Coleção pessoal de testeteste123

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"É mais fácil decepcionar do que conquistar."

"É errando que se acerta e se acertando que se erra."

"A você, o Altar. A mim, os Campos. Diferentes chamados, a mesma missão."

O valioso não é o troféu, mas sim sua caminhada até lá.

"Entregue seus medos a Deus,que ele saberá oque fazer com eles."

A solidão é como um rio sem margem. Quanto mais você navega, mais você se sente e perdido e longe das bordas.

Nunca tive medo de viver ou arriscar...


Foi arriscando que acertei várias vezes, e também foi arriscando que errei. Dos erros, ficaram os aprendizados. Dos acertos, colhi os frutos que hoje tenho.
Porque o mundo não é para os covardes, é para quem tem coragem de tentar.

"Não amaldiçoe o peso das suas lutas. Tudo o que você achou que serviria para te afogar, no fim das contas, te ensinou a nadar. Você não foi derrotado pelo cansaço; você foi treinado pela vida."
— Ginho Peralta

​"Olhe para trás com orgulho: tudo aquilo que você acreditava que iria te afogar, na realidade, foi o que te ensinou a nadar. As maiores tempestades da vida não surgem para nos destruir, mas para revelar a nossa capacidade de vencer o mar."
— Ginho Peralta

"Não dependa de amigos para sentir-se completo.Dependa da sua própria amizade com sigo mesmo e de Deus."

''A Terra tem seu canto.''

"Quando uma mulher descobre o seu valor e compreende o quanto é amada por Deus, ela não aceita migalhas, rejeição, traições nem mentiras. Quem conhece a sua identidade em Deus protege a própria dignidade e não permite que ninguém a destrua."

A Navalha de Occam, ou Navalha de Ockham, criada por Guilherme de Ockham, é um princípio filosófico que sugere que, ao enfrentar várias explicações para um fenômeno, a mais simples tende a ser a correta. Em regra, a solução mais prática e econômica costuma ser a mais provável, no geral.
Ockham foi um frade franciscano inglês do século XIV. Seus conceitos filosóficos entraram em conflito com a Igreja e, como consequência, ele foi excomungado pelo Papa João XXII.
Nesse princípio, vejo uma boa reflexão quando o extrapolamos para a atualidade, em particular para o nosso país.

Nem Deus consegue parar um homem faminto.

Na casa clara da manhã, de poeira se enchia a estrada em um redemionho a levar flores de outono que descansam no solo. Canta a asa branca na planície de uma mata vasta e inebriada. A água calma da lagoa acalma a alma vaga na madrugada. Ouve-se a fala mansa de um arara que chama alta na varanda. No mar uma barca branca e iluminada levava uma menina que sorria. Para ela a vida era linda e infinita. A brisa fria da colina ouvia sinos a vibrar nas igrejas. Um poeta põe-se a escrever rima viva e cristalina, trilha antiga e escondida, que fitava a neblina e a poesia ilumina o dia. A melodia inspira a menina de família unida e querida. O rouxinol cantou de novo no dia solto do outono. No quintal havia um poço fundo e silencioso. Nas montanhas se ouviam coros sonoros de monges. Os olhos eram como sóis dourados, no contorno do horizonte e os opostos formam o todo de um sonho longo e misterioso. A lua despida sobre a rua pairava chuva pura da altura, em escultura de ternura. A bruma azul era música muda à alma. Uma luz profunda e absoluta. Na mesa havia uma fruta suculenta e madura, com uma cursa suave de pintura. O dinheiro era escasso e fortuna busca aventura. Mas esqueça. Uma doçura flutua na memória e o céu sereno e pequeno leva o tempo lento e secreto. Um vento leve sobre o campo, faz o verde crescer em silêncio para futuras festas belas e singelas. Uma estrela revela secredos e a névoa leve desliza pela relva. A terra espera a primavera em um verso belo e sincero. Um menino seguia sozinho, sorrigo antigo e tranquilo. Brilho vivo do destino. E há um caminho florido e bonito. Foi um livro escrito com carinho.

Eu não estava no mundo quando Cristo foi crucificado, mas os meus pecados já estavam diante d'Ele. A cruz foi erguida numa época distante, mas a sua sombra alcança todas as gerações.

O mais extraordinário da cruz não é que Cristo morreu pelos pecadores do Seu tempo, mas que morreu também pelos que ainda não tinham nascido.

Se o mal-estar na civilização de Sigmund Freud, decorre das regras e da repressão das pulsões necessárias à vida em sociedade, o mal-estar da favelização emerge da falta de limites estruturais e de responsabilidades coletivas.

A alma não é uma página em branco quando você nasce. Ela é um livro que a eternidade está escrevendo.

Não ignore o alerta de uma pessoa só porque ela não participa do seu dia a dia, você contempla melhor uma ilha quando você se afasta e se posiciona em um ponto estratégico