Coleção pessoal de testeteste123

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Eu amo o jeito que você cuida de mim nas coisas pequenas. Pode ser uma mensagem perguntando se eu comi ou um abraço mais apertado quando o dia foi ruim. Isso vale mais que qualquer presente.


DeBrunoParaCarla

O dia foi cansativo e o mundo tá **** demais. Mas é só falar com você que tudo acalma. Você é aquele descanso que eu não preciso nem pedir, só sentir. Obrigado por ser meu lugar seguro.


DeBrunoParaCarla

A gente não é perfeito, e eu nem queria que fosse. A gente briga, discorda, tem dias que cada um tá no seu canto. Mas o que eu mais gosto na gente é que, no fim do dia, a gente sempre escolhe o nós Não tem orgulho que seja maior do que a vontade de ficar junto. É bom saber que eu tenho alguém pra dividir a pizza, e os sonhos. Ter você é ter a certeza de que eu nunca vou precisar encarar a vida sozinho.


DeBrunoParaCarla

Às vezes eu fico te olhando enquanto você tá distraída, fazendo qualquer coisa comum mexendo no celular ou reclamando de alguma merda que eu fiz... E eu fico pensando...caramba, como é que essa pessoa virou tudo pra mim?. É que o amor não tá nos filmes, né? Ele tá no jeito que você lembra de me perguntar se eu cheguei bem, ou na forma como você sabe exatamente quando eu não tô legal, mesmo quando eu digo que tá tudo bem. É na simplicidade que você me ganha todo santo dia.


DeBrunoParaCarla

Quando comecei a te amar percebi que o meu coração não me pertencia mais, e tudo bem.


DeBrunoParaCarla

Algumas pessoas são destinos, você é o meu caminho inteiro


DeBrunoParaCarla

Você tem esse hábito de me salvar de mim mesmo sem nem perceber


DeBrunoParaCarla

FIBROMIALGIA


Ela acorda antes do despertador.
Não porque queira — mas porque o corpo chama.


A fibromialgia não grita, ela sussurra em forma de peso.
É como se a noite tivesse deixado pedras espalhadas pelos músculos. Levantar não é apenas sair da cama. É negociar com o próprio corpo. É dizer: “Vamos, mais um dia.”


Ela aprende a se erguer devagar, como quem respeita uma maré.
Há dias gelados em que o frio parece morar dentro dos ossos. Há dias cinzentos em que o mundo olha para ela e diz: “Mas você nem parece doente.”
E ela sorri — aquele sorriso treinado, que esconde tempestades.


A fibromiálgica luta contra algo invisível.
E lutar contra o invisível exige uma coragem que ninguém aplaude.


No espelho, às vezes vê cansaço.
Mas também vê força.
Vê uma mulher que, mesmo com o corpo pedindo repouso, escolhe colocar cor no vestido. Um batom mais vivo. Um brinco que dança com a luz. Se o mundo insiste em cinza, ela responde com amarelo. Se o clima fecha, ela procura o sol — nem que seja o sol da própria fé.


Ela aprende sobre tolerância — não apenas a dos outros, mas a dela consigo mesma.
Aprende que produtividade não define valor.
Aprende que descansar não é fracassar.
Aprende que sentir dor não é ser fraca.


E quanto aos outros…
Ah, como seria bonito se todos entendessem que a dor invisível também dói. Que a fadiga não é preguiça. Que a sensibilidade não é drama. A pessoa com fibromialgia não quer pena — quer compreensão. Quer que respeitem seus limites sem que precise justificar cada passo mais lento.


Ainda assim, ela segue.
Com resiliência de quem já enfrentou invernos longos.
Com a esperança de quem sabe que o clima muda.
Com a firmeza de quem transforma dor em delicadeza.


Porque viver com fibromialgia é, todos os dias, escolher florescer em meio ao próprio inverno.

“Nordeste em Cada Batida do Coração”


(por Marcilene Gomes do Monte — dedicado ao Dia do Nordestino)


No sertão nasce o sol primeiro,
Queimando a terra, dourando o chão,
Mas o povo — forte e inteiro —
Transforma a seca em superação.


Tem cheiro de café coado,
De bolo de milho e cuscuz,
Tem viola, zabumba e aboio entoado,
E um forró que acende a luz.


Na palma da mão o batuque gira,
O sanfoneiro arrasta emoção,
De Luiz Gonzaga à zabumba que inspira,
É poesia em forma de canção.


O vento que sopra do litoral
Traz cheiro de mar e saudade,
Das jangadas que voltam triunfal,
E do amor pela simplicidade.


Nordeste, chão de fé e esperança,
De rendeiras, vaqueiros, cordel,
Cada olhar carrega a lembrança,
De um céu sempre azul e fiel.


No tempero — o sabor do abraço,
No prato — história e raiz,
Carne de sol, baião no compasso,
É fartura que o povo diz.


E quando o mundo lhe vira as costas,
O nordestino levanta e sorri,
Pois carrega no peito respostas
Que o tempo jamais redimiu.


Fez o Brasil com suor e coragem,
Com arte, canção e paixão,
É o retrato vivo da paisagem
Que molda a alma da nação.


Nordeste, tua força é poesia,
Tua luta, canto e fé.
És o sol que nasce todo dia,
Mesmo quando o mundo quer ser maré.

Outono


Há dias em que acreditamos
que nada se move,
que o cinza se instala
e o vento só traz despedidas.


Mas o outono sussurra
que a mudança não chega de repente:
ela começa em pigmentos,
em tons que ardem nos olhos —
laranjas, vermelhos, amarelos,
um fogo silencioso antes da queda.


As folhas cedem devagar,
soltam-se em coragem,
aceitam o chão
como quem aceita o próprio destino.


A árvore, nua,
não é fraqueza —
é força em repouso,
guardando em silêncio
a seiva da próxima primavera.


Assim somos nós:
precisamos perder camadas,
despir memórias,
para que o novo encontre espaço.


Resiliência não é resistência:
é confiança na passagem,
é coragem no cair,
é força no recomeçar.


O outono nos ensina:
a beleza também está
no processo da despedida.

Se o meu brilho fere teus olhos, talvez seja porque você nunca ousou acender o seu.”

“Minha autenticidade é tempestade demais para quem só conhece a calmaria das máscaras.”⁠

⁠“Podem vestir minhas roupas, copiar meus gestos, mas jamais carregarão minha alma.”

“Sou inspiração até para aqueles que me negam: espelho que devolve o que falta.”⁠

⁠Enquanto me copiam, sigo inventando universos que não cabem em moldes alheios.”

O Apocalipse não é a destruição do mundo, é a queda das religiões todas que tentam ser donas de Deus e de como ele contataria os humanos de forma livre, sem intermediários do lucro com a Fé natural.

⁠Ser mulher é transformar o silêncio em voz e a lágrima em oceano de sabedoria.

⁠Ser mulher é transformar feridas em raízes e delas fazer nascer florestas.

⁠A mulher não é feita apenas de força, mas da coragem de florescer até nos desertos.

Mulher é resistência que canta, é ternura que luta, é vitória que inspira.
Não é o peso da vida que a define, mas a forma como ela escolhe levantar-se.