Coleção pessoal de testeteste123

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Se a religião do mundo acabasse, o mundo viveria em Paz.

O segredo não é correr da chuva, é saber a hora certa de parar, ajustar o chapéu e deixar o imprevisto virar piada.

Odiar é coisa de louco, o homem bom planta flores.

Passos perdidos


Pés andas por ruas
Tentam encontrar sua presença
Sentir a singularidade do teu toque
Sentidos da tua alma
Persisto na extensão dos retratos do nosso olhar.

Até mesmo entre o concreto inerte, vicejam delicadezas.

Ainda em meio à escuridão, subsistem belezas que, em silêncio, irradiam.

Ainda não inventaram e não inventarão cola para colar cristal. Caiu, quebrou, fragmentou: é descarte, é lixo, é fim de papo. Idem, idem - análoga à credibilidade, que tem a mesma natureza do cristal.

Paz de espírito?!


É um poder espiritual interior
que bem material algum
consegue negociar.


A paz de espírito
é um poder silencioso e íntimo,
um território sagrado,
onde nenhum bem material
tem moeda suficiente
para sequer tentar entrar.
✍@MiriamDaCosta

Sendo o sussurros iluminados...
Sois antro da essência pura e inocente,
Nos abraços a esperança vivemos
Nos quais inusitada formas torna se ser oculto...
Breves olhares meros seres brilhante nos resquícios do ilumismo.
Para tal oportunidade de alegrias,
Tantas lágrimas escorrem num estado envelhecido.

Não podemos estar em todos os lugares ao mesmo tempo; mas um pouco de cada lugar onde estivemos permanece em nós.

Há um abismo dentro de mim que não me engole mais, apenas me acompanha.

Que a pressa não nos furte a delicadeza das flores.

Salvação não é só acreditar, é escolher diferente todos os dias.

Deus estende a mão, mas é você quem precisa levantar.

Você pede salvação, mas ignora as decisões que ela exige.

O que és nasce da tua trajetória — não das vozes alheias que a deturpam.

Sua história de vida define quem você é — não as fofocas que contam sobre você.

Eu descobri uma coisa simples que parece pequena, mas muda o rumo do meu dia inteiro, como quem muda a direção de um barco só girando levemente o leme. Eu acordo, ainda meio sonolenta, com aquele pensamento automático de já pegar o celular, ver o mundo, ver a vida dos outros, ver o que nem é meu… mas aí eu me lembro de mim. E paro. Só paro.

Fecho os olhos. E pronto, o espetáculo começa sem precisar de tela.

Tem o passarinho que canta como se estivesse anunciando alguma novidade urgente, que na verdade nunca chega, mas ele insiste. Tem o vento que bate nas folhas como se estivesse fofocando segredos antigos da terra. Tem um cachorro lá longe que resolve participar da orquestra sem ser convidado. Tem até o silêncio, que não é ausência de som, é um som mais profundo, mais honesto, quase tímido.

E eu fico ali, quieta, como se estivesse assistindo a vida sem interferir nela. Sem pressa, sem cobrança, sem aquela lista mental que vive me perseguindo. Só ouvindo. Só existindo. Só sendo.

É engraçado como a gente passa tanto tempo procurando paz em coisas grandes, caras, distantes… quando ela mora ali, encostada na manhã, esperando só que alguém feche os olhos e escute. Não é sobre ter tempo, é sobre escolher parar. Nem que seja um pouquinho. Nem que seja um minuto roubado da correria.

E quando eu abro os olhos de novo, o mundo continua o mesmo. Mas eu não. Eu volto mais leve, mais inteira, como se tivesse lembrado quem eu sou antes de virar obrigação.

Se eu pudesse dar um conselho, daqueles simples e teimosos, eu diria: faz isso também. Fecha os olhos de manhã e escuta. A vida fala baixo, mas fala o tempo todo. E quem aprende a ouvir… nunca mais se sente tão perdido.

Não te percas de ti mesmo; nem deixes que extingam o brilho que te habita.

Nunca se perca da sua essência, e jamais permita que apaguem sua chama.