Coleção pessoal de testeteste123

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Deus sempre tem e faz o melhor por mim, desde quando amanhece o dia, até o cair da noite. Mesmo quando não entendo seus planos, confio em seu amor. Ele cuida de cada detalhe da minha vida e me fortalece para seguir com fé.

Mais importante que suas vestimentas, mais importante que seus sapatos, mais importante que seus cabelos; como anda seu amor próprio, sua autoestima?
Ela te livra de amores mentirosos, de quimeras, amizades falsas e do fingimento que te seduz.

"Se não aprender a ignorar muita coisa, ninguém encontra a felicidade."

⁠O que sobraria de nós, se pudéssemos desumanizar todos os que julgamos desprovidos de santidade?


Talvez restasse muito pouco — ou nada — não deles, mas de nós mesmos.


Porque, ao retirar do outro a sua condição humana, não estamos apenas julgando; estamos também esculpindo os contornos do nosso próprio abismo.


A desumanização nunca é um ato isolado: ela reverbera, ecoa, corrói silenciosamente aquele que a pratica.


É tentador acreditar que a falha alheia nos autoriza a elevar muros morais, como se pudéssemos habitar um território puro, livre das contradições que enxergamos nos outros.


Mas essa pureza é uma ficção assustadoramente confortável.


A linha que separa o “santo” do “profano” não é um muro — é um fio tênue que atravessa cada um de nós.


Quando negamos humanidade ao outro, fazemos isso porque reconhecemos, ainda que inconscientemente, algo dele em nós que nos incomoda.


A imperfeição alheia funciona como um espelho indesejado.


E, incapazes de sustentar esse reflexo, preferimos quebrá-lo — mesmo que isso custe a nossa própria integridade.


No fim, desumanizar é uma forma de fugir.


Fugir da complexidade, da empatia, da responsabilidade de reconhecer que ninguém é inteiramente digno de santidade — e, ao mesmo tempo, ninguém é completamente destituído dela.


Se pudéssemos, de fato, retirar a humanidade de todos os que julgamos indignos, talvez descobríssemos tarde demais que éramos os últimos a permanecer… e já não haveria mais nada de humano em nós para sustentar essa medonha solidão.

As armas mudam, mas a motivação é a mesma de séculos atrás. Se o sangue continua sendo derramado pelos mesmos motivos, não evoluímos; apenas modernizamos nossa capacidade de errar.

⁠... Chamam-me libertador da república,jamais serei seu opressor, disse Bolívar
sfj,caracteres

Vejo a atual crise cognitiva generalizada
como consequência
de uma desproporção profunda
entre prioridades e valores.


De um lado,
a digitalização,
onde quase todos já “nascem” ágeis,
rápidos, responsivos, treinados
para tocar, deslizar, reagir.


Do outro,
o processo
de alfabetização funcional,
lento, exigente, silencioso,
que pede tempo, atenção e permanência
para compreender, interpretar, elaborar.


Não se trata, porém,
de uma inteligência ampliada,
mas de uma habilidade deslocada,
onde sabe-se operar,
mas não necessariamente interpretar
e entender.


A velocidade
passou a valer mais
que a compreensão.


A resposta imediata
mais que a reflexão.


O acesso,
mais que o sentido.


E assim
se instaura o descompasso:


muita informação, pouca assimilação;
muita opinião, pouca elaboração;
muito ruído, pouca escuta;
muito falar, pouco dizer.


Talvez...
não estejamos diante
de uma falta de inteligência,
mas de uma inversão
de valores cognitivos,
onde pensar profundamente
se torna quase um ato de resistência.


Em decorrência...
a inteligência artificial
vai desenvolvendo-se
enquanto
a inteligência natural,
quando não estimulada
e exercitada,
corre o risco de adormecer.


Que não venhamos
a assistir, inertes,
à sua entrada
em coma profundo.
✍@MiriamDaCosta

⁠Se Deus abominasse os Pecadores e não o Pecado, certamente não haveria Arrependimento passível de Perdão.


Pode parecer uma inversão sutil, mas profunda o bastante para revelar o quanto a esperança humana estaria condenada desde o princípio.


Se o erro definisse o ser, e não apenas o seu agir, então cada falha seria uma sentença definitiva, cada queda um veredito irreversível.


Não haveria espaço para recomeços, nem sentido em reconhecer a própria culpa, pois o arrependimento não encontraria eco — apenas rejeição.


Mas há algo de profundamente restaurador na ideia de que o pecado é reprovado, não o pecador.


Isso separa o erro da essência, a falha da identidade.


Permite que o ser humano, mesmo em sua imperfeição, não seja reduzido ao pior de si.


É essa distinção que sustenta a possibilidade de transformação — não como um apagamento do passado, mas como um ressignificar do presente.


Arrepender-se, então, deixa de ser um ato de desespero e passa a ser um movimento de retorno.


Um reconhecimento de que, apesar das escolhas equivocadas, ainda há um caminho de volta.


E que — o Céu é uma escolha possível!


E o perdão, longe de ser uma absolvição barata, torna-se um convite à mudança genuína, à reconstrução interior.


Talvez o maior perigo esteja justamente em fazer o oposto: quando nós, humanos, passamos a condenar, a desumanizar pessoas em vez de atitudes.


Quando rotulamos, descartamos e definimos o outro por seus erros, nos colocamos na contramão daquilo que dizemos acreditar.


Criamos um mundo onde ninguém pode mudar, porque ninguém é visto além da própria falha.


No fim, a possibilidade do Perdão não revela apenas algo sobre o Divino, mas expõe também um desafio profundamente humano: aprender a olhar para si e para o outro com a mesma medida de Misericórdia que tanto desejamos receber.

A escola é que sempre nos dirá o que somos e o que seremos.
sfj,reflexões⁠

Não há de certo, melhor destino, no mundo, que ser poeta.
sfj,reflexões⁠

Entre os maiores artistas plásticos brasileiros com renome internacional do modernismo do século XX, está sem duvida alguma o artista Roberto Burle Marx, paisagista, pintor, gravador, muralista, ceramista, desenhista, designer de jóias, moda e objetos, escultor e cantor. Seu reconhecimento mundial no mundo da arte, o diferencia de outros grandes artistas brasileiros, pelo conjunto da obra, como é da mesma forma com artistas espanhóis internacionais, muitos consagrados, pela versatilidade das técnicas, tais como Picasso e Salvador Dali.

⁠Paz não se decide. Constrói-se.
sfj,reflexões

Eu multiplico as ideias em muito poucas palavras, disse o Filósofo.
sfj,reflexões⁠

A publicidade é uma ficção que age como realidade provisória.

O consumidor é um juiz que sentencia sob influência invisível.

A propaganda não convence, ela reordena prioridades internas.

O marketing é uma engenharia da falta.

Nenhuma marca vende objeto, todas vendem pertencimento.

O desejo humano é o maior ativo oculto das campanhas.

A linguagem publicitária é uma jurisprudência do encantamento.