Coleção pessoal de testeteste123
SENHOR, conceda-me sabedoria
Abre o coração da humanidade
para que sintam o amor de Deus
Dê claridade aos nossos olhos para que possamos enxergar o valor exato de tudo e também permita-nos sentir o peso das nossas atitudes.
Com a tua força ergue mais um batimento no meu coração para que diante do Senhor eu me erga digno, ensina-me a suportar as tribulações que sinto no meu coração, sou digno diante do Senhor, por ti me apresento, e se diante do Senhor sou digno, diante de absolutamente ninguém além de ti pudera ser menos que digno.
Amém.
Hoje me perdi nas lembranças.
Não foi distração.
Foi mergulho.
Mergulhei nas versões antigas de mim
na menina que acreditava demais,
na mulher que suportou em silêncio,
na que quase desistiu,
e na que decidiu ficar.
Algumas memórias ainda doem.
Outras me aquecem.
Mas todas me construíram.
Perder-me nelas não foi fraqueza.
Foi reconhecimento.
Porque toda vez que volto ao que fui,
entendo com mais clareza
a força de quem me tornei.
Se quiser, deixo um título à altura desse mergulho.
Hoje me perdi nas lembranças…
e, por um instante, não quis me encontrar.
Voltei a lugares que já não existem como antes,
revivi vozes que hoje só moram no silêncio,
toquei ausências que ainda sabem o meu nome.
Há memórias que abraçam.
Outras apertam.
Algumas ensinam.
E todas, de algum jeito, nos lembram de quem fomos.
Hoje eu me perdi…
mas talvez tenha sido só a alma visitando
as versões antigas de mim
para ter certeza
de que sobrevivi a todas elas.
"É a transitoriedade de um dia cansativo que passou."
Às vezes, o maior alento de um dia exaustivo é saber que ele — assim como o sol que se põe — não possui o poder de durar para sempre. Ele termina para que o descanso nos devolva a nós mesmos. E os pés que queimavam de cansaço agora esfriam na paz do repouso, provando que nenhuma dor de jornada é permanente.
Miry Silva
Toda a tempestade vai passar, pois se Deus te prometeu o sol, Ele vai cumprir sua promessa. E quando o céu se abrir, você entenderá que tudo foi preparação para o mais lindo amanhecer na Luz do Senhor.
Há muito tempo, quando a juventude ainda coloria meus dias, entreguei meu coração a uma mulher incrível. Eu a amava com uma intensidade que as palavras mal conseguem descrever, mas o destino, em sua face mais cruel, traçou caminhos opostos para nós.
Naquele dia da nossa partida, senti como se uma parte vital de mim tivesse sido arrancada. O destino não levou apenas a nossa convivência; ele levou embora um pedaço do meu peito, que nunca mais voltou para o lugar.
Os anos passaram e o mundo mudou, mas, dentro de mim, o tempo parece ter estagnado naquela última despedida. Dizem que o tempo cura tudo, mas, para mim, ele apenas refinou a saudade. Hoje, sinto a falta dela com a mesma força do primeiro dia. Ela continua sendo a dona dos meus pensamentos e a protagonista de todos os sonhos que ainda insisto em sonhar.
Posso ter envelhecido, mas o homem apaixonado que eu era continua vivo aqui dentro, guardando a chama de um amor que nem a distância, nem o silêncio e nem a ausência foram capazes de apagar. Ela foi — e sempre será — o grande e único amor da minha vida.
Receba flores…
Seja luz nas trevas da vida…
Tenha fé…
Tudo tem uma razão de ser…
O tempo é o remédio da alma…
Apenas siga amando…
Talvez moucos ...
Agilson Cerqueira
… Falo pouco!
Eu faço solilóquios!Talvez moucos ...
Agilson Cerqueira
… Falo pouco!
Eu faço solilóquios!
Despedida
"Olho pra sua foto e sinto o nó: não entendo.
Por que eu não fui o suficiente?
Eu tentei... Deus sabe o quanto tentei dar o meu melhor.
Nunca entendi por que tanto Te pedi.
Mas no silêncio da noite, a resposta veio:
Era melhor partir do que se arrepender.
Melhor ir, do que ficar... chorar... duvidar.
Sem mais nem menos, eu fui.
Sua ausência me cansou.
Sua frieza me gelou.
Sua falta de prioridade me fez desistir
do que um dia, de joelhos, eu pedi.
No silêncio da noite, eu chorei... e me despedi."
A cultura do ruído estrutural estendeu o tapete para os políticos-influencers desfilarem a economia da atenção.
Essa cultura não nasceu do acaso; foi cuidadosamente cultivada como terreno fértil para que os políticos-influencers florescessem.
Quando tudo é urgente, nada é profundo.
Quando todos falam ao mesmo tempo, quase ninguém escuta.
Nesse cenário, a lógica da economia da atenção deixa de ser um efeito colateral do mundo digital e passa a ser o próprio palco da política.
O ruído constante — feito de cortes rápidos, frases de efeito e indignações calculadas — substitui qualquer debate pela performance.
A coerência perde espaço para o engajamento; a verdade, para o alcance.
O que importa não é a densidade da proposta, mas a capacidade de viralizar.
O mandato vira vitrine.
A responsabilidade pública se converte em estratégia de marca pessoal.
E assim, a política deixa de ser exercício de construção coletiva para se tornar espetáculo de permanência no feed.
Não se governa para transformar, mas para manter relevância.
Não se dialoga para esclarecer, mas para capturar cliques.
A cada polêmica cuidadosamente plantada, a cada escândalo amplificado, reforça-se a dependência do público ao próximo estímulo — como se a democracia precisasse de entretenimento para sobreviver.
O mais inquietante é que o ruído não apenas distrai: ele molda.
Condiciona percepções, simplifica problemas complexos e nos habitua à superficialidade.
A pressa vira método.
A indignação vira produto.
E a cidadania corre o risco de ser reduzida à plateia.
Talvez o verdadeiro ato de resistência, nesse ambiente, seja reaprender o silêncio crítico — aquele que nos permite escutar além do grito, pensar além do meme e exigir mais do que presença digital.
Porque enquanto o ruído for regra, os desfiles continuarão.
E a democracia, se não for cuidada, corre o risco de se tornar apenas mais um conteúdo patrocinado pela nossa própria distração.
As pessoas erram quando falam que minha inquietude,
meu barulho assusta.
O perigo mora no meu silêncio.
"Um vaso inteiro não machuca ninguém.
Porém, se alguém o quebrar,
Quem andar no seu caminho sairá machucado.
E isso não diz respeito apenas àqueles que se machucaram com os estilhaços,
Que um dia foi um belo vaso,
Que só queria agregar, ser notado, ganhar flores e embelezar a vida das pessoas ao seu redor.
Você que está lendo, sabe que isso não se trata de um vaso literalmente, né?
E sim de uma pessoa que saiu magoada de alguma relação, seja amorosa, familiar... enfim.
Com tudo isso, quebre essa corrente, se cure antes de deixar alguém entrar na sua vida.
Perdoe quem te feriu, faça isso por você.
Assim, você vai dar o primeiro passo para a cura e para o autoconhecimento.
E não tenha medo das mudanças.
Quando você também mudar, molde essa mudança para se tornar alguém melhor, uma pessoa mais sábia."
Eu sei que, para fazer o que todos fazem, eu teria que me diminuir. Teria que me moldar, me encaixar no comum — e eu nunca coube ali. Sempre soube que o morno não me arrancaria suspiros. Eu sou excesso: sou água fervente, sou vulcão em erupção, sou também água gelada que desperta. Sou intensidade demais para quem aceita pouco.
Por isso, não faço muita questão de caber. Meu ego cresce na mesma medida em que minha verdade se sustenta. Gosto de ser única, de ser inteira, de ser exclusiva no que sou. Gosto de ser tão eu que não precise pedir espaço — porque o espaço se abre.
O amor até poderá ser escolha na ação, mas antes internamente vem da intenção — é um sentimento que vem a ser sorte.
Ou funciona-se de acordo com os funcionamentos do universo ou seus funcionamentos funcionam contra.
Por isso algumas vontades e sonhos "descanalizados" não dão certo.
Tudo já não é fácil, mas seria bem menos difícil.
Ao verem suas coragens, enxergam suas covardias.
Ao enxergarem suas conquistas, não veem seus esforços.
Como na frente do espelho não poderem se olhar.
Nem tudo vai acontecer como imaginou. Não gaste seu tempo e energias no que não vale a pena!
#bysissym
