Coleção pessoal de testeteste123

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“O silêncio e o sorriso são ferramentas extraordinariamente poderosas. O sorriso tem a delicadeza de desarmar conflitos sem ferir ninguém; o silêncio possui a sabedoria de evitar batalhas que não merecem ser travadas. Nem toda verdade precisa ser dita imediatamente, nem toda provocação exige resposta. Há uma maturidade rara em compreender que a força nem sempre está em falar mais alto, mas em saber quando calar e quando sorrir. Afinal, quem domina as próprias emoções alcança uma liberdade que nenhum debate é capaz de oferecer. O silêncio protege a paz; o sorriso revela a grandeza de quem já não precisa provar nada a ninguém.”

Nunca esqueça daquele que te emprestou uma escada, pois aqueles que a vida levanta, o tempo derruba.

MISTÉRIO DE UM OLHAR


O que traz o teu olhar?
Mistério,
beleza,
paixão.


Será que o teu brilho
tem alguma explicação?


Um olhar
é apenas um olhar?
Meu coração diz que não.


O olhar revela segredos,
traduz a alma
em silenciosa expressão.


Os poetas percebem
o que foge à razão;
encontram, num simples olhar,
a mais pura inspiração.


Um olhar...
teu olhar...
simples assim.


Ganhou
minha admiração,
conquistou
meu coração.


Autor: Sandro Sansão da Silva Costa

"A maior ignorância humana é o preconceito; a maior hipocrisia é esquecer que a carne é apenas um traje, e que a alma não tem cor."

"Na soberba de sua suposta evolução, o ser humano se torna o mais ignorante dos animais: veste a máscara da hipocrisia e julga a casca, esquecendo-se de que a alma é feita de luz, e a luz não tem cor, na morte tudo se nivela."

ACEITAS OU NÃO ACEITAS?


Aceitas ou não aceitas meu querer,
meu coração repleto de paixão?
Trago um amor que insiste em florescer,
feito luz acesa na escuridão.


Não tenho ouro, prata ou riqueza,
apenas um sentir de alma-florida;
um bem-querer tecido com pureza,
uma esperança viva e colorida.


Se não aceitas, sigo o meu caminho,
com a dor silenciosa da partida;
guardando o teu nome bem sozinho.


Mas, se aceitas, muda o meu destino,
e o nosso amor, de sonho iluminado,
fará do tempo um verso cristalino.


Autor: Sandro Sansão da Silva Costa

ENSAIO MÚSICAL.


Letra e Música: Félix di Láscio.


CANTIGA DE BOI.


O Boi
O boi,


O Boi tinha mandato.
Ninguém mandava no
Boi.
O Boi era dono do pedaço,
Não andava descalço,
Hoje lembranças
Perdida no velho espaço.


O Boi,
O Boi...


Sumiu da festa,
Ninguém sabe o seu paradeiro,
Tá enfeitado o terreiro. _bis


Boi,
Boi...


Da Serra Itapararica,
Boi que fugiu com
A Rita.
Boi dos manguezais,
Boi de Minas Gerais.


O Boi,
O Boi...


Boi do agreste, boi cabra da peste,
Não se meta lá por sul.
Sua fama é no Nordeste,
Boi do Agreste,
Boa Cabra da peste.


Boi,
Boi...


Se alevanta,
Se arriba,
Vai a Paraíba!.


Lá, Lalá
Lá, Lalá...


(Refrão)


Dez mil réis,
Dez mil réis..
Por um voto de cabresto.
Vendido até o Cesto.


Félix di Láscio, Poeta e letrista Brasileiro.


Postado em 17/07/2026 h. 20:15

Aceitas o Meu Coração?


Não possuo riquezas.
Aceitas o meu coração?


Trago no rosto a simplicidade,
mas na alma carrego emoção.
Não tenho terras nem patrimônio,
tenho amor,
tenho paixão.


Pergunto outra vez:
aceitas o meu coração?


