Coleção pessoal de testeteste123
Hoje começa maio.
Adentrar este mês sabendo-me protegida por uma força maior é o melhor presente de Deus. É assim que inicio maio: consciente de que as forças que me guardam são maiores do que qualquer mal desejado ou lançado contra mim.
E, com essa fé, acredito nas minhas vitórias. Nas pequenas, de cada dia, que não são menores em importância, pois tudo que vem de Deus é sagrado; e nas grandes, pelas quais meu coração anseia.
Começo maio assim, cheia de fé e gratidão, acreditando que o que é bom vem e permanece, e que o que é ruim se perde pelo caminho ou se desfaz por si só.
Meu foco para maio não está no mal, mas no bem que ainda existe e no que me pertence, que já está a caminho. Que a força da renovação deste mês me conduza ao que preciso, de forma leve e gratificante.
E que a força de Deus me proteja e me guie a cada dia, em cada passo do meu caminho.
Assim seja.
Josy Maria 01/05/2026
Frases, textos e citações by Josy Maria
Tanto a vida cristã como a vida da igreja dependem de uma coisa: o desfrutar de Cristo.
frases cristãs 4
A vida cristã não é religiosa nem meramente moral; é simplesmente uma vida de desfrutar Cristo o tempo todo.
frases cristãs vol. 4
Ou vives para um propósito escolhido por si, ou te tornas um recurso para a realização do propósito dos outros.
Quando estiver em um jogo em que deva agradar aos outros para provar o seu valor, lembra-te que tens a liberdade de escolher não jogar.
Benildo Nuvunga
A moral, o amor, a própria continuação da vida são resultados dum cálculo mental de utilidade, que sentimos sem jamais acessar seus mecanismos internos.
Meus amigos!
Prestem atenção!
Não estamos diante de uma reflexão comum,
não estamos diante de um exercício retórico vazio—
estamos diante de uma realidade moral inescapável!
Os tempos mudam? Mudam!
As sociedades evoluem? Evoluem!
Os sistemas se sofisticam? Sem dúvida!
Mas há um elemento— um elemento central, absoluto, irrefutável—
que não se altera!
O juízo sobre as ações humanas!
E não se trata de opinião!
Não se trata de interpretação subjetiva!
Trata-se de consequência!
Está escrito— e quando está escrito, meus amigos, exige compreensão:
“Pesado foste na balança, e foste achado em falta!”
Ora, vejam bem!
Não foi por ignorância!
Não foi por ausência de recursos!
Não foi por falta de oportunidade!
Foi por escolha!
Escolha consciente!
Escolha deliberada!
Escolha reiterada ao longo do tempo!
E aqui reside o ponto central— prestem atenção!
Vivemos na era da informação!
Há conhecimento disponível!
Há normas estabelecidas!
Há sistemas estruturados!
Há mecanismos de controle!
E, ainda assim—
o que se observa?
A erosão da integridade!
A flexibilização da ética!
A normalização do desvio!
E não me venham— não me venham!—
com justificativas frágeis!
Não me venham com determinismo social!
Não me venham com a tese de que o meio define o indivíduo!
O homem íntegro—
é íntegro em qualquer ambiente!
Coloquem-no entre corruptos— ele não se corrompe!
Submetam-no à pressão— ele não se dobra!
Ofereçam vantagens— ele não se vende!
Porque integridade—
não é circunstancial!
É decisão!
Agora, eu lhes faço uma pergunta—
e respondam, não a mim— mas à própria consciência:
Quando foram colocados à prova—
o que fizeram?
Escolheram a conveniência?
Ou escolheram a verdade?
Optaram pelo silêncio confortável?
Ou assumiram a responsabilidade do que é justo?
Porque, ao final— e isso é inevitável!—
Não será o sistema que os julgará!
Não será o contexto que os absolverá!
Será algo muito mais rigoroso—
a coerência!
Coerência entre o que sabiam—
e o que efetivamente praticaram!
E contra isso—
não há argumento!
Não há defesa!
Não há fuga!
Portanto—
Se ainda há entendimento— utilizem-no!
Se ainda há tempo— corrijam o rumo!
Se ainda há consciência— alinhem-na com o que é justo!
Porque o futuro— não é previsão!
O futuro é consequência!
E a consequência começa onde?
No presente!
Na decisão correta!
Na postura firme!
Na integridade inegociável!
Reflitam! Ainda há tempo— mas não haverá desculpas!
Não É Voto, É Sobrevivência
Democracia… dizem.
Mas nas urnas, o povo vira número,
e nas mesas de poder,
vira moeda — trocada no escuro.
Eleição não é festa,
é leilão disfarçado de escolha,
promessas sobem no palco…
e caem antes de sair da folha.
Quem paga essa conta?
O mesmo de sempre — o invisível,
o pobre que vota com fome
e depois segue sem o mínimo possível.
Eles negociam futuro
como quem divide um prêmio,
enquanto nas ruas o povo
divide o pouco… e o silêncio.
Isso não é disputa — é ferida aberta,
não é política — é abandono organizado,
porque enquanto uns brigam por cargos…
outros brigam pra não morrer calados.
Helaine machado
