A estética do cuidado passou a valer mais do que o cuidado em si.
O roteiro é simples: indignação calculada, frases de efeito, trilha sonora emotiva e um corte estratégico para as próximas eleições.
O algoritmo aplaude. A plateia compartilha. E a realidade, silenciosa, continua exigindo mais do que curtidas.
Não é que a política tenha se tornado espetáculo; talvez sempre tenha flertado com ele.
A diferença é que agora o espetáculo cabe no bolso e até vibra.
A cada notificação, reforça-se a sensação de proximidade com quem, muitas vezes, está distante das consequências do que decide — ou não.
A encenação é convincente porque fala a língua da emoção rápida — e emoções rápidas não exigem memória longa.
O risco não está apenas nos que fingem; está também em nós, que passamos a preferir o conforto da narrativa à complexidade da verdade nua e crua.
É mais fácil seguir quem fala bonito do que cobrar quem trabalha em silêncio.
E é mais sedutor compartilhar um corte inflamado do que acompanhar um projeto até o fim. Assim, a política vira conteúdo, e o cidadão, audiência.
Talvez a maturidade digital comece quando entendermos que preocupação não se mede por visualizações, mas por coerência; não se prova com filtros, mas com atitudes; não se sustenta com hashtags, mas com responsabilidade.
Enquanto confundirmos presença online com compromisso real, continuaremos aplaudindo performances e chamando de liderança o que, no fundo, é apenas expertise digital.
No fim, o universo digital não é vilão nem salvador — é espelho.
E todo espelho revela muito menos sobre quem está do outro lado da tela do que sobre quem escolhe acreditar nele — o reflexo.