Viver a verdade inteira do afeto,
sem cálculos, sem explicação,
talvez seja este o teu dilema:


abraçar a abundância dos bens
e seguir apenas a razão,


ou guardar para sempre distante
o amor que pede abrigo,
sem condenação.


A mais rara joia do mundo
não reluz em ouro nem em prata;
permanece silenciosa,
guardada em meu coração.


Não possuo riquezas,
meu amor.


Tenho apenas um tesouro:


ofereço-te
o meu coração.


Autor: Sandro Sansão da Silva Costa

Selecione as amizades que precisa caminhar cotidianamente, pois nem sempre elas são verdadeira a ponto de ajudar nas adversidades da vida...
Muitas vezes os influenciadores para o mal caminho não vão comparecer nem para jogar os 3 punhados de terra fúnebre, imagine fazer algo
para favorecer enquanto têm vida.

​O Paradoxo do Eterno e o Resgate no Nexus
​Preso no vazio do Nexus Temporal, Samuel sentia sua mente fraquejar enquanto mastigava os restos secos de um amanhã que nunca existiu. Mas o universo não aceita o vácuo, e muito menos o apagamento de uma linhagem que já reescreveu a história.
​De repente, o tecido cromático da cela quântica rasgou. No meio do nada, surgiu Cecília.
​Ela era a bisneta de Samuel, uma variação temporal viva nascida diretamente do paradoxo cronológico. Cecília não deveria estar ali, mas, pela lei fundamental do Colisor de Pensamentos, aquele que existiu sempre vai existir. O tempo pode ser dobrado, sabotado e trancado, mas a existência de uma consciência é indelével.
​Como a física do espaço-tempo proíbe terminantemente a presença de dois "Eus" idênticos no mesmo ato do loop, o universo resolveu a equação da forma mais caótica possível: em vez de trazer o velho Samuel ou o filho dele, a própria linha do tempo materializou Cecília no Nexus como uma força de compensação. Ela era a resposta matemática à prisão de seu ancestral.
​Cecília olhou para Samuel, o bisavô debilitado pelas migalhas quânticas, e estendeu a mão. Em seu pulso, um dispositivo feito com a carcaça modificada da velha Voyager 1 brilhava com a energia dourada dos cofres roubados do passado.
​— Eles acharam que podiam trancar a nossa história em uma cela, bisavô — disse Cecília, com a voz ecoando em várias frequências temporais ao mesmo tempo. — Mas eles esqueceram a regra básica: nós quebramos o tempo antes mesmo de eles inventarem as facções.
​O Nexus começou a tremer. As paredes invisíveis da prisão das facções racharam quando a presença de Cecília forçou o loop a se expandir. O confinamento havia acabado. A linhagem de Samuel não era uma prisioneira do tempo; eles eram os donos dele.
​— Vamos embora — Cecília sorriu, ativando o motor tridimensional. — Temos uma bomba atômica no Brasil para proteger e umas facções temporais para apagar da história.

Houve um tempo em que o amor atravessava estradas de terra, mares e continentes dentro de um envelope.


As palavras eram escritas à mão, carregando a inclinação da letra, a força do traço, as pausas do pensamento. Algumas cartas levavam perfume. Outras, uma flor prensada entre as páginas. Quase todas levavam saudade.


Quem escrevia não tinha a certeza da resposta. Esperava dias, semanas, às vezes meses. E, ainda assim, escrevia.


Talvez porque o sentimento viesse antes da comunicação.


Hoje, carregamos o mundo inteiro na palma da mão. Uma mensagem atravessa oceanos em segundos. Vemos quando a pessoa está online, quando digitou, quando visualizou. Nunca foi tão fácil chegar até alguém.


E, no entanto, nunca pareceu tão difícil alcançar uma alma.


Falamos com muitas pessoas ao mesmo tempo, mas raramente permanecemos em alguma conversa tempo suficiente para que ela crie raízes. Colecionamos contatos, curtidas, notificações e distrações. Estamos conectados por sinais invisíveis, