Coleção pessoal de testeteste123
Cada pedra no caminho
não é um obstáculo,
mas a base sólida
onde a fé constrói a vida
e floresce a esperança
A vida se constrói
passo a passo:
na firmeza da pedra encontramos
o sustento,
na luz da fé moldamos
o caminho,
e no coração mantemos viva
a esperança
Na arquitetura divina da vida,
a fé é o alicerce de pedra,
o caminho é o aprendizado,
e a esperança é a obra-prima
que nunca deixa de ser construída.
Todos nós somos o resultado da viagem que fizemos desde o nascimento até ao presente; por isso, a forma como pensamos tem sempre uma história por detrás.
Tenho me sentido mais leve desde que esvaziei as gavetas do coração que estavam cheias de memórias desnecessárias.
Ao plantar uma semente de amor corremos o risco de que não germine, mas de nascer outra coisa que não seja amor é impossível.
Fracassar cedo machuca por um momento, mas insistir no erro por tempo demais pode destruir uma vida.
hoje dia sossegado, há uma ave que foge para o desconhecido, eu no nimbo da saudade onde as horas eram maiores e ocultavam a chave do meu destino...
O ato de escrever deixa-me vulnerável. Sou invadida pela sensação de que a inteireza se partiu em pedaços, onde partes de quem sou se tornam visíveis. Cada poesia, crônica, conto e prosa poética que escrevo, sangro no papel e pedaços de mim se espalham por aí, ganham vida própria e multiplicam minha existência no mundo.
O ar parece tão belo quando o respiramos ,
temos sensação de alívio,
Aos poucos ousamos puxar na imensidão um toque angelical, suspenso na imersão de nossas vidas.
Somos servos de uma paixão...
Numa cascata de emoções,
somos o espírito compadece com tempo...
E espairece num estante que tudo parece ser o último suspiro...
Somos servos de uma condição que nos tornamos limitados pelo curto tempo da existência humana.
Nossos sentimentos pairam para eternidade...
Cada reflexão é simplicidade um pingo no oceano de lembranças e alegrias...
Para os quais enfrenta desafios foram feitos eternos em nossos corações.
A gente não nasce mãe, a gente nasce filha e morre filha, mas um dia uma mãe nasce na gente!
Mãe não tem manual!
Conforme a vida vai exigindo, vem o instinto, garra, força e zelo pela cria... quase visceral.
O rio, e o sentido da vida!
Na cheia, ele vem ao nosso encontro, invade as ruas e mostra a sua força.
O rio que vem das montanhas enfrenta obstáculos e busca jeito, correndo entre pedras e árvores, formando igarapés e cachoeiras, tendo uma relação de paz e alegria com familiares de ribeirinhos, caboclos e indígenas e encanta os visitantes brasileiros e estrangeiros. Que arranja sempre um jeito de rasgar a terra e abrir caminhos, que marca encontros com outros rios para se transformar no maior rio do mundo e, com sabedoria e liberdade, segue firme em silêncio para desaguar no mar.
"A melancolia não é o anúncio da derrota, é o recolhimento estratégico do predador; é o momento em que a alma mergulha no próprio silêncio para recalibrar o peso do mundo, sabendo que as mentes mais brilhantes só voltam à superfície quando estão prontas para vencer."
Observo como muda o meu humor, se ontem te amei, hoje sinto pouco e o pouco foi o demais que ouso. Acordo sonolenta e as palavras me dão ressaca se me desnudo na sala de minha casa calada. Pois que me desculpem os versos em vão, se tantas vezes caminho sem direção. Se digo que escrevo a você vislumbro o possível fim e muito mais escrevo a mim. Na pintura de minha face se derramam todas as minhas fases e como um camaleão mudo de cor e me misturo à paisagem. Eis que o sol raiou e é densa sua claridade, no azul do sábado que atravessa a cidade. E se eu amo tanto, também me esqueço verbalmente ao escrever um poema que não mente. O poema tira minhas vestes e encancara o peito que se faz mar celeste ou solo árido do agreste. Eis que é o mesmo sumo e me assusto ao ouvir minhas palavras e por um instante não sinto nada. Fecho as cortinas da sala, pois a ninguém interessa minha madrugada e o ímpeto de desmachá-la e já não sei quando minto ou falo a verdade, se tudo brota no caminho das ambiguidades. No sol ardente encaro a realidade, que muito mais se faz palpável se escrevo e me calo quando se escancara o sábado do passado que se busca na escuta alheia de algo que se assemelha. Busco através das palavras uma expressão que muda conforme minha face, que não ri, nem chora, pois que outrora tudo era mais intensidade, mas o dia concreto busca uma nova necessidade. O amor implacável enfraquece se no calor já mudou o meu humor. E me faça o favor de não acreditar em minhas frases, pois que contrasta o ser que sou e a pessoa que serei. Disso eu bem sei, se palavras passadas me deixam ruborizada e mais busco pássaros em revoada no céu que desconhece estrada. Hoje é dia de viver o hoje e me pergunto como pôde a noite escura se transformar em rima se hoje sigo nova trilha na paisagem que se descortina. Me visto com o meu rosto para evitar qualquer desgosto, se tanto me tenho exposto. Mais eis que são apenas palavras, que pouco dizem do meu ser, se sei fazer escurecer ou amanhecer. A roseira na janela nada espera se a maré se faz em cores amarelas e me pinto de aquarela em cada traço na tela. A poesia se faz como uma necessidade a conter minha intensidade, me abstenho da cidade e minha sala é um ecossistema que se retroalimenta. E minha doçura arde como pimenta na mão que acalenta e me faz e me sustenta. Sou mais que aparência. Eis minha essência.
Não se engane: mulheres donas de si não se vendem a qualquer um. No máximo alugam seus corpos por algumas horas para homens que podem pagar.
Às vezes, a procura de uma mulher forte por um homem mais forte que ela é só um grito silencioso pelo direito de ser frágil.
"A despedida das atividades laborais não é o fim dos laços, mas o início da verdade. Enquanto os compromissos profissionais nos obrigam ao aperto de mão, só a liberdade nos permite o abraço. A jubilação funciona como uma peneira fina: ela deixa passar a areia dos contatos de conveniência e retém apenas as pedras preciosas da afeição genuína. Descobrimos, então, que a solidão não nasce da ausência de colegas, mas da percepção de que a alma não precisa de uma agenda para se sentir acompanhada. O essencial não teme o vazio; ele o preenche."
AROMAS DE MAIO
Todo vestido de amarelo
Enfeita ruas e avenidas
Florindo o tempo
Maio é o mais tão singelo.
Ainda na alvorada
A alegria enfeita o dia
O céu fica colorido
Com a linda passarada.
Mês das novenas de Maria
Das noivas e das mães
Mês que traz harmonia.
Que nos abençoe Nossa Senhora
Que a nossa esperança
Nunca vá embora.
Irá Rodrigues
A educação é um processo intersubjetivo por meio do qual o sujeito se constitui na relação com o outro, atravessado pela linguagem, pela cultura e pelos discursos.
