Coleção pessoal de testeteste123
eu me sinto como um pássaro que não só teve as asas cortadas… mas como se tivessem arrancado pela raiz, deixando feridas abertas que nunca cicatrizam, como se cada batida do coração fosse um lembrete de que algo essencial foi perdido, algo que nunca deveria ter sido tirado e isso dói de um jeito que não cabe em palavras, dói como se o ar pesasse, como se respirar fosse um esforço, como se existir tivesse se tornado um castigo lento, porque não é só sobre não poder mais voar é sobre olhar pro céu e sentir ele distante, frio, inalcançável, é sobre lembrar, e ao mesmo tempo começar a esquecer, como era ser livre, como era sentir o vento, como era subir cada vez mais alto sem medo, sem limites, sem essa dor cravada no peito e o pior… o pior é sentir que isso está escapando, que aos poucos a memória vai se apagando, que um dia talvez eu nem lembre mais como era voar
e então nem a dor vai fazer sentido, só vai sobrar esse vazio estranho, esse silêncio pesado, essa existência quebrada, é como se eu estivesse preso em um corpo que ainda vive, mas tudo que fazia ele ter sentido já não está mais aqui, e agora não resta escolha eu preciso aprender a viver assim com essa dor que não grita, mas corrói, que não sangra por fora, mas dilacera por dentro, que maltrata, desgasta, consome… devagar, todos os dias, como um pássaro que ainda olha pro céu…mesmo sabendo que nunca mais vai voltar pra lá.
Às vezes, a gente carrega um peso que ninguém vê.
Tenta explicar, abrir o coração, mostrar quem realmente é… mas parece que o outro só escuta o que já decidiu acreditar.
Dai-me um pedaço do seu pouco caso...
Que eu te devolverei ele por inteiro.
Aprendi a ser retribuição
Tanto do ruim quanto do Bom.
Sou tudo por inteiro
Nem da laranja eu quis a metade
Guarde pra você o que não me cabe
Eu não me visto de improviso
Sou o acaso e jamais um caso
Não sou de amassos, sou de abraços...
Dói quando somos mal interpretados, quando nossos gestos são vistos de forma errada, quando, sem perceber, nos tornamos culpados de algo que não fizemos.
A traição não nasce da falta de algo no outro. Ela nasce de um vazio dentro de quem não quis sustentar o que tinha.
Um Sistema Político que Incentiva o "Toma Lá, Dá Cá"
O Brasil adota um sistema chamado "presidencialismo de coalizão" . Como o presidente raramente elege a maioria no Congresso, ele é forçado a formar uma aliança com dezenas de partidos para governar. Para garantir apoio no Legislativo, o Executivo precisa distribuir cargos e verbas a esses partidos, muitas vezes cedendo pastas estratégicas (como Transportes e Cidades) em troca de lealdade. Essa negociação constante cria uma estrutura onde o uso de recursos públicos para fins políticos (fisiologismo) é institucionalizado e facilmente degenera em desvios e propinas .
Impunidade Histórica e Justiça Lenta
Por muito tempo, o sistema judicial brasileiro foi visto como um "escudo" para os poderosos. Regras como o foro privilegiado (que permite que autoridades só sejam julgadas por tribunais superiores) e a morosidade da Justiça fizeram com que, durante décadas, poucos políticos ricos e influentes fossem efetivamente presos . A sensação de que "a Justiça nunca chega" sempre foi um dos maiores combustíveis para a corrupção. Embora operações como a Lava Jato tenham quebrado parte desse ciclo de impunidade, as raízes do problema permanecem profundas.
Cultura Política Patrimonialista
Historicamente, o Brasil herdou de Portugal uma lógica de confusão entre o público e o privado. Por muito tempo, tratou-se o Estado como uma extensão da casa do governante, onde nomear parentes (nepotismo) e usar a máquina pública para beneficiar aliados era visto como algo natural e não como crime . Embora essa prática seja hoje proibida em tese, a cultura do "jeitinho" e do favorecimento pessoal ainda permeia muitas esferas da administração pública.
Partidos Fracos e Facilmente Cooptáveis
O Brasil tem um sistema partidário extremamente fragmentado e com baixa disciplina ideológica . Existem mais de 30 partidos, muitos sem programas políticos claros, que funcionam como "balcões de negócios". Nessas condições, os parlamentares trocam de partido com facilidade, e as legendas são usadas mais para garantir acesso a fundos públicos e cargos do que para representar a população. Essa fragmentação dificulta a fiscalização e aumenta o custo para manter uma base de governo estável .
Altos Custos de Campanha e Financiamento Empresarial
Por décadas, o financiamento de campanhas eleitorais por grandes empreiteiras e empresários criou um ciclo vicioso. As empresas faziam doações milionárias (legais ou ilegais) para eleger políticos, que, em troca, garantiam contratos superfaturados ou benefícios fiscais. O esquema revelado na Operação Lava Jato é o maior exemplo disso, envolvendo a empreiteira Odebrecht e a Petrobras em um esquema que pagou propinas para políticos de diversos partidos .
Tolerância Social e "Síndrome de Vira-lata"
A pesquisa mostra que, por muito tempo, houve certa complacência social. Muitos brasileiros, cansados da ineficiência do Estado, passaram a aceitar que "rouba, mas faz" ou acreditavam que a corrupção era um "mal necessário" . Além disso, há quem defenda que o Brasil tentou importar modelos políticos dos Estados Unidos e da Europa sem adaptá-los à nossa realidade social, resultando em um sistema que "na prática, não funciona" como o esperado .
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Houve Mudanças Recentes?
Sim, a partir da década de 1990, e especialmente nos anos 2010, o Brasil construiu um dos sistemas de combate à corrupção mais avançados do mundo (a chamada "Nova República" do combate à corrupção), com a criação da Lei da Ficha Limpa e o fortalecimento da Polícia Federal e do Ministério Público.
No entanto, essas mudanças também geraram um efeito colateral: a política brasileira se tornou extremamente polarizada, e o combate à corrupção muitas vezes se misturou à disputa política, resultando em instabilidade institucional (como o impeachment de Dilma Rousseff) e na ascensão de discursos radicais .
Em suma, a corrupção no Brasil não é um fenômeno simples, mas sim um sintoma de uma combinação perigosa entre um sistema político complexo, impunidade histórica e uma cultura de confusão entre o público e o privado.
... um homem
que não influencie outros
homens por meio de sua nobre
postura e lucidez de espírito
dificilmente conseguirá
auxiliá-los!
Deus não sustenta caminhos que nascem da quebra de princípios.
Não porque Ele pune… mas porque Ele ama o suficiente pra não firmar o que fere.
Amanheceu, desacelere....... Evite notícias ruins, antes de conferir suas mensagens olhe para céu, perceba o ambiente ao seu redor.
Sirva se de um bom café, mas não um pão com manteiga. Prepare seu café com antecedência, prepare a mesa para receber o Rei ou a Rainha do seu lar.
O banquete dos nobres aguarda quem também tem um reinado no seu lar.
Sirva seu amor, presenteie com seu melhor sorriso.
Seja cúmplice de bons momentos.
Seja leal com seus princípios, estabeleça limites.
Permita ser correto com os que lhe julgam.
Não tenha medo de desejar um bom dia, que emana da alma.
Seja sua melhor versão todos os dias.
Pessoas Queridas
Demétrio Sena - Magé
Jamais entendi a prática dos monossílabos entre pessoas próximas. Daquele falar meio entre dentes, onde ambos os interlocutores estão sempre ansiosos para se livrar um do outro. Entretanto, são pessoas ditas queridas. Queridas, mas impacientes entre si. Queridas, mas distantes, apesar da proximidade; queridas, mas fanáticas por uma privacidade árida que as torna velhas desconhecidas da vida inteira... ou de longas e arrastadas datas.
Pessoas realmente queridas não se falam apenas o essencial. Não estão apenas para o que der e vier, nas horas cruciais, onde uma precisa da outra para não morrer. Esse não só falar, mas também só fazer o essencial e urgente, pode até ser providencial, mas não é revelador do afeto narrado nas conversas mais animadas com "os de fora". Nos assuntos comuns em ambientes de trabalho, quando exibimos nossa sensibilidade humana.
O essencial entre pessoas próximas é não o sermos apenas no obrigatório; no que seríamos com qualquer ser humano, só porque somos humanos. Considero essencial a convivência fluente e ininterrupta nas questões e não questões; no essencial e no fútil. Convivências seletivas (quando entre pessoas queridas existem preferências) criam elites e guetos, como se faz na sociedade aberta. Pessoas queridas se misturam. De igual para igual.
Isto serve, inclusive (talvez principalmente) para mim.
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Respeite autorias. É lei
