Coleção pessoal de testeteste123

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💡 Gestão é, acima de tudo, cuidar do solo!

❤️‍🩹Cuidar do solo significa garantir que as novas sementes cresçam saudáveis, floresçam e deem bons frutos.
🍎 Também é nutrir a terra para que as árvores já formadas produzam mais e sirvam de referência para as que estão chegando. 🌳 No mundo corporativo, essa metáfora é fundamental:
🌱 O bom gestor cuida da base: Ele prepara o terreno para que os novos talentos cresçam no caminho certo.
✂️ Feedback é poda necessária: Ser assertivo com profissionais experientes significa ajustar excessos para potencializar resultados.
🏙️⚡️As grandes referências em liderança estudam o solo e sustentam a base. 📊 Elas promovem um crescimento constante, transformando potencial em expertise e promovendo a evolução hectare por hectare, metro por metro.
👣 E você? Já estudou e adubou seu solo hoje? 🤔
A colheita é incerta quando o processo é desconhecido. Mas, quando o método é compartilhado e cristalizado, a produção se maximiza! 🚀✨
#Gestão #Liderança #Desenvolvimento #CulturaOrganizacional #Resultados

Tempo perdido de fato, é aquele que você acredita que o errado que sempre deu errado, hoje vai dar certo.

A razão pertence aos parvos.


Muito se discute, chegando-se até ao extremo de agressões verbais e físicas na tentativa de impor a própria razão.


Esse fato, tão instintivamente primitivo, lamentavelmente ilustra o triste processo de perder a razão, mesmo quando ainda existia algum vestígio dela.


A razão é um complexo entrelaçamento de múltiplas razões.
Reconhecer e respeitar essa complexidade são prerrogativas individuais para um processo cívico de crescimento, evolução cognitiva e equilíbrio emotivo nas relações humanas.


Mas…
infelizmente, somos medíocres anões diante dessa gigante capacidade evolutiva que nos habita.


O universo da razão está a anos-luz
do céu ofuscado
pelas razões humanas.


✍@MiriamDaCosta

Sobre o amor: não tive sorte, mas acho bonito...

Gente ou robô


Me fale de tudo.
Tudo o que quiser, tudo o que sentir vontade.
Uma mentira contada com sorriso
Parece uma grande verdade.
Você faz o que não tem vontade
Quando não tem vontade de fazer.
E ainda escuta: quando você vai crescer e deixar de fazer só o que você quer?
Quando vais deichar de ser como criança mimada que só faz quando quer e o que quer?
Aí me calo!
Não me falo o que sinto, não me deixo vê o que realmente quer de mim.
E isso mata o que comessou a nascer.
Mata um pouco do meu calor.
Meu corpo fica gelado.
Meu corpo fica flácido...
O sol queima a epiderme,
Mas já não aquece.
A luz clareia os olhos,
Mas não me fazem enchergar.
Tem um barulho atingindo meus tímpanos,
Mas não consigo ouvir.
Meu corpo esta em processo de cetogeniose mútipla, mas ainda me move.
Contudo não saio do lugar...
Meu sorriso é vazio
Meu olhar não vê
Meus lábios não falam.
Meu corpo é mecânico.
Já não sei se sou gente, ou um robô?
Já não sei se sinto o que sinto, ou se sou formatada a achar que sinto.
Já quiz tanto e hoje me bastaria saber o que sou!

Imagine você, seu filho e o semelhante: fazer brotar o "amar ao próximo como a si mesmo" sem a Bíblia — isso é, de fato, muito sábio. Do contrário, seguindo as Escrituras, você apenas lê, mantém o conteúdo árido na mente e o racionaliza; pois o que você busca é o fazer brotar: reinteligir, captar a coisa por dentro, na prática, no nexo da vida, para impregnar na alma.

"Com sonhos sem limites e abraços sem fim, construímos um futuro melhor para nossas crianças."

