Coleção pessoal de testeteste123

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“O mundo não gira ao nosso redor, e se estiver girando só pode ser vertigem.”

⁠Para aterrorizar livremente uma nação, basta convencer os asseclas apaixonados de que os terroristas são os “outros” crimes organizados.


A história nos mostra que o terror raramente se apresenta usando o próprio nome.


Ele quase sempre se veste de discursos nobres, causas urgentes, promessas de proteção ou narrativas de salvação.


O medo torna-se uma ferramenta de poder quando deixa de ser percebido como instrumento e passa a ser interpretado como necessidade.


Quando uma parcela da sociedade é convencida de que toda ameaça vem apenas de um lado, ela tende a fechar os olhos para métodos igualmente destrutivos praticados pelo lado que escolheu defender.


Nesse momento, a vigilância moral deixa de ser princípio e transforma-se em privilégio altamente seletivo.


O que antes seria condenado passa a ser relativizado.


O que antes seria considerado abuso passa a ser tratado como estratégia.


E o que antes seria reconhecido como intimidação passa a ser celebrado como justiça.


Os apaixonados por grupos, líderes ou causas frequentemente acreditam estar combatendo monstros, sem perceber que a ausência de senso crítico pode transformá-los em escudos humanos para novas formas de autoritarismo.


Afinal, o terror não depende apenas daqueles que o praticam.


Ele também depende daqueles que se recusam a reconhecê-lo quando beneficia seus interesses, suas crenças ou suas preferências.


Uma sociedade madura não identifica ameaças pela camisa que vestem ou deixam de vestir, pela bandeira que carregam ou pelo discurso que proclamam.


Ela as identifica pelos métodos que utilizam.


Intimidação, perseguição, manipulação do medo, silenciamento de dissidentes e normalização da violência continuam sendo instrumentos de dominação, independentemente de quem os empregue.


O problema não começa quando surgem os que desejam espalhar medo.


Ele começa quando multidões passam a acreditar que o medo é legítimo, desde que seja direcionado aos adversários certos.


E talvez seja justamente aí que resida uma das maiores tragédias coletivas: quando a paixão substitui a lucidez, os cidadãos deixam de enxergar o terror pelos seus atos e passam a reconhecê-lo apenas pelos seus rótulos.


Nesse cenário, o terror não apenas prospera — ele conquista admiradores.

O fogo que Deus acendeu não foi para ser escondido, mas para iluminar caminhos, aquecer corações e glorificar o nome dAquele que o acendeu.


Queimar por Cristo é viver para Aquele que primeiro nos amou. miriamleal

Comprei um monte de maquiagem
Tentando cobrir meu rosto
Comecei a pular o almoço
Parei de comer bolo em aniversários
Comprei uma nova receita médica
Para tentar ficar calma
Porque há sempre algo faltando

Meu olhar atípico


Quando olho para um ser humano,
o que eu vejo?
Bom, eu vejo exatamente um ser humano.


A única coisa que nos torna atípicos é ter um olhar diferente e enxergar, de fato, o ser humano.
É muito comum as pessoas ignorarem esse fator crucial: ao olhar para o outro, esquecem que somos, antes de tudo, humanos.


Pessoas em busca de sonhos, planos, objetivos e realizações.
Aí está o ponto onde a pessoa com olhar atípico se distingue dos demais.


Nós olhamos de fora para dentro e observamos os detalhes:
as expressões, os movimentos, até a forma como respiram.
Não é superficial. É saber que um ser humano é mais que uma unidade, mais que um número.


É entender, ao observar, que ali existe um indivíduo.
Existindo, sobrevivendo em meio aos mesmos problemas, normas, leis, fatos e acontecimentos.
Dividindo não só o mesmo espaço, mas compartilhando do mesmo ar.


O olhar atípico é ver o que muitos não conseguem ou ignoram.
É enxergar mais que uma sombra,
mas o ser humano que a projeta.


Por Marcio Melo

​O conhecimento não deve ser o destino, mas o caminho. O caminho para o desenvolvimento sustentável e para a superação da fome, da pobreza e da desigualdade.

Sonhos suaves como um anelo arcano na introspectiva melancolia na aura de um espírito que se desvia de pensamentos inequívocos na alvorada do dia. São uma bruma cândida no âmago beneplácito do langor de um lago a se perder no remancear de cores quentes a se espraiar longamente. No deleite de um devaneio diletante que espreita a ponta do vento alvoroçado na dissonância efêmera de lânguidas begôneas que se estendem na luz solar a sonhar com vastos campos de papoulas coloridas. No enlevo escarlate de flores de antúrio esmaecido em salas escuras, cujo elísio é promessa de recompensa na terra. O fulgor de um campo de girassol resplandesce nas planícies incertas de nossas aspirações ocultas. E muito se diria de um inóspito solo em que florescem certezas ambivalentes a perder as lentes da retina, no inefável júbilo de alegrias expressivas que convidam a sorver a existência. Na lascívia lúgubre dos desejos impossíveis e por isso mesmo, muito mais desejáveis. É magnânimo nosso ser contradito que são um mísero abrigo de corações que não sabem mais arder na voluptuosa intercessão do agora urgente em pétalas de açucena alcançando o nirvana na terra vermelha de uma opulência insolente a se desmanchar em gotas suaves da madrugada. Pálidas rosas brancas ferem os dedos de sangue em seus espinhos inocentes. A plenitude terrestre vislumbra mares distantes. Sentir é preciso. Viver não é preciso no abismos que convidam. A profusão de grandes quimeras ardem em primaveras radiantes que enumeram flores no crepúsculo prístino de primazia em recôndidos pássaros que somem no horizonte. Meu rosto rubro falava de amor, mas minhas pálidas mãos mostravam sentimentos frágeis. E ressoavam cantigas antigas a perder de íris. O amor sereno se despedia soturno. E em vão as mãos buscavam um corpo que longe se exilava em outras ramagens. Solenemente acenei e na distância fui ignorada. Otimista pensei: Talvez em outra alvorada. Sigo sublime como um vagalume. E oscilo entre apagar e acender a luz, na vasta vereda de minha sina. Eis minha vida.

