Coleção pessoal de testeteste123

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Não me importo com quem os expulsa
Isso não vai me abalar
Não pergunto o que eles permitem
Dizendo que não me encaixo mais
Eles não escolhem o caminho que eu sigo
Eu trilho meu caminho através dos erros deles
Podem me chamar de perdido, mas eu fui encontrado
Não há uma alma que possa me derrubar
Não vou viver pelas regras de ninguém
Não estou aqui para agradar uma multidão de tolos
Eu escolho meu caminho, eu escolho meu ritmo
Eu me mantenho firme e conheço meu lugar

A normalidade


As pessoas normais estão presas à normalidade e a normalidade à loucura. As pessoas normais matam. Matam por ódio, ciúme, amor cobiça e nas guerras. E nas guerras matam por amor, cobiça, ciúme, ódio e por vontade de matar. As pessoas normais não estão satisfeitas com o mundo e querem reformá-lo e, assim, destruí-lo. O mundo reformado é repleto de plástico, gases, ácidos, radiação e tanto lixo que mesmo as pessoas normais percebem a enrascada em que se meteram. Quando estão deixando de serem normais, essas pessoas logo procuram um médico que as normalize. Isso não tem efeito e elas procuram uma saída normal, como beber álcool, cheirar cocaína, injetar heroína, respirar a fumaça de cigarros ou começar a frequentar um culto religioso. Isso não dá certo e elas procuram o mais normal: trabalhar desesperadamente e viver dos sonhos que o cansaço produz. Cansados do cansaço, os normais adoecem e morrem, sendo enquadrados num túmulo onde não podem mais reclamar dos elogios e outros delírios que os outros dizem sobre eles.

"Prefiro ser cara de pau à passar a vida inteira usando uma máscara."

Sabe, me pediram para dizer quem sou eu… Oxe, não adianta olhar, tem que sentir…

Sou casa acesa no meio da memória,
janela aberta para o futuro.
Carrego nos olhos a profundidade
de quem escuta os mais velhos
e, ainda assim, ri com a leveza
de quem sabe brincar com o vento.

Meus cabelos são como raízes que dançam,
guardam histórias,
sustentam mundos invisíveis
e florescem pensamento.

Entre livros, mapas e símbolos,
eu costuro os saberes com delicadeza firmeza e
mãos de cuidado,
postura de quem não se curva ao esquecimento.

Sou mulher-território.
palavra que vira ponte.
presença que ensina sem impor.
Em mim, a ancestralidade respira.
E o amanhã aprende
a nascer com dignidade. Sou Eli Odara Theodoro

“Quando soltei das mãos aquilo que não me obedecia, o destino encontrou espaço para agir — e o que era turbulência tornou-se ordem.”

Não existe falta de tempo, existe falta de prioridade; apesar das combinações, respeite-o e convença-o.

A consciência é incômoda
Muitas vezes eu tenho pensamentos que procuro afastar. Ideias que não condizem com a forma elevada que eu criei para me definir e enxergar. A alguns já absorvi, mas no seu lugar vêm outros, modalidades inesperadas dos mesmos problemas e contradições que me acompanham pela vida. Na verdade, anseio por eles, mas a minha mente teima em manter a configuração atual e não se envolver em aventuras.

"O alpiste na natureza é de graça, mas há pombos que preferem viver de migalhas nas praças."

O que você julga desfavorável, pode estar beneficiando outra pessoa. Deus não falha. Nunca!

Não existe falta de tempo, existe falta de prioridade; basta respeitá-lo e ter paciência, sustento e controle.

fechei os olhos. Foi estranho. Em um instante, vi passar tudo o que planejei, todos os meus sonhos e aquela curiosidade boba sobre o futuro. E me dei conta de uma verdade que a gente insiste em esconder sob o tapete: o momento voa. Ele some antes mesmo de terminarmos de senti-lo.
Às vezes me perco na "mesma velha música", correndo atrás de coisas que, eu perdi apenas gotas d’água em um mar infinito. A gente se recusa a ver que muito do que construímos pode cair em pedaços, mas no fundo, o que me assusta não é a fragilidade da vida. O que me assusta é a ideia de desperdiçar o tempo que temos.
Dizem que nada dura para sempre, exceto a terra e o céu. E quer saber? Eles estão certos. Todo o dinheiro do mundo não me daria um minuto a mais ao seu lado se o relógio decidisse parar agora. Eu queria ficar com você pra sempre
Por isso, não quero mais ficar esperando. Se somos "poeira no vento", que sejamos uma dança junta. Que o nosso amor" seja vivido com a intensidade de quem sabe que o amanhã é uma promessa que o universo não tem obrigação de cumprir.
Eu não quero apenas ver a vida passar diante dos meus olhos. Eu quero que, enquanto o vento soprar, ele nos encontre exatamente onde deveríamos estar: um nos braços do outro.

Feito é melhor que perfeito, mas não basta ser confundido com mal-feito, o importante é admitir bem-feito.

"Qual o sentido de dizer a um pombo que o alpiste é de graça na natureza se ele prefere mendigar na praça?"

Se alguém não gosta de ouvir ruídos na comunicação, some/largue/elimine eles e levante o silêncio/discrição/sinceridade.

Alguns irmãos cristãos estão impossibilitados de elevar seus braços para glorificar a Deus, pois revelariam o cofre onde estão escondidos não o maná que vem do Céu, mas o tilintar das moedas advindas do inferno.

Até um extrato de tomate consegue ser mais concentrado do que aquele que se diz compromissado, mas na realidade se dispersa facilmente com assuntos do seu interesse.

No meio evangélico, chega a ser curioso: quase todos começam por baixo, sem ganhar um real, fazendo tudo voluntariamente 'em nome de Deus'. Com o passar do tempo, uns viram pastores, outros se tornam cantores gospel e algumas viram missionárias. De repente, a vida deles muda drasticamente: passam a desfilar com ternos de grife, carros milionários e relógios de marca. Enquanto isso, a vida dos membros da igreja não muda; continuam na mesma luta de sempre.

Esse "amor ao próximo" torna-se ainda mais suspeito em épocas festivas, como o Natal, ou durante campanhas políticas. Nestes momentos, a caridade ganha data marcada e interesses ocultos. O fiel deixa de ser uma alma a ser cuidada para se tornar um número em um curral eleitoral. O líder negocia a influência do cajado por verbas e cargos, enquanto a ajuda social vira moeda de troca para angariar votos.
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Quando você ignora a posição do outro e foca na sua própria expansão, você quebra a régua do sistema. Você para de lutar por um espaço no pódio e começa a construir um pódio novo.

Além da ostentação, o cenário é marcado pelo marketing da bondade. A caridade, que deveria ser discreta e genuína, transformou-se em espetáculo. Quando essas lideranças resolvem ajudar alguém, fazem questão de que as câmeras estejam ligadas. Fotos e vídeos de entregas de cestas básicas inundam as redes sociais, transformando a miséria alheia em cenário para autopromoção. É o "narcisismo religioso": a mão esquerda não só sabe o que a direita faz, como faz questão de postar com hashtag.