Coleção pessoal de testeteste123
Mesmo sem compreender o hoje, podemos confiar: Deus sabe exatamente o que está fazendo e fará tudo cooperar para o nosso bem.
A ingratidão pelas sementes que Deus nos dá pode impedir as colheitas que Ele deseja liberar no futuro.
Com apenas duas cervejas na mesa, uma bisteca no ponto e uma caixinha de som ligada, muitos brasileiros baixam a guarda. É o retrato de um povo que confunde festa com liberdade, e acaba fisgado pelos prazeres imediatos.
"A vida é como um trem passageiro. Então, pegue as bagagens das lembranças e embarque sem ter medo do futuro."
O pensamento crítico invariavelmente impõe distanciamento gradativo e irreversível em relação ao pensamento osmótico de massa, mas traz ao ser pensante um justificado orgulho da sua solidão.
🐾 Dê um tapa em um animal, e minutos depois ele ainda estará ao seu lado, abanando o rabo e querendo carinho. 🐕
🦮 Corrija um homem, e talvez ele carregue mágoa por toda a vida. 🐈
🐈⬛ Os animais não guardam orgulho, vingança nem vaidade. 🦜
🦅 Talvez por isso, na arca, entraram apenas oito pessoas... mas milhares de animais. 🦁
🦒 A pureza que falta em muitos homens, sobra em criaturas que nem sequer sabem falar. 🐘
“Me abrace hoje, me tenha hoje, me sinta hoje… pois o amanhã talvez não tenha tempo para isso.”
— Jalison Santos
A Fenomenologia do Amor: O Olhar de Jalison Santos
I. A Tese Central
Para o pensador Jalison Santos, o amor verdadeiro não reside na estática das promessas ou na superfície das palavras, mas na cosmovisão — na maneira como o indivíduo enxerga e interpreta a própria vida amorosa. Ele propõe uma distinção entre o amor de aparência e o amor de resiliência.
II. O Cenário da Observação
A reflexão nasce da observação da diversidade humana. Ao caminhar por uma cidade bela, o filósofo contempla o amor em todas as suas fases cronológicas:
- A descoberta (adolescentes);
- A construção (jovens e adultos);
- A consolidação (meia-idade);
- A transcendência (idosos e longevos).
Essa diversidade mostra que o amor é um fenômeno universal, mas que o conhecimento sobre ele é acumulado de forma distinta em cada etapa da vida.
III. A Dialética do Ônibus (O Conflito)
O ponto de mutação do pensamento ocorre em um ambiente comum: um ônibus. Ali, Jalison depara-se com o contraste absoluto — a dualidade do amor presente em dois casais próximos:
1.O Casal da Euforia: Imersos em risos, alegria e animação aparente.
2.O Casal da Angústia: Atravessando o silêncio pesado da briga e do momento difícil.
Surge então a pergunta ontológica: Qual desses amores possui a substância da eternidade?
IV. A Iluminação e a Conclusão (O Amor-Resolução)
A resposta não veio de uma teoria abstrata, mas do tempo da trajetória. Ao observar o casal que antes brigava agora sorrindo e em paz, o filósofo Jalison Santos alcança a verdade:
A eternidade de um casal não é garantida pelo riso constante, mas pela capacidade de cura.
O amor verdadeiro não é a ausência de problemas (o que seria uma ilusão), mas a capacidade de resolução. O casal que permanece junto é aquele que, diante do abismo do conflito, escolhe construir uma ponte em vez de saltar.
"O amor que fica para sempre não é o que aparenta estar bem o tempo todo; é aquele que, mesmo em situações difíceis, sabe se resolver."
— Jalison Santos
A FENOMENOLOGIA DO AMOR
Pensador e Filósofo Jalison Santos | Teólogo
Entendo que o amor verdadeiro ele não está em promessas, mais sim em como você ver a vida do "Amor".
Eu tive a certeza de que existem dois tipos de amores na vida e vou lhe mostrar qual é.
