Coleção pessoal de testeteste123
Minha vida perdeu a cor
Desde o dia em que você se foi
Ficou no peito essa dor
Que o tempo não destrói.
Nosso amor foi tão profundo
Difícil até de explicar
Você era o meu mundo
Meu jeito doce de sonhar.
Por onde quer que você vá
Meu coração vai te chamar
No canto dos beija-flores no ar
Meu amor vai te encontrar.
Quero que você possa saber
Mesmo distante de mim
Que eu não consigo esquecer
Este amor não teve fim.
Acreditar e confiar são verbos simples de conjugar, porém perigosamente fáceis de converter em ilusão.
Se quer cozinhar bem, consulte um cozinheiro. Se deseja costurar com sucesso, aprenda com quem costura.
Se deseja ser feliz no amor, aconselhe-se com quem vive uma uma relação de desafios e superação.
Para aprender sobre amor verdadeiro, observe quem constrói junto, permanece com consciência e transforma dificuldades em amadurecimento, mantendo-se na mesma relação.
O amor que nasce da pureza do olhar e cresce na ingenuidade da razao, floresce no universo sem destruição.
Poder patente: Todos batem continência para o General no quartel ,ele manda e desmanda, todos obedecem, ele tem o Poder!!!
Poder Pessoal: O General no domingo vai à padaria, de bermuda, chinelo e boné, aí vai ter que exercer seu Poder pessoal!!!
"O Poder herdado é efêmero, é como um castelo de areia, o verdadeiro PODER está dentro de nós, é o PODER pessoal".
O PARADOXO DO CAMINHO
(Reflexões sobre o Tempo e a Virtude)
No labirinto do tempo, encontrei duas setas no caminho: uma apontava para a Vida, a outra para a Frente. Então, descobri que a bifurcação era uma ilusão da minha mente; seguir em frente é o comprometimento com o destino, e viver o aqui e o agora é a virtude e a evolução da alma.
Lu Lena / 2026
Não fareis incisões na vossa carne por um morto, nem fareis figura alguma no vosso corpo. Eu sou o Senhor.
Aquilo que parece ruído pode ser apenas uma linguagem complexa demais para a percepção humana reconhecer.
Mesmo nos sistemas aparentemente aleatórios, podem existir mecanismos silenciosos de autocorreção preservando estrutura através do tempo.
Sou tão tola…
Ainda acredito que as pessoas podem ser boas.
E quanto mais acredito,
mais me firo.
Mas é errado acreditar
que Deus pode transformar alguém?
Não.
Errado é depositar esperança
em quem nem sabe o que é fé.
Muitos vivem cercados por religiões,
mas nunca conheceram Deus de verdade.
Criam deuses que aprovam tudo,
deuses moldados pelos próprios desejos.
Porque o Deus verdadeiro confronta.
Mostra o pecado,
expõe a verdade,
chama para renunciar.
E é isso que muitos não suportam.
Não querem mudança,
querem permissão.
Querem um deus que aplauda os próprios erros,
que transforme pecado em liberdade
e destruição em orgulho.
Mas a verdade continua sendo verdade,
mesmo quando o mundo inteiro prefere fugir dela.
As pessoas escrevem poemas sobre fuga
como se realmente vivessem o que escrevem.
Falam do amor que não praticam,
postam a vida que sonham ter,
enquanto escondem o caos que carregam.
São disfarces.
Máscaras bonitas para uma sociedade distraída.
Têm sorrisos perfeitos,
corpos esculpidos,
olhares treinados para convencer.
Mas por dentro…
por dentro existe um estrago silencioso.
E eu me pergunto:
como um ser humano consegue andar,
conversar, dançar, sorrir…
estando morto?
Porque às vezes a alma já partiu há muito tempo,
e só ficou o corpo vagando pelas ruas,
repetindo frases que fazem sentido para os outros,
mas nunca para si mesmo.
Um corpo sem espírito,
vivendo no automático,
tentando parecer vivo.
A brutalidade do cotidiano
o instruiu para manter
o estado de alerta constante,
e sobretudo, para responder
sempre com um novo ataque;
o desastre interno foi desfeito.
Ele se desaprendeu que viver
pode ser sereno e belo,
de perto e por dentro
viu que pode ser intenso,
doce, sublime e terno.