O sucesso não acontece por acaso; ele é resultado da disciplina aplicada todos os dias.

Que esta semana nos inspire a servir, a liderar e a contribuir para uma sociedade mais justa e desenvolvida.

Cada segunda-feira traz consigo a oportunidade de recomeçar com mais experiência e mais determinação.

Não espere por dias melhores. Construa-os com as decisões que tomar nesta semana.

Que o trabalho desta semana seja marcado pela dedicação, pela união e pelo compromisso com o bem comum.

A semana começa hoje. O momento de avançar é agora.

Grandes mudanças começam com pequenas ações realizadas de forma consistente

Que esta semana seja guiada pela coragem de agir, pela sabedoria de decidir e pela esperança de construir um futuro melhor

Uma nova semana é uma nova oportunidade para transformar desafios em conquistas

A força de uma nação está na capacidade do seu povo de acreditar e trabalhar por um amanhã melhor.

⁠Que a prosperidade te abrace apertado o bastante para espremer a pequenez da inveja que te rodeia!


Há quem acredite que a prosperidade incomoda porque desperta desejos não realizados.


Em parte, isso é verdade.


Mas ela também incomoda porque expõe escolhas, prioridades, disciplina, renúncias e responsabilidades que muitos preferem não enxergar.


É mais confortável desacreditar o esforço alheio do que questionar as próprias decisões.


A inveja raramente se apresenta como inveja.


Ela costuma vestir a fantasia da crítica exagerada, do sarcasmo constante, do conselho desinteressado que nunca constrói, apenas desestimula.


Ela se esconde atrás de discursos aparentemente razoáveis, enquanto torce silenciosamente para que ninguém avance além dos limites que ela mesma aceitou para si.


Por isso, a verdadeira prosperidade não se mede apenas pelo que se conquista, mas pelo que se revela.


Quando alguém cresce, não expõe apenas suas virtudes e defeitos; expõe também o coração daqueles que o cercam.


Alguns celebram, inspiram-se e caminham junto.


Outros transformam o sucesso alheio em motivo de incômodo, como se a luz de um diminuísse o brilho do outro.


A prosperidade tem esse poder desconfortável: ela derruba máscaras.


Mostra quem admirava de verdade e quem apenas tolerava enquanto não havia diferença de resultados.


Mostra quem deseja compartilhar a jornada e quem preferia que todos permanecessem igualmente limitados para que ninguém precisasse encarar as próprias omissões.


Mas há uma armadilha bastante sutil nesse cenário.


Gastar energia demais observando os invejosos pode transformar a prosperidade em prisão.


A melhor resposta nunca foi a ostentação, a provocação ou a vingança silenciosa.


A melhor resposta continua sendo crescer com serenidade, manter a consciência limpa e seguir produzindo frutos sem ignorar as raízes profundas.


Porque, no fim das contas, a inveja fala mais sobre quem a sente do que sobre quem a desperta.


E quando a prosperidade é construída com propósito, integridade e consistência, ela deixa de ser apenas um patrimônio acumulado para se tornar um espelho capaz de revelar grandezas e pequenezas que sempre estiveram presentes, mas que poucos tinham coragem de enxergar.


Que a sua prosperidade seja tão autêntica que jamais precise justificá-la!


E tão grande que a inveja ao redor pareça apenas aquilo que realmente é: uma sombra incapaz de apagar a luz de quem aprendeu a caminhar sem depender da escuridão dos outros.

Lua ou Arco-íris

Qualquer um que me perguntasse no que penso
Eu diria seu nome
Porque a saudade invadiu todos os meus sentidos
E agora não consigo pensar em outra coisa senão você
Olho para as mensagens antigas
Querendo que você me mande uma, apenas uma
E eu me pergunto se responderia
Ou se novamente meu orgulho me trairia
Eu te quero perto novamente,
Mas de que adianta falar?
Se isso não acontece imediatamente.


A vida já não é a mesma desde que você saiu
Ela parece... como algo que esbarrei e caiu
Ela parece sem cor, como se você, quando ainda estava aqui a pintasse
Será que não é mesmo isso?
Era você?
Que colocava em meu coração todas as emoções boas ao te ver?
Você que as vezes me fazia perder a paciência sem querer?
Era você que me lembrava das coisas boas de em viver?
Acho que foi você, que este buraco deixou
Não entende o estrago que fez, mesmo sem intenção?
Meu coração anseia pela sua volta sem pretensão.
Só peço que volte, que volte e me perdoe
Mas sou orgulhosa de mais para pedir
Para me ajoelhar, e lhe implorar.

O amanhã é só uma miragem, o único chão que realmente te sustenta é o passo que você dá agora.