"Quem se sente onipotente por portar uma arma desconhece o verdadeiro poder adquirido através de apenas um livro, que pode mudar sua vida, e alterar sua mente."

Não se preocupe comigo
Eu sempre naufrago...mas
Sempre volto à superfície
Sempre sou pássaro sobre a planície
Sempre afago o fogo
E assopro aos olhos do tempo.
Não se preocupe
Eu sempre bebo dos piores venenos
E sobrevivo...
Não há perigo!Não se preocupe comigo!
Sou feita de uma outra matéria,
E sempre tenho tesouros entre minhas toscas misérias,
Sou feita de ametistas trançadas e pérolas
E quanto mais negro o meu dia,
Mais doce é minha poesia!
Não se preocupe comigo
Ou com minha concha vazia
Não há perigo!
É de entre essas rudes coisas
Que arranco minha alegria.

Eu na madruga


daquilo que não passou, o que fica?
A saudade tem várias facetas. Às vezes várias faces.
Minha maior saudade é daquilo que não vivenciei, por mais paradoxal que isso soe.
Aquilo que fica guardado na memória pode ser resgatado, digamos que revivido com uma intensidade menor do que a vivência original.
Mas e aquilo que não foi registrado, que não foi vivido? E que não tem possibilidade alguma de se efetivar? Sim, estou pensando em quem partiu sem um adeus, sem despedida, sem um tchauzinho.
A morte é mesmo um mistério. Assim como a vida também o é.
As lágrimas vêm para purificar a alma, para abrir espaço para a leveza, para fazer vir a tona aquelas boas lembranças que estão nos detalhes mínimos, em algumas circunstâncias, nas cores, nos cheiros, nas semelhanças ou nos contrastes, enfim em quase tudo tem um pouco daquilo que ficou para trás. Essa sensação é indescritível. É um misto de valeu a pena com gostinho de quero mais.
Mas a interrupção sem aviso prévio deixou irrealizável o que estava por vir. E, novamente, a saudade não é do que ficou para trás, mas daquilo que não aconteceu.
A saudade também tem nome. E endereço fixo: coração e alma de quem a sente.

E a vida vai passando. O tempo não poupa nada, nem ninguém.
Tem gente guardando emoções para sabe-se lá quando sem perceber que esse tempo pode não chegar.
Fazer agora o que poderia ser feito depois não é burrice. Num piscar de olhos tudo pode se transformar em saudade. E aí, meus caros... ah aí a saudade do que não aconteceu pode vir e a gente só vai poder ficar com a clássica pergunta "como teria sido se?".

Tem uma música dentro de mim
G
Que eu tento calar, mas não tem fim
Am
Ela cresce, me toma sem pedir
F
Quando eu vejo, já fez eu sentir
C
É chama viva, não dá pra esconder
G
É como um grito querendo viver
Am
Se eu me entrego, eu volto a ser
F G C
Tudo aquilo que eu nasci pra ser
Helaine machado

Onde foi que a gente se perdeu
no caminho de crescer?
Em que esquina da vida
deixamos de ser?
Ser criança é tão simples…
tudo vira descoberta,
o mundo é uma porta aberta
pra quem só quer aprender.
Helaine machado

Jamais tentaríamos Deslegitimar a opinião contrária ou Padronizar comportamentos, se tivéssemos Maturidade suficiente para aceitar e respeitar a Complexidade e a Diversidade que há num mundo habitado por mais de oito bilhões de pessoas.

Mas a verdade é que a diversidade nos confronta.

Ela expõe nossos limites, desafia nossas certezas e nos obriga a conviver com o desconforto de não sermos donos da razão.

Em vez de encarar isso como uma oportunidade de crescimento, muitas vezes escolhemos o caminho mais fácil: rotular, reduzir e silenciar.

Deslegitimar o outro é, no fundo, uma tentativa de autopreservação.

