Coleção pessoal de testeteste123
Era uma vez um cristão que chegou ao paraíso. Bastaram cinco minutos admirando a beleza do lugar para ter um pensamento impuro e ser expulso. Moral da história: o paraíso é bonito demais para ser habitado.
Se um pensamento impuro já é pecado, então todo cristão é expulso do paraíso antes mesmo de abrir a boca. Parabéns, sistema perfeito.
"Duvido de pessoas, duvido de fatos,
duvido até de mim mesmo.
Mas sou incapaz de duvidar quando meus olhos encontram o dela.
É nos olhos dela que eu tenho certeza
Você reprime seus pensamentos por medo de ser expulso do céu. Eu aceito meus pensamentos porque não acredito que um pensamento seja pecado. Quem está mais saudável?
A teoria da pessoa que não ocupa espaços (by: franckles Werivan)
Existe um tipo de pessoa que atravessa o mundo como quem pisa em chão alheio: leve demais para deixar marcas, silenciosa demais para ser lembrada. Ela existe — respira, trabalha, observa — mas não faz questão de existir na vida de ninguém. Não ocupa espaços. Não constrói presença. Não deixa rastros.
É como se tivesse aprendido, em algum momento, que ser percebida é um risco.
Essa pessoa evita laços afetivos como quem evita um incêndio. Não por falta de desejo — talvez até exista, escondido, um desejo profundo de pertencimento — mas por medo das consequências. Ela não sabe dialogar porque, possivelmente, nunca se sentiu realmente ouvida. Não é recíproca porque talvez nunca tenha recebido o suficiente para aprender o que é troca. Então ela se fecha, se economiza, se retira.
E assim, vai vivendo uma vida paralela: está presente, mas ausente. Participa, mas não se envolve. Sente, mas não demonstra.
Mas por quê?
Do ponto de vista psicológico, podemos pensar em traumas silenciosos. Relações quebradas cedo demais. Afetos que não foram correspondidos. Ambientes onde falar era inútil ou perigoso. Aos poucos, a pessoa aprende que se expor dói — e então cria uma espécie de casca. Não é frieza: é defesa. Não é indiferença: é sobrevivência.
Já numa perspectiva mais espiritual, talvez seja uma alma que se desacostumou ao vínculo. Ou que carrega feridas de outras experiências, outras histórias, outros ciclos. Uma alma que teme se conectar porque sabe, de alguma forma, o peso que as conexões têm quando se rompem.
Mas existe um custo.
Porque viver sem ocupar espaços é, no fundo, aceitar uma existência sem testemunhas. É passar pela vida sem ser profundamente conhecido. Sem ser verdadeiramente amado. Sem deixar ecos.
E há uma tristeza nisso.
Uma tristeza quieta, quase invisível, mas constante. A tristeza de não ser esperado por ninguém. De não fazer falta. De não ser lembrado em detalhes, em histórias, em saudades. É como se a vida acontecesse, mas não se entrelaçasse com outras vidas.
E a gente precisa se perguntar: isso é escolha… ou é medo disfarçado?
Quantas vezes a ausência de alguém não é frieza, mas insegurança? Quantas vezes o silêncio não é desinteresse, mas incapacidade de se expressar? Quantas vezes o distanciamento não é falta de amor, mas medo de perdê-lo?
Talvez essa pessoa não ocupe espaços porque, no fundo, acredita que não merece ocupar.
E essa é a parte mais dolorosa.
Porque ocupar espaços não é invadir — é existir com coragem. É permitir-se ser visto, conhecido, tocado. É correr o risco de se conectar, mesmo sabendo que conexões podem falhar.
No fim das contas, a vida ganha sentido justamente nisso: no encontro. No olhar que reconhece. Na conversa que atravessa. No vínculo que, por mais breve que seja, transforma.
Tocar outra alma é uma das experiências mais bonitas que existem.
E agora, vale a pergunta — não sobre o outro, mas sobre você:
Será que, em algum nível, você também tem evitado ocupar espaços?
Será que tem se diminuído, se escondido, se poupado… por medo, por traumas, por insegurança?
Porque existir de verdade exige presença.
