Coleção pessoal de testeteste123

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O "Irmão Jacob" (Pernambuco / Rio de Janeiro) - Frederico Figner.
Período: 1866 – 1947.
Local: Nascido na República Tcheca, mas adotou o Brasil via Recife e Rio de Janeiro.

VOCÊ SABIA?

Que o homem que trouxe a música gravada para o Brasil também nos trouxe notícias fresquinhas do Além?
Frederico Figner foi um gênio dos negócios, dono da famosa Casa Edison e o primeiro a gravar a voz dos brasileiros em discos. Ele era um espírita dedicado e vice-presidente da FEB, mas a maior surpresa veio depois da sua desencarnação. Ele voltou, através das mãos de Chico Xavier, usando o pseudônimo "Irmão Jacob" no livro "Voltei". Com muita honestidade e bom humor, ele contou que, mesmo sendo um "bom espírita" na Terra, levou cada susto e cada lição no plano espiritual que serviu de alerta para todos nós: a reforma íntima não é brincadeira, mas vale a pena!

O Figner gravou os maiores cantores do Brasil, mas o maior sucesso dele foi o "single" chamado Voltei. E você? Se voltasse hoje para dar um recado, ia dizer "estudei muito" ou "vivi fazendo maratona de série e esqueci do Evangelho"?

E assim completamos nossa primeira semana de homenagens! O que achou dessa sequência?

Ecos Da Confusão (Haniely Rocha)



Diante de muitas incertezas, em um mundo que antes era vazio e de solidão,
surge uma luz que mora em meu coração.
Já que muitos não me notam em palavras ou expressão,
guardo tudo aqui dentro, minha simples confusão.
Escrever até que ajuda, já que aqui eu não sou vista.
Fiquem com minhas palavras, vivências jamais vividas.
Só desejo que a luz não vá embora outra vez,
pois achei lindo enxergar as cores da sensatez.

A CONSTITUIÇÃO DIVINA.
Autor: Richard Simonetti.

A SUPREMACIA DA LEI MORAL SOBRE AS LEIS HUMANAS.

A obra A Constituição Divina, de Richard Simonetti, apresenta-se como um tratado de elevada densidade moral e filosófica, cujo escopo transcende a mera análise das instituições humanas, para alcançar a essência daquilo que se poderia denominar a arquitetura invisível da justiça universal. Logo nas primeiras páginas, o autor estabelece um contraste de notável lucidez entre a constituição dos homens e a Constituição de Deus, conduzindo o leitor a uma reflexão que não se limita ao campo jurídico, mas adentra as esferas da consciência, da ética e do destino espiritual.
Ao definir o conceito de constituição como a lei fundamental de um Estado, responsável por organizar os poderes, regular direitos e deveres e estruturar a vida social, o texto evidencia uma fragilidade intrínseca às legislações humanas. Estas, embora necessárias, revelam-se frequentemente ineficazes na sua aplicação plena, seja pela limitação das instituições fiscalizadoras, seja pela inclinação humana à transgressão velada, muitas vezes legitimada por expedientes culturais como o chamado "jeitinho". Surge, então, a crítica sutil, porém incisiva, à distância entre a norma escrita e a prática vivida, distância essa que compromete o ideal de justiça.
É neste ponto que a obra eleva o pensamento do leitor a uma dimensão superior. Acima das leis transitórias e imperfeitas dos homens, afirma-se a existência de uma legislação divina, soberana, imutável e universal. Essa lei não depende de tribunais, decretos ou sanções externas, pois encontra seu tribunal na própria consciência do indivíduo. Trata-se de uma ordem moral inscrita na essência do ser, cuja vigência independe de reconhecimento formal, mas cuja atuação é inexorável. A felicidade e o sofrimento deixam de ser compreendidos como meras contingências da vida material, passando a ser interpretados como efeitos diretos da harmonia ou desarmonia com essa lei superior.
A citação da questão 619 de O Livro dos Espíritos introduz um elemento doutrinário de profunda relevância. Quando se afirma que todos podem conhecer a lei divina, mas nem todos a compreendem, estabelece-se uma distinção entre acesso e assimilação. O conhecimento, por si só, não garante a vivência. É necessário o esforço consciente, a investigação sincera e a disposição moral para internalizar tais princípios. Aqueles que se dedicam a esse labor íntimo tornam-se os verdadeiros intérpretes da lei divina, não por erudição, mas por vivência.
O progresso, nesse contexto, não é apresentado como uma opção, mas como uma necessidade inevitável. A humanidade caminha, ainda que lentamente, rumo à compreensão dessa lei, pois o próprio mecanismo da existência impele o ser à evolução. As experiências, os conflitos, as dores e as alegrias funcionam como instrumentos pedagógicos dessa grande escola universal, onde cada consciência é simultaneamente aluno e juiz de si mesma.
A relevância desta obra reside, portanto, na sua capacidade de reconduzir o pensamento moderno a uma visão mais elevada da justiça. Em tempos em que se deposita excessiva confiança nas estruturas externas, o texto convida à introspecção, ao exame de consciência e à responsabilidade individual. Não se trata de negar a importância das leis humanas, mas de reconhecê-las como reflexos imperfeitos de uma ordem maior, que exige do indivíduo não apenas obediência, mas compreensão e integração.
A Constituição Divina, nesse sentido, não é um código escrito, mas uma realidade viva, pulsante na intimidade de cada ser. Ignorá-la é iludir-se com aparências transitórias. Compreendê-la é iniciar um processo de alinhamento com as forças mais elevadas da existência.
E é nesse silencioso tribunal interior, onde não há testemunhas nem advogados, que cada espírito escreve, dia após dia, a verdadeira carta magna de sua própria consciência.
Texto de Análise: Marcelo Caetano Monteiro .

Não traio nem a mim mesmo, quem dirá as outras pessoas.

O outro pode ter a opinião, mas só você tem a sensação. Não troque a sua verdade pelo conforto de ser aceita por quem não sente o que você sente.


SerLucia Reflexoes

O destino é um convite pessoal. Se você passar a vida esperando que o outro aceite o convite por você, a festa vai acabar sem que você tenha entrado.


SerLucia Reflexoes

Os políticos deveriam falar menos e trabalhar mais, é isso que a população espera de vocês.

"Reflexão de vida"
"A ira não é pecado; pecado é o que voce faz quando está irado.
Quem não tem domínio próprio acaba se
tornando refém das próprias ações.
Sentir ira é humano, mas reagir sem
autocontrole é abrir espaço para consequências que poderiam ser evitadas quando se aprende a governar as próprias reações"
@Suédnaa_Santos.

Libertino do capitalismo...
Entre dilúvio das moedas queimadas.
O real motivo e o real em seus bolsos
No peito uma camisa ver e amarela.
Traidor de uma patria
Doma o povo com ossos e resto de comida...
Filhos da alienação, palhas de um patria.
Somos esquecidos numa prisão de balelas discursos falsos.
Eco centrismo da palco ao empobrecimento do intelecto político e desequilíbrio de tomar decisões.
Vemos aglomerados de pessoas tornando se evidência da coisificação.

Com a exuberância do Gravatá
que floresce em abril,
Existe uma festança que não
permite ser o que não sou;
Com o olhar voltado
para a estação eu estou.


Feminina, arraigada e devota
ao que é da minha terra,
Não preciso de enfeites
porque minh'alma amorosa
o Hemisfério Celestial Sul
com orgulho secreta.


Pequenos jardins não tem
a minha mínima afinidade,
Só me encontro onde há
floresta em liberdade,
na beleza que se discreta
com plenitude e serenidade.

No Quintal da Infância a Ludicidade Enriquece

Num quintal de poucos detalhes, mas de muita riqueza: a infância que se encanta com a simplicidade e o adulto que, por alguns instantes, volta a ser criança — um lúdico de reciprocidade que nos enche de esperança.

Acredite no poder dos seus sonhos e na força de todo seu potencial. Com determinação e persistência, você é capaz de alcançar grandes feitos! Cada novo dia é uma chance para lutar e vencer. Viva com gratidão e foco no seu objetivo, trabalhe incansavelmente e, mesmo que demore, você vai chegar onde deseja. Você é mais forte do que imagina! Confie nas suas capacidades, mantenha uma atitude positiva e jamais pense sequer em desistir dos seus sonhos. O mundo está esperando pelas suas realizações.

Guerra dentro e fora da gente. O mundo se encolhe cada vez que o ser humano se movimenta. E a vida , segue frágil, esquecida em um canto, com as vestes rasgadas e sujas, olhar perdido no nada...

⁠Não há ausência de sentimento maior e mais medonha do que a dos que se atrevem a julgar o sentimento alheio.


Há uma estranha soberba em quem se coloca como árbitro da dor do outro, como se emoções fossem fatos mensuráveis, passíveis de perícia tão gélida.


Julgar o sentimento do outro é, antes de tudo, ignorar a vastidão invisível que cada pessoa carrega — histórias não contadas, cicatrizes que não se exibem, batalhas travadas no silêncio.


Quem invalida o sentir alheio, muitas vezes, não o faz por força, mas por ausência — ausência de empatia, de escuta, de profundidade…


É mais fácil desqualificar do que compreender; mais confortável rotular do que acolher.


Afinal, reconhecer a dor do outro exige, inevitavelmente, encarar as próprias limitações emocionais.


Mas sentimentos não obedecem à lógica dos tribunais.


Eles não precisam de provas, tampouco de aprovação.


Sentir é, por si só, um ato muito legítimo.


E cada emoção, por mais incompreensível que pareça, nasce de um lugar real dentro de quem a vive.


Talvez a verdadeira humanidade resida menos em explicar o que o outro sente e mais em respeitar que ele sente — mesmo quando não entendemos, mesmo quando não concordamos.


Porque, no fim, a maior pobreza não está em sentir mais ou sentir menos, mas em sentir tão pouco a ponto de negar a existência do sentimento alheio.

​Enquanto os cães uivavam no topo do morro, o luar trespassava a bruma das nuvens, iluminando a carruagem que seguia solitária pelo vale.

Minha mãe é tudo para mim, mesmo tudo.

Mãe, e quando eu pensava que a minha vida já estava arruinada, apareceste tu. Mãe só há uma!

Se a mente grita perigo, que a alma sussurre paz. Você é o céu, os sentimentos são apenas as tempestades que passam.


SerLucia Reflexoes

⁠Uma grande obra não soçobra pela mentira nem pela calúnia.
sfj,pensamentos

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*Viúva de Marido Vivo*


Ele se comportou como o próprio diabo. Mentiras embaladas em papel de promessa, falso amor entregue com laço. Seduziu como serpente antiga, repetiu a história de Eva sem nem disfarçar.


Agora diz que viveu no inferno. Que não aguenta mais.


Se você não aguenta, me diz: como ficou quem foi enganada?


Você foi embora sem sair de casa. Levou as promessas de amor eterno, o cuidado que nunca existiu, e deixou o corpo. Ficou. Presente de carne, ausente de alma.


E eu? Eu virei viúva de marido vivo. Velo um casamento na sala enquanto o defunto assiste TV.


A serpente não foi expulsa do paraíso. Ela comprou o sofá.


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*Créditos: Texto original por Mikaele Tavares, reescrito em forma de crônica por Luna 💙*