Coleção pessoal de testeteste123

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"Não se diminua para caber onde você já cresceu. Ser fiel a si mesma é o maior ato de coragem que você pode ter."


SerLucia Reflexoes

Tem dias em que eu sento pra escrever
e percebo que já está tudo ali organizado no caos, esperando só que eu não atrapalhe. Como se as palavras não viessem de mim, mas passassem por mim.
E eu fico pensando…de onde vem isso?
Porque não parece só pensamento,
nem só lembrança. É mais fundo.
É como se existisse alguma coisa em mim
que observa tudo em silêncio, que sente mais do que eu consigo entender,
e que, de alguma forma, decidiu falar.
Às vezes dói. Porque a poesia não pede licença. Ela expõe,
revira, mostra partes minhas que eu nem sabia que estavam vivas.E mesmo assim…
eu deixo.Porque tem algo estranho nisso tudo uma sensação de verdade.
Como se, enquanto eu escrevo, eu finalmente estivesse sendo honestocomigo mesmo, sem filtro, sem defesa.
Só… inteiro. E é aí que eu entendo:
talvez eu não escreva poesia.
Talvez eu só exista o suficiente
pra não impedir que ela aconteça.


DeBrunoParaCarla

E se o mundo um dia silenciar todas as palavras, ainda assim teu amor vai ecoar em mim, como um segredo que o tempo não ousa tocar.
Porque te amar não foi instante
— foi destino,
não foi passagem
— foi morada.
E no fim de tudo,
quando só restar o que é verdadeiro,
será teu nome que o meu coração ainda saberá dizer…
como quem nunca deixou de amar.

Às vezes me sinto como se a poesia me usasse…
como se cada palavra fosse um jeito
de sobreviver ao que eu não sei explicar.


DeBrunoParaCarla

⁠Às vezes, a pressa em comprar Verdade Aveludada é tão grande que os Apaixonados já nem se importam com a Embalagem.


E talvez seja justamente aí que mora o perigo mais silencioso do nosso tempo: não na mentira escancarada, mas na verdade que se deixa moldar ao toque — macia, confortável, ajustável aos desejos de quem a consome.


Uma verdade que não exige esforço, que não confronta, que não pede revisão de rota.


Apenas acolhe, embala e confirma.


Em meio à pressa, desaprendemos o valor do desconforto.


Esquecemos que a verdade, quando genuína, raramente chega pronta para ser aceita; ela provoca, desloca e inquieta.


Mas o espírito apressado não quer esse atrito — ele busca a suavidade de narrativas que caibam perfeitamente em suas certezas pré-fabricadas.


E assim, pouco a pouco, a embalagem deixa de importar porque o conteúdo já foi previamente escolhido.


A polarização se alimenta exatamente desse hábito: não de discordar, mas de não querer sequer considerar.


Cada lado constrói sua vitrine de Verdades Aveludadas, expostas com brilho suficiente para seduzir os que só desejam acreditar.


E quem compra, não lê o rótulo — apenas reconhece o que já sente.


Nesse cenário, a manipulação já nem precisa ser sofisticada; basta ser conveniente.


Não é necessário esconder a incoerência, apenas envolvê-la em familiaridade.


Afinal, quando a emoção se antecipa à razão, qualquer embalagem parece suficiente — desde que o conteúdo não ameace o conforto de quem o consome.


Talvez o maior desafio do nosso tempo não seja encontrar a Verdade, mas reaprender a desacelerar diante dela.


Ter a coragem de examinar o que nos agrada com o mesmo rigor que aplicamos ao que rejeitamos.


Porque, no fim, não é a embalagem que define o valor do que compramos — é a disposição de encarar o que há dentro, mesmo quando já não é tão macio quanto gostaríamos.

Minha palavra não é apenas uma instrução para os seus dias bons, mas o Meu abraço garantido nos seus dias difíceis; onde quer que você leia o Meu amor, saiba que Eu já estou lá te esperando com o consolo que você ainda não sabe que precisa."


SerLucia Reflexoes

Boa noite chegou…mas tem coisas em mim que ainda não descansamprincipalmente quando é você que insiste em existir nos meus pensamentos.


