Coleção pessoal de testeteste123
Nem tudo que machuca precisa ser anunciado… algumas dores são curadas quando são tratadas no lugar certo, não no lugar mais visível.
Janice F Rocha
Reality show planetário
Passaporte para Marte
será genial,quase utopia!
Lá, 24 horas e 40 minutos
tempo que dura um dia.
Aperte o cinto e certe o relógio
na hora do marcador de Marte local
Para viagem ,nada de ócio
dose de paciência é mais normal!
São 18:meses bailando -se. no ar
Nove para ir e nove, para voltar!
E,estando lá,
têm dois anos
para se aclimatar.
Marte é pequeno,
menor que a Terra,
que ousadia!
Mas, consegue criar
protocolo novo de garantia.
Os seus visitantes tem aprender
Um jeito moderno de cortesia
Há Tempo para o Tempo
Por Danilo Souza Santos
Há tempo para o tempo…
mesmo quando a gente acha
que tudo já passou.
Há tempo no silêncio,
no coração que espera,
no amor que não voltou.
O tempo não se perde,
ele ensina, ele molda,
ele cala e faz crescer.
Às vezes dói por dentro,
mas é no sofrimento
que aprendemos a viver.
Há tempo pra saudade,
pra lembrar de quem partiu,
pra sentir o que ficou.
Mas também há tempo novo,
pra um recomeço leve,
pra outro amor que ainda não chegou.
Não apresse os ponteiros,
nem force o destino a acontecer,
o que é seu vem no momento certo,
sem você precisar correr.
Porque há tempo pra tudo…
até pra se encontrar de novo,
depois de se perder.
Teu Sorriso é tão lindo que atrasa até meu pensamento. Chega primeiro, falar por você. Desliga meu caos em segundos. Faz meu azar virar sorte grande. Se esconde, o dia fica sem graça. Se volta, eu volto a acreditar. Não tem preço, mas custa minha paz. E eu pago feliz, todo dia.
Segundo estimativas da NASA, o programa para levar o homem à lua, em abril de 2026, já ultrapassou 90 bilhões de dólares. Especialistas sugerem que um investimento anual de 80 bilhões de reais seria suficiente para tirar a população brasileira da insegurança alimentar grave.
Benê Morais
Nunca foi segredo. E olha que, nesse mundo onde até o “bom dia” às vezes vem ensaiado, eu escolhi viver sem esconderijo. Meu primeiro amor sempre teve nome, lembrança, capítulos que nem sempre fecharam direito. E a pessoa que hoje divide a vida comigo sabe de tudo. Não porque foi confortável contar, mas porque esconder sempre me pareceu mais pesado do que encarar.
Eu aprendi, meio na marra, que omitir é só uma mentira bem vestida. E eu nunca fui boa em sustentar personagem. Uma hora a verdade escapa pelo olhar, pela pausa estranha no meio da conversa, pelo silêncio que diz mais do que qualquer frase. Então eu prefiro ser direta. Entrego tudo, às vezes até bagunçado, mas real. Porque amor que precisa de versão editada já começa cansado.
E no meio disso tudo, aconteceu uma coisa bonita, dessas que não fazem barulho, mas mudam tudo: nós escolhemos ficar. Não por falta de opção, não por medo de recomeçar, mas por decisão. Daquelas conscientes, quase teimosas. E foi aí que, sem perceber, a gente deixou de ser apenas duas histórias que se cruzaram… e virou o melhor amor um do outro.
Não porque somos perfeitos, longe disso. Mas porque decidimos cuidar. Cuidar das feridas que não fomos nós que causamos. Cuidar das inseguranças que vieram de outras histórias. Cuidar até dos silêncios, que às vezes dizem mais do que qualquer declaração bonita. A gente escolheu fazer feliz a vida que o outro não quis fazer. E isso tem uma profundidade que não cabe em frase pronta de rede social.
Teve dor? Teve. Teve momentos em que eu pensei que talvez a sinceridade fosse demais. Mas aí eu percebia que o que a gente estava construindo não cabia em metade de verdade. Era tudo ou nada. E a gente escolheu o tudo, mesmo sabendo que o “tudo” vem com passado, com marcas, com lembranças que às vezes ainda respiram baixinho dentro da gente.