Quando invalidamos uma opinião diferente, não estamos apenas discordando — estamos tentando proteger nossa própria visão de mundo de qualquer ameaça.

É como se admitir a legitimidade do outro fosse, automaticamente, enfraquecer a nossa.

Da mesma forma, padronizar comportamentos nasce de um desejo de controle.

O imprevisível nos assusta, e a diversidade é, por natureza, indomável.

Então, criamos normas rígidas, expectativas engessadas, julgamentos rápidos — tudo para transformar o caos da pluralidade em algo que pareça mais seguro, mais compreensível, mais conveniente.

Mas essa falsa sensação de ordem tem um custo alto: empobrece nossas relações, limita nossa capacidade de aprender e nos distancia da essência humana, que é, inevitavelmente, múltipla e contraditória.

A maturidade não está em concordar com tudo, nem em abrir mão de convicções.

Está em reconhecer que o outro, mesmo sendo diferente, carrega uma lógica, uma história e uma verdade que não precisam coincidir com as nossas para serem válidas.

Respeitar a complexidade do mundo é aceitar que não há uma única forma correta de existir.

É entender que a convivência não exige uniformidade, mas sim disposição para escutar, refletir e, sobretudo, coexistir sem a necessidade constante de vencer.

No fim, talvez o verdadeiro sinal de evolução não seja a capacidade de convencer, mas a coragem de conviver com o que não controlamos — inclusive o pensamento do outro.

Frutos Humanos
Marco Arawak


Se a gente fosse explicar as pessoas como frutas, ia economizar muita terapia.
Ou pelo menos ia deixar o sofrimento mais organizado por categoria.


A banana é perfeita. Presente, fácil, resolve tudo, não complica.
Ou seja… completamente ignorada.
Porque se não te dá ansiedade, você nem reconhece como interesse.


A maçã é padrãozinho. Bonita, alinhada, parece saudável emocionalmente.
Você morde e descobre que já estava machucada faz três relacionamentos… só bem administrada.


A pera é madura, tranquila, sabe o que quer.
Basicamente tudo que você vive postando que procura…
e tudo que você ignora porque “não sentiu química”.
Química, no seu caso, é trauma com boa comunicação.


A uva é golpe silencioso.
Você pega uma achando que é leve… quando vê já está emocionalmente comprometido com um cacho inteiro de problema que ninguém combinou.


A cereja então… aparece pouco, fala pouco, some do nada.
Você cria uma história inteira.
A pessoa só mandou um “kkkk” e você já estava escolhendo nome de filho.


A manga é intensidade. Chega doce, quente, envolvente.
Você sabe que vai dar trabalho.
Mas vai mesmo assim, com a autoconfiança de quem claramente nunca aprende.


O morango é lindo. Perfeito. Instagramável.
Dura menos que promessa de “vamos ver no que dá”.


A melancia é animada, social, divertida.
Mas na intimidade… às vezes é só água gelada ocupando espaço emocional.


O melão é o primo que ninguém chamou mas apareceu.
Não é ruim… mas você também não lembra por que está ali.


O abacaxi tem fama de difícil que vale a pena.
Na prática, às vezes é só difícil mesmo e você está insistindo porque já investiu tempo demais pra admitir que errou.


O maracujá parece equilibrado. Vibe zen.
Três minutos sem resposta e já está escrevendo um roteiro completo de abandono.


O limão não tem filtro. Fala tudo.
Machuca? Machuca.
Mas pelo menos não te deixa meses tentando entender o que quis dizer com “depois a gente vê”.


O coco é fechado. Muito fechado.
Quando finalmente se abre… você já está emocionalmente em outro estado, com outra pessoa e outro trauma.


O kiwi é o diferentão.
Você julga, ignora… depois descobre que era bom e fica com cara de quem perdeu promoção por preconceito.


A tangerina é envolvente. Cheiro forte, presença marcante.
Mas dá trabalho, faz bagunça e deixa rastro.
Inclusive na sua paz.


A goiaba é sincera. Simples, direta, cheia de caroço.
Não é perfeita… mas também não te faz perder tempo fingindo que é.


A laranja é sociável. Fácil de gostar, fácil de dividir.
Mas sempre tem uma amarga pra te lembrar que você confia demais no básico.


E o abacate…
o abacate não é pra qualquer um.
Tem gente que prova e fala “não tem gosto”.
Claro que não tem… você também não tem maturidade pra sentir.


No fim, ninguém é só uma fruta.
Tem dia que a pessoa está madura, no outro está verde… e ainda assim quer ser tratada como sobremesa premium.


O problema nunca foi o tipo de fruta.
É você ignorar as boas, correr atrás das complicadas e depois abrir o Instagram pra postar “ninguém presta”.


E sejamos sinceros…
você não quer algo diferente.


Você quer o mesmo erro…
só que com uma casca nova pra não parecer repetição.

Poesia Voluntários da Pátria I
Até quando esperar?
Até quando esperar se nada mudou,
se nada te importa?
Até quando esperar se é complicado te dizer alguma coisa?
Até quando esperar se já se perdeu,
se ficou pra trás?
Mas não é nossa culpa,
não é desculpa.
Pois eu sei que uma só força da fração do seu amor,
desse amor que só acontece quando realmente se quer,
é grande,
é como se fosse um “eu te amo” na primeira semana.
Ouvir um “eu te amo” na primeira semana
faz disparar seu coração,
despeja na corrente sanguínea adrenalina suficiente pra você nunca ter que pular de paraquedas na vida,
te faz sentir vivo.
E mesmo sabendo
que toda a riqueza que anda por aí tá nas mãos erradas,
que existe corrupção,
que existe injustiça,
a força de um “eu te amo” na primeira semana
nos dá a certeza de que
juntos
nós vamos ganhar o mundo.
Ainda que hoje seja um dia comum.

Quando a sensibilidade e a ação convergem,
a solidariedade emerge.

A MENTIRA SINCERA:::::::::::::::


Me desculpe, mas eu menti para você.
Menti, quando disse que por você
Não sentia mais nada.
Menti, quando disse que desejo ser apenas amigo.
É, eu minto, desculpa, eu minto.
Tudo aquilo que eu dizia que era crescente, latente,
que era amor verdadeiro.
Tudo aquilo esta vivo.
Vivo e vive aqui dentro de mim.
Este sentir, simplesmente adormece dentro,
como um vulcão esperando o momento
da erupção, para assim derramar sobre você
as larvas de amor contidas em minhas profundezas.

Observe o mundo com olhar crítico.

Imagine você, seu filho e o próximo: despertar o 'amor ao semelhante' por conta própria, sem fórmulas prontas — isso é, de fato, a verdadeira sabedoria. Do contrário — apenas seguindo escrituras — você só lê, guarda o conteúdo frio na mente e o racionaliza; o que você busca é fazer florescer, reinteligir para gravar no fundo da alma.

Teu Nome é Certeza


Cada dia que passa
a distância aperta o peito,
mas é prova, não sentença:
é o gatilho da presença.
Porque quanto mais longe,
mais eu sinto que é pra valer.
Isso se chama compromisso — e eu escolhi você.


Cada segundo juntos
não volta, mas deixa marca.
É escassez virando força:
o tempo é pouco, então é nosso.
E a cada riso, a cada toque,
a certeza se fortalece.
Isso se chama prova:
nós amamos, sim. Acontece.


Saiba disso sem dúvida:
você é meu tesouro, meu bem mais precioso.
Exclusividade que não se compra,
não se troca, não tem igual.
Se perdesse o mundo inteiro
e ficasse só você,
eu ainda seria rico.
Isso se chama autoridade — do meu coração por você.


Então que a distância tente.
Ela só me faz lembrar
do motivo que me move:
voltar pra casa, que é teu olhar.