Coleção pessoal de testeteste123
O projeto universal contemporâneo, para enquanto sociedade, melhorarmos o mundo de hoje, só existe um caminho. E ele é acolhermos e aprendermos com as diferenças. Ouvirmos mais e falarmos menos, buscarmos nos outros diferentes e divergentes, pedacinhos honrados de nossos direitos de existência e da nossa tão sonhada liberdade. Por mais que cada um pense de uma forma.
Monstros que nascem na humanidade
Não merecem ser felizes
(Sequer se importam com a própria felicidade)
Merecem o sofrimento diante das suas crueldades
Que vivem a fazer
(Coração maldito cheio de maldade).
Não me venha com essa de ser bonzinho
Àqueles que nasceram para fazer o mal:
- São cruéis a ponto de matar sem um pingo de remorso
Esquecem que fazem parte da própria humanidade
A quem tanto abatem
Em nome do poder, do autoritarismo,
Do que acreditam que está escrito no sagrado
Em nome do altíssimo
Impostores, são desumanos - verdadeiros carrascos!
Há quem seja pior que psicopata - sanguinário!
Há quem brinque com a nossa fé - oportunista!
Há quem nos engane e nos manipule - sanguessuga!
Há quem nos engane e nos faça de marionetes
Brinca com a nossa inocência,
Pensa que jamais abriremos os olhos
- Que lavagem cerebral
Vive nos fazendo o tempo todo.
E a gente se impressiona com as estatísticas
Enquanto não viramos uma -
É racismo, homofobia, xenofobia, misoginia...
E a gente se impressiona com o bombardeio
Tem gente fazendo até pipoca,
Tem gente que não se importa com as crianças
Assassinadas, não se importa com o sofrimento
De todo um povo e cria a guerra
Há quem faça da desgraça alheia uma festa!
Quando o tempo me disse que não temos o que passou e nem o que ainda, talvez, há de vir... entendi o real significado do presente.
Para que esperança exista exerça influência sobre o seu modo de ver e agir, é preciso que haja entrega ao desconhecido e à incerteza. Nesse contexto, a vulnerabilidade é o que te conecta a uma força matriz para acreditar em algo maior, mesmo quando tudo em volta diz o contrário.
Escrever não é deixar meu ego ter palco.
Não tenho na escrita uma plataforma de autoafirmação.
A escrita pra mim é, primeiramente, um refúgio.
Onde me escondo dos ruídos.
Um lugar de calmaria e autoconhecimento.
Exploração e expansão.
Meu ser, em identidade.
Respirando e expirando.
Tenho a escrita como uma manifestação mais que criativa.
É arte, é vida, é beleza e caos.
Conforto e confronto.
Despedida e saudade.
Acenar e abraçar.
Sentir sem ignorar.
A escrita pra mim é viva.
Um fluido orgânico e intenso da totalidade de quem eu fui, sou e quero ser.
Como ver e não pensar?
Como pensar e não sentir?
Como sentir e não externar?
Como externar e não escrever?
A escrita pra mim ocupa esse lugar.
Um lugar que é só meu, mas o torno compartilhado.
Afinal, nenhuma experiência é individual.
Escrever a minha experiência é, também, experenciar o outro.
Escrever é experenciar o ser.
Ser humano.
Ser gente.
Você pode escolher não sentir a brisa do mar, mas isso não quer dizer que as ondas não estejam batendo.
Você pode não querer ver o sol nascer, mas isso não afirma que ele não raiou sobre as montanhas.
Você pode ter desistido de algo, mas isso não necessariamente resulta na sua derrota.
Você pode ter cometido erros, mas isso não determina quem você é.
Você pode não ver Deus, mas isso não anula o fato de que Ele exista.
Uma realidade atual não anula uma realidade absoluta.
"Aprendizado"
“Não é o quanto você aprende que te muda, é o quanto você vive do que aprendeu.”
@Suédnaa-Santos.
