Coleção pessoal de testeteste123
A moral, o amor, a própria continuação da vida são resultados dum cálculo mental de utilidade, que sentimos sem jamais acessar seus mecanismos internos.
Meus amigos!
Prestem atenção!
Não estamos diante de uma reflexão comum,
não estamos diante de um exercício retórico vazio—
estamos diante de uma realidade moral inescapável!
Os tempos mudam? Mudam!
As sociedades evoluem? Evoluem!
Os sistemas se sofisticam? Sem dúvida!
Mas há um elemento— um elemento central, absoluto, irrefutável—
que não se altera!
O juízo sobre as ações humanas!
E não se trata de opinião!
Não se trata de interpretação subjetiva!
Trata-se de consequência!
Está escrito— e quando está escrito, meus amigos, exige compreensão:
“Pesado foste na balança, e foste achado em falta!”
Ora, vejam bem!
Não foi por ignorância!
Não foi por ausência de recursos!
Não foi por falta de oportunidade!
Foi por escolha!
Escolha consciente!
Escolha deliberada!
Escolha reiterada ao longo do tempo!
E aqui reside o ponto central— prestem atenção!
Vivemos na era da informação!
Há conhecimento disponível!
Há normas estabelecidas!
Há sistemas estruturados!
Há mecanismos de controle!
E, ainda assim—
o que se observa?
A erosão da integridade!
A flexibilização da ética!
A normalização do desvio!
E não me venham— não me venham!—
com justificativas frágeis!
Não me venham com determinismo social!
Não me venham com a tese de que o meio define o indivíduo!
O homem íntegro—
é íntegro em qualquer ambiente!
Coloquem-no entre corruptos— ele não se corrompe!
Submetam-no à pressão— ele não se dobra!
Ofereçam vantagens— ele não se vende!
Porque integridade—
não é circunstancial!
É decisão!
Agora, eu lhes faço uma pergunta—
e respondam, não a mim— mas à própria consciência:
Quando foram colocados à prova—
o que fizeram?
Escolheram a conveniência?
Ou escolheram a verdade?
Optaram pelo silêncio confortável?
Ou assumiram a responsabilidade do que é justo?
Porque, ao final— e isso é inevitável!—
Não será o sistema que os julgará!
Não será o contexto que os absolverá!
Será algo muito mais rigoroso—
a coerência!
Coerência entre o que sabiam—
e o que efetivamente praticaram!
E contra isso—
não há argumento!
Não há defesa!
Não há fuga!
Portanto—
Se ainda há entendimento— utilizem-no!
Se ainda há tempo— corrijam o rumo!
Se ainda há consciência— alinhem-na com o que é justo!
Porque o futuro— não é previsão!
O futuro é consequência!
E a consequência começa onde?
No presente!
Na decisão correta!
Na postura firme!
Na integridade inegociável!
Reflitam! Ainda há tempo— mas não haverá desculpas!
Não É Voto, É Sobrevivência
Democracia… dizem.
Mas nas urnas, o povo vira número,
e nas mesas de poder,
vira moeda — trocada no escuro.
Eleição não é festa,
é leilão disfarçado de escolha,
promessas sobem no palco…
e caem antes de sair da folha.
Quem paga essa conta?
O mesmo de sempre — o invisível,
o pobre que vota com fome
e depois segue sem o mínimo possível.
Eles negociam futuro
como quem divide um prêmio,
enquanto nas ruas o povo
divide o pouco… e o silêncio.
Isso não é disputa — é ferida aberta,
não é política — é abandono organizado,
porque enquanto uns brigam por cargos…
outros brigam pra não morrer calados.
Helaine machado
Verdade à Venda
Não se esconde a verdade…
ela só aprende a sussurrar mais baixo
quando o barulho das promessas
tenta calar o que é fato.
Em tempos de escolha,
tudo vira moeda, tudo vira voz,
e até a verdade… tão nua…
negocia o preço de existir entre nós.
Mas eu não negocio o que sinto,
nem vendo o que é real em mim,
porque há verdades que queimam por dentro…
e não se dobram por nenhum fim.
Helaine machado
Silêncio Que Domina
Prefiro me calar…
diante da insistência que não me alcança,
porque nem todo querer me merece,
e eu não negocio minha essência.
Meu silêncio não é ausência,
é pele guardando intenção,
é desejo que escolhe o momento…
e não cede à pressão.
Eu não repito convite,
nem imploro atenção,
quem entende meu olhar…
sente antes da minha mão.
Sou pausa que provoca,
mistério que conduz,
quando eu falo — é tarde…
porque o silêncio já seduz.
Helaine Machado
Pele, Risco e Liberdade
Eu gosto do risco…
ele desliza em mim como um segredo proibido.
Amar não é simples —
é desejo aceso em silêncio contido.
Dizem que não é nada…
mas meu corpo sabe quando é real,
carinho na minha pele vira chama,
um toque já diz muito mais.
Não me entrego por pouco,
nem me perco em qualquer intensidade,
eu provo devagar o perigo…
saboreando cada verdade.
Meu olhar não pede — convida,
minha presença não implora — conduz,
sou livre até no desejo…
e é isso que me traduz.
Se vier, venha inteiro,
sem medo do que pode acontecer,
porque eu não amo raso…
eu faço sentir… sem dizer.
Helaine machado
Entre o Risco e o Toque
Eu gosto do risco…
ele percorre meu corpo como um sussurro lento,
amar nunca foi simples —
é pele chamando pele no silêncio do momento.
Dizem que não é nada…
mas meu arrepio desmente qualquer razão,
carinho em mim vira chama acesa,
um toque já vira confissão.
Eu caminho devagar no perigo,
saboreando cada sensação,
não me dou por inteiro de imediato…
eu deixo faltar… pra aumentar a tentação.
Meu olhar te prende sem força,
minha boca promete sem falar,
sou livre até no desejo…
e sei exatamente onde tocar.
Se vier… venha sem pressa,
sinta o ritmo que eu quiser te dar,
porque eu não vivo de metades…
eu faço o instante… te marcar.
Helaine machado
Frederico Figner: em busca de sua própria luz.
Nós brasileiros temos o privilégio de ter grandes repórteres do mundo espiritual. Assim como André Luiz, Frederico Figner trouxe um testemunho único através da mediunidade de Chico Xavier. Em seu livro Voltei, escrito com o pseudônimo de Irmão Jacob e publicado em 1949 pela FEB, ele conta em detalhes como foi o seu desencarne, as dificuldades que encontrou para se desligar do corpo físico e se ajustar à vida nova. Figner cumpriu sua promessa de relatar aos amigos que aqui deixou a sua adaptação no plano espiritual e não teve receio de expor os conflitos que enfrentou, mesmo sendo espírita e tendo se dedicado intensamente à divulgação da doutrina.
O seu depoimento no livro é um alerta para nós. Humildemente, ele escreveu que não pretendia convencer ninguém, mas afirmou: “Não se acreditem quitados com a Lei, por haverem atendido a pequeninos deveres de solidariedade humana, nem se suponham habilitados ao paraíso, por receberem a manifesta proteção de um amigo espiritual! Ajudem a si mesmos no desempenho das obrigações evangélicas! Espiritismo não é somente a graça recebida, é também a necessidade de nos espiritualizarmos para as esferas superiores”.
Tem gente que sabe conversar…mas não sabe sustentar.
E é aí que muita mulher lúcida se confunde.
Porque não é falta de interesse.
É falta de consistência.
A pessoa está ali, presente, envolvente, disponível no discurso…mas na prática, não constrói.
E quanto mais você tenta entender,
mais se perde.
Até perceber que não é sobre interpretar melhor: é sobre observar melhor.
Disponibilidade não se fala, se demonstra.E quando não demonstra,
você não insiste. Pegue seu banquinho e saia de mansinho. Sua paz é inegociável!
Essa foi a primeira que eu escrevi...
Eu amo poesia, porém nem sempre sei o que dizer... eu amo a filosofia, porém odeio o prazer...eu amo o fato de estar com você, mas odeio a possibilidade de te perder...nem sempre vou saber o que dizer, então preste atenção em cada detalhes que vou demonstrar pra você... ao acordar em uma manhã não se espante se não me vê, eu apenas fui buscar flores pra você...não se assuste se na hora eu não te responder, é que me fogem as palavras quando o assunto é você... por isso é tão difícil de dizer o quanto eu gosto de você... então nem sempre vou saber me expressar, então presta atenção no meu olhar
carta aberta; Bruna motta2507 As vezes eu olho pra você e penso... onde foi que eu errei? será que foi nas flores que eu entreguei, ou foi em um detalhe que eu notei, ou simplesmente porque existiu um talvez? eu não sei... Talvez você não tenha superado a sua ex? Talvez eu esteja no momento errado, talvez você queira voltar ao passado, talvez eu esteja me precipitado, talvez tenha falado algo, talvez não tenha demonstrado, mas porque de tanto talvez? eu não sei... será que foi a segunda chance me fez criar um talvez? talvez a falta de comunicação... a falta de estar junto... a falta de demonstração... a falta de companheirismo... a falta de dizer o que sente... ou simplesmente pela minha insistência? Tudo isso constrói um talvez, talvez a gente só não soube se expressar, talvez a gente não se fale, talvez a gente só se cale.....
Título: O Código de Milênios
(Intro - Batida pesada, clima de mistério)
Não é só um número, não é só uma conta,
É a história do mundo que a gente te conta.
Esquece o desenho por um segundo agora,
Vem viajar na linha da história!
(Verso 1: O Berço na Areia)
Lá na Babilônia, dois mil anos antes de Cristo,
O povo já queria resolver tudo isso.
Precisavam de terra, precisavam de chão,
Medir o quadrado era a grande missão.
Sem letras, sem regras, só na base do olhar,
A semente da álgebra começou a brotar!
(Verso 2: A Sabedoria da Índia)
O tempo voou e o Oriente brilhou,
Brahmagupta na Índia o caminho traçou.
Mas tem um tal de Bhaskara, no século doze,
Um mestre indiano que manteve a pose.
Ele não fez sozinho, ele não foi o primeiro,
Mas explicou tão bem que ganhou o mundo inteiro!
(Refrão - Bem melódico)
Quem criou? Foi a história, foi a evolução,
De povo em povo, de mão em mão.
Bhaskara é o nome, o Brasil que escolheu,
Uma homenagem a quem a mente nos deu.
É a força do tempo, a ciência que para,
No ritmo do mestre, o mestre Bhaskara!
(Verso 3: A Rota dos Árabes e o Toque Francês)
Aí veio Al-Khwarizmi, o gênio persa sagaz,
Deu ordem ao caos, trouxe o método e a paz.
O termo "Álgebra" foi ele quem batizou,
E a lógica do cálculo ele estruturou.
Depois veio Viète, lá no chão da França,
Trocou frases por letras, trouxe a esperança.
O "a", o "b" e o "c" ele foi apresentando,
Pra gente não ter que ficar só desenhando!
(Ponte: O Mistério do Nome)
Mas escuta esse segredo que eu vou te contar,
No resto do planeta outro nome vão dar.
Lá fora é "Quadrática", o nome real,
Mas aqui no Brasil o apelido é fatal.
Nos livros de sessenta o nome pegou,
E o "Bhaskara" no quadro pra sempre ficou!
(Outro - Desaparecendo aos poucos)
É agrimensura, é astronomia...
É a mente humana em pura harmonia.
Agora você sabe de onde ela vem,
Não trava a cabeça, vai muito além!
Fórmula de Bhaskara…
Xis é igual a: menos B, mais ou menos a raiz quadrada de B ao quadrado, menos quatro AC, tudo isso dividido por duas vezes o A.
H.A.A….
“Não maldigas jamais — nem mesmo em oculto! Pois as palavras queproferimos são como sementes levadas pelo vento, algumas caindo na terralogo morrem, mas outras germinam!”
—Onaile A Prudent (Bigorna)