Eu estava em uma cidade bonita, passeando por lugares muito lindos e bonitos e vi várias pessoas casadas de todo o tipo de idade: idosos, meia-idade, jovens adultos, adolescentes e pessoas longevas. Todas essas pessoas casadas, cada uma com uma idade, um tempo de convivência, alguns com mais conhecimento, outros ainda aprendendo.
E eu observei todos os casais que estavam ali.
Na volta, peguei um ônibus e, ao percorrer o caminho, deparei-me com dois casais um ao lado do outro, cada um com suas respectivas companhias. Mas foi então que vi algo diferente, ao observar um dos casais: eles estavam brigados, passando por um momento difícil como casal. Enquanto isso, o outro casal estava feliz, alegre, riam muito e estavam bastante animados.
Com isso, eu fiz a pergunta para mim mesmo: quem dos dois casais iriam ficar juntos para sempre? O casal que estava feliz e alegre, ou o casal que estava passando por momentos difíceis e brigas?
Durante a viagem, comecei a olhar para as paisagens, para os lugares belos que eu passava e, quando percebi, já estava chegando ao meu destino. Mas antes que eu chegasse, a pergunta voltou a surgir na minha mente novamente: quem dos dois casais iriam ficar juntos para sempre?
Nesse momento, olhei mais uma vez para os dois casais: o casal que antes estava sorrindo e animado ainda estava ali, na mesma alegria. Mas para minha surpresa, o casal que antes estava brigado e passando por dificuldades, também estava sorrindo, estava alegre, contente e feliz.
Foi nesse exato momento que eu entendi tudo.
Compreendi que o casal que fica junto para sempre não é aquele que fica sorrindo toda hora, nem aquele que aparentemente parece que está tudo bem. Não! O amor verdadeiro é aquele que, mesmo com problemas, com situações difíceis, sabem se resolver, sabem superar e encontrar a paz novamente.
Às vezes, é necessário passar por momentos difíceis pra perceber quem tem que ir embora e quem tem ficar.
Sabe? Hoje eu estava pensando…
Às vezes nos protegemos tanto,
que deixamos de viver algo magnífico.
Por medo.
Por tudo o que já nos aconteceu.
Por todas as construções que já iniciamos.
Por todo o amor que depositamos naquilo que é “nosso”.
E eu estou aqui,
tão exposta a tudo,
com sede do que é feito para mim.
Do que encaixa
e, ao mesmo tempo, liberta.
Vivendo todos os dias.
Descobrindo o tempo,
o que me tranquiliza,
o que me toca
e o que me encanta.
Vivendo amor em todos os detalhes.
A vida está pronta para viver.
Ana Caroline Marinato
16/05
Não há poesia...
na nebulosa da democracia,
As cordas da nebulosa, maravilhoso berço das estrelas...
Vivemos para sermos pequenas gostas...
Poeira do buraco negro demonstra dança da gravidade sendo sensatez de tantos mundos multiculturais...
O mundo precisa viver lúcido dentro da alienação política...
Pois homens sem consciência e escrúpulos fazem de tudo pelo poder.
Buscam a riqueza a custa dos outros...
Povo é o poder público mais dominado pelas correntes de deepfakes e fakes news...
Abrimos o aprimorando sentido a verdade é para poucos... poucos são escolhidos... mas as pessoas que vivem alienados estão condenados...
A dor é um instrumento cognitivo que eleva a consciência. Nem toda dor é ruim, se nos fez refletir, crescer e mudar a dor não foi ruim. Isso não significa que dor seja agradável, dor de nenhuma espécie é agradável, mas se nos trouxe aprendizado essa dor tornou-se boa.
Algo começou
antes que eu percebesse.
Não tinha nome.
Não pedia nada.
Só ocupava.
Eu não falei.
Não por medo,
por intuição.
Há coisas
que só existem
enquanto ficam quietas.
Então eu fiquei.
Sem saber o que era.
Sem decidir ficar.