E olha que curioso: quando você encontra alguém disposto a ficar de verdade, o passado perde o peso de ameaça e vira só contexto. Não é mais competição, não é mais sombra. É só parte da história que me trouxe até aqui. Até nós.
Hoje, eu não amo menos por ter amado antes. Eu amo diferente. Mais consciente, mais presente, mais inteira. Porque agora não é só sentimento. É escolha diária. É compromisso silencioso. É aquele tipo de amor que não precisa provar nada pra ninguém, só continuar existindo com verdade.
No fim, a sinceridade não garante perfeição, mas constrói algo muito mais raro: um amor que aguenta a realidade. E nós somos isso. Imperfeitos, verdadeiros… e, ainda assim, o melhor amor que poderíamos ser um para o outro.
Tem dias em que eu paro e penso que amar é quase um esporte radical, daqueles que a gente entra achando que é caminhada leve e, de repente, já está pendurada num penhasco emocional, sem equipamento, só com fé e um pouco de teimosia. E eu amei… amei de um jeito que não cabe em explicação bonita, dessas que ficam bem em legenda de foto. Foi um amor que existiu, que teve voz, que teve troca, que teve vida em algum canto do mundo. Não foi invenção da minha cabeça, não. Foi real. E talvez justamente por isso tenha doído tanto.
E aí vem a vida, com aquela elegância duvidosa dela, e me coloca dentro de outro amor. Um amor que não nasceu perfeito, que não veio embalado em promessas cinematográficas, mas que foi sendo construído no meio dos cacos. Porque é isso que ninguém conta, a gente não constrói amor só com flores, a gente constrói com restos também. Com pedaços que sobraram de histórias antigas, com silêncios desconfortáveis, com verdades que poderiam muito bem ter sido escondidas, mas não foram.
Eu poderia ter guardado esse amor antigo como um segredo bonito, desses que a gente esconde numa gaveta interna e visita de vez em quando, em silêncio. Mas não. Eu escolhi abrir. Escolhi colocar na mesa, olhar de frente, dividir. E isso… isso não é simples. Não é leve. Não é coisa de gente fraca. É coisa de quem decidiu não viver pela metade.
E ele ficou. Olhou para tudo isso e não saiu correndo. Pelo contrário, teve a coragem de me perguntar por que eu não escrevo sobre isso. Como se, no meio de toda essa bagunça emocional, ele ainda enxergasse arte. Como se ele dissesse, sem dizer exatamente: transforma essa confusão em algo bonito.
E eu fico pensando… que tipo de amor é esse que não exige perfeição, mas presença? Que não pede um passado limpo, mas um presente honesto? Porque, vamos combinar, talvez muita gente não suportasse. Talvez muita gente preferisse a versão editada da história, aquela sem capítulos difíceis, sem sentimentos atravessados. Mas a gente… a gente escolheu ficar.
E não foi porque era fácil. Foi porque, de algum jeito meio torto e muito humano, ainda existia vontade. Vontade de tentar, de reconstruir, de olhar para os degraus quebrados e, ao invés de desistir da escada, começar a consertar um por um.
Eu não sei se isso é o tipo de amor que vira conto de fadas. Provavelmente não. Mas talvez seja o tipo que vira verdade. E no fim das contas, verdade sustenta muito mais do que qualquer ilusão bem contada.
Então eu escrevo. Escrevo porque viver isso tudo e ficar em silêncio seria quase um desperdício emocional. Escrevo porque, no meio de tanta coisa que poderia ter nos separado, a gente decidiu, de forma quase teimosa, continuar.
E se isso não é uma forma bonita de amor… eu sinceramente não sei o que é.
Na nebulosa maravilhoso seres de luz caminham na luz celeste.
Gases nobres fazem o início da vida,
Seua existência no linear de nossas vidas sao apenas um percentual tão pequeno e mesmo assim contemplamos sua beleza...
Num caos caótico vemos final de uma estrela no seu último ato...
No frio do espaço sideral translúcido vemos aglomerados de rochas para os quais estão distantes em nossos sentimentos observamos o passado.
Entretanto temos nossos loucos ditadores, que deviam cuidar do povo e ter realizações notáveis, nos levado a um novo caminho no patamar da evolução...
Velhos ditadores que são expostos pela inata virtude que os tem como domínio...