E talvez esteja na hora de deixar de apenas passar pela vida…
e começar, aos poucos, a fazer parte dela.
O Entusiasmo da Observação que faz Criar
A sensação é entusiasmante e não demora para chegar, com um tom apaixonante de poeticidade, ao simplesmente observar uma natureza que esbanja emoção: vida, veemência e suavidade. É emocionante o suficiente como se fosse um entusiasmo constante do verão — capaz de aquecer expressivamente, mesmo estando cercado pelo frio do inverno.
Elementos e uma peculiaridade de uma criação primorosa: de lindos cabelos, lábios suaves, um charme que vem de dentro ao ponto de refletir nos seus olhos, fazendo jus à espontaneidade. A qual faz toda diferença, revela a sua seletividade, que se trata de bênção divina que não é para todos; assim, são indispensáveis a conquista e a devida reciprocidade.
Deleite transitório, marcante e rico em intensidade, semelhante à contemplação de um fenômeno natural, que instiga uma curiosidade profunda durante uma breve ocasião, que não permite nada banal. Dessarte, perdura na mente esse efeito tão agradável e significativo. Agora, o motivo daquela observação pertence a minha poesia, considerando que estes versos estão vivos até nas entrelinhas.
Por trás de uma postura extremamente seletiva, escondem-se traumas ou uma abundância de escolhas. De qualquer forma, o comportamento é o espelho de sua realidade interna.🤔🪞
Se você não entendeu nada dos textos abaixo e não sabe como praticar, volta para igreja e volte a ser religioso(a) novamente, reze, ore, faça jejum tudo de novo.
Preconceito de classe, não é só uma questão econômica; ele molda oportunidades, afeta autoestima e define, muitas vezes, quem é ouvido e quem é ignorado. E o mais duro é que ele se cruza com outras dores como: saúde mental, deficiências, disfunções sexuais… tudo isso acaba sendo ainda mais invisibilizado quando vem de pessoas que já estão em posições vulneráveis.
Nem toda violência é física, e nem toda família é um lugar seguro. Existe um tabu enorme em admitir que dentro de casa pode haver rivalidade, ressentimento, abuso emocional e até um desejo velado de ver o outro fracassar. Isso gera um desgaste psicológico profundo, porque a família deveria ser, em teoria, o espaço de apoio e quando não é, a pessoa fica sem “base”.
Se a existência, quando sorvida com a serenidade da leveza e a lucidez de espírito, revela-se tão prodigiosamente bela e harmoniosa, por qual insondável motivo tantos insistem em sobrecarregar os dias com inquietações vãs, permitindo que a ansiedade e o desassossego conspirem contra a própria arte de viver?
________Dedy Dú Alecrim
Não é questão de ceticismo ou apostasia. Mas rezar e apegar ao divino, de nada vale quando os planos dos homens já foram arquitetados; tu já fostes julgado e condenado. Resta- te agora uma sentença a cumprir.
290126
"Quando a luz é constante, todo o resto tem de se curvar". Ela independe do corpo, do meio, das contingências e eventualidades. A luz é alma!
Reflexão/ profeta
O sol é tão meu
Que me deu a escuridão
Me trouxe a cegueira
Sombras pelo chão.
Como uma tirana
Vestida, inrustida
De boa samaritana
Um olhar sem alma
Sorriso falso
Espírito sem fé.
No jogo da vida
No baralho
Do...
És o dois de paus.
Camaleão emocional
Cobra cascavel
Cortina de fumaça
Hipócrita sociável
Ave de rapina
É tua sina
A tua vida, a tua essência
300126
O indivíduo que utiliza- se do assédio moral para se promover profissionalmente, deveras é um tirano. Uma mente vazia, corpo sem alma, coração de pedra; pedra sem coração.
080226
Como não enaltecer o anoitecer,
Quando o céu se veste de cores?
Um espetáculo diário, sem preço,
Que nos rouba o fôlego e o coração.
O sol se despedaça no horizonte,
E a noite vem, com seu manto de estrelas.
É um show de luzes, um momento de paz,
Que nos faz sentir vivos, sem igual.
(Saul Beleza)