Ao redor tudo não tem
mais o mesmo sentido,
desde que me fiz o destino;
não é mais endereço
pensar em viver sozinho.
O hábito de viver em estado
de sítio foi pouco a pouco
dissolvido porque não
consegue mais viver sem
estar conectado comigo,
por estar viciado na minha brandura,
desejando em ser a favorita loucura.
FILOSOFAR: Gran viagem
Eu aqui nesta gran viagem filosófica, acalantado com o frescor das brisas devassas, a sussurrar seus sopros libidinosos. Aqui jaz um ser pensante, loucamente, louco e enamorado pelo infinito do nada. Assim, descubro que todo passado, não são águas passadas, nem fica para trás. Ele sempre volta. Nunca se sabe o tempo necessário para a sua ressurreição. O pretérito ressurgirá das cinzas, é o vício que não sacia, um ciclo que não se quebra. Refletir sobre assuntos requintados/ e ou temas de auta complexidade, requer paciência, sabedoria e serenidade. A infinitude do universo, a inexistência de qualquer forma de vida, o devaneio, (sociedade alternativa), o equilíbrio, o bem comum, o altruísmo e a amizade.
O capitalismo, o socialismo, a meritocracia, e a sororidade.
Se não houvessem, não existiria nada? O que seria do mundo? Se não existisse vida, se não houvesse a morte, se não havesse azar, ou não houvesse sorte. O que haveria?
Se meditar profundamente, verás que nem há mundo.
É inefável este universo! Não há divindades nem vilões, amores , majestades ou paixões. O profundo opõe- se ao raso, e tudo torna-se ainda mais belo. Isso é tenebroso e medonho.
Ei você; tu não existe!
200526
A vida tem outro tempo.
E nesse tempo, muitos chamam a morte.
Como se ela fosse um refúgio,
um lugar onde a dor acabaria.
Sem tristeza, sem violência,
sem amores que ferem.
Um sono profundo.
A morte parece solução
para quem já não enxerga saída.
Mas viver também é aprender
a amar a própria solidão.
A solidão, às vezes, se torna companhia.
Porque conviver com pessoas
pode ser como uma facada inesperada,
um aviso escrito na pele das ruas.
E então você entende:
às vezes morremos por dentro
quando confiamos demais nos outros
e esquecemos de confiar em nós mesmos.
Se os pilantras não divergissem, não se traíssem nem se digladiassem, os de bem da boca para dentro só fariam para pagar a conta.
Há um detalhe curioso na engrenagem da corrupção humana: raramente ela cai por virtude coletiva.
Quase sempre desmorona pelo ego dos próprios corruptos.
O silêncio, a fidelidade e a cumplicidade entre os desonestos duram apenas enquanto os interesses caminham lado a lado.
Basta faltar espaço na mesa, poder no bolso ou protagonismo no palco para que a fraternidade do oportunismo se transforme em guerra aberta.
É por isso que tantos esquemas vêm à tona, não pela força moral de quem combate, mas pela vaidade de quem participa.
O pilantra suporta dividir o lucro; o que ele não suporta é dividir o comando.
E quando a ambição entra em conflito com a cumplicidade, surgem os vazamentos, as delações, os arquivos esquecidos, os aliados transformados em inimigos históricos da noite para o dia.
Enquanto isso, existe também o “homem de bem” performático — aquele honesto da boca para fora que condena a sujeira em público, mas a tolera em privado, desde que seu lado continue vencendo.
É o moralista de conveniência, cheio de valores da boca para fora, indignado seletivo, que chama de princípio aquilo que, no fundo, é apenas preferência política, ideológica ou tribal.
Esse tipo não combate o sistema; apenas deseja ocupar uma cadeira melhor dentro dele.
Se os desonestos fossem minimamente disciplinados entre si, talvez a sociedade jamais enxergasse as rachaduras do teatro.
Porque muita verdade não aparece pela busca sincera de justiça, mas pelo colapso inevitável da confiança entre aqueles que jamais souberam ser leais a nada além de si próprios.
No fim, parte da esperança social repousa numa ironia desconfortável: a ganância dos maus frequentemente faz muito mais para expor a podridão do que a coragem dos bons acomodados.