DeBrunoParaCarla

A gente não combina com tranquilidade…
a gente combina com intensidade,
com histórias que não se explicamsó se vivem.


DeBrunoParaCarla

Tem algo em nós que não é calmo…
é vento, estrada, erro bonito.
E eu escolheria me perder nisso
todas as vezes.

Se eu te tiver perto,
não prometo silêncio…
prometo verdade.


DeBrunoParaCarla

Não é só vontade…
é como se meu corpo já te conhecesse
antes mesmo de te tocar.


DeBrunoParaCarla

Você não sabe…
mas toda vez que lembro de você,
meu corpo esquece de fingir calma.


DeBrunoParaCarla

Elton…
Eu já entendi filho, teu descansar não é fraqueza que mora nesse silêncio.É a pausa do tambor antes do próximo toque que move o mundo. Que te robustece! Sabe filho, teu rosto carrega a calma de quem já atravessou tempestades antigas, e ainda segue destemido, mesmo com o olhar de menino, você traz nos ossos a memória de reis que nunca se ajoelharam diante das maiores batalhas. Enquanto teu corpo repousa, tua história está de pé erguida como lança, firme como raiz em terra sagrada.Há um reino inteiro em teus olhos fechados, onde ancestrais caminham contigo, quando a vida te lapida para novas batalhas, sabe? Cada sonho seu é estratégia, cada respiro é resistência.Nobre guerreiro, tua cor não é apenas pele é armadura de sol, é noite que guarda estrelas. E mesmo quando o mundo insiste em te cansar, há uma força antiga em ti que sussurra: “levanta, filho da história, teu nome é continuidade.”Descansa, sim, porque até os mais fortes sabem que o descanso também é parte da luta.

Se Ele fosse como
o vento poderíamos
ver alguma
coisa acontecer.

Aprenda com o pastor: "Trabalhar é coisa de vagabundo, o negócio é enganar os trouxas!"

Não é sobre trabalhar duro, é sobre fazer os outros trabalharem por você.

Saber como funciona, não destrói o prazer de funcionar

Não há mau comportamento de um que possa ser tomado por indulgência poética para relativizar o do outro.

Ainda assim, é exatamente isso que fazemos, quase por instinto.

Criamos metáforas generosas para os erros de quem nos convém defender e reservamos o rigor nu e cru para os deslizes de quem já decidimos condenar.

Transformamos falhas morais em “contextos”, agressões em “reações”, incoerências em “complexidades humanas”.

E, assim, vamos esculpindo versões mais palatáveis daquilo que, em sua essência, permanece inalterado.

O problema não está apenas no erro em si, mas na régua elástica que utilizamos para medi-lo.

Quando a ética deixa de ser princípio e passa a ser instrumento, ela já não orienta — apenas justifica.

E uma ética que serve para justificar tudo, no fundo, não sustenta nada.

Há um conforto quase sedutor em relativizar.

Ele nos poupa do desconforto de admitir que, às vezes, estamos do lado errado — ou, pior ainda, que não existe um “lado certo” tão nítido quanto gostaríamos.

Mas essa indulgência seletiva cobra um preço alto: ela corrói a coerência e, aos poucos, dissolve a credibilidade de qualquer discurso moral.

Se o erro de um é sempre suavizado pela indulgência poética, enquanto o do outro é amplificado pela indignação seletiva, o que resta não é justiça — é conveniência.

E a conveniência, quando travestida de consciência, se torna uma das formas mais silenciosas de desonestidade.

Talvez o verdadeiro exercício de maturidade não esteja em apontar culpados, mas em sustentar critérios.

Em reconhecer que o desconforto da coerência é, muitas vezes, mais honesto do que o alívio da parcialidade.

Porque, no fim, não é o erro do outro que nos define — é a forma como escolhemos interpretá-lo.

Se há medo em suas atitudes crie coragem para vencer as dificuldades e os possíveis desafios.

Noto que começa a ter uma séria dificuldade com a escrita...
É possível que estou próximo do meu destino...
Se meu juízo me deixar e minha loucura avançar quero que meus filhos e meus amores não se esqueçam de quem eu fui até hoje...
E se os erros continuarem é melhor eu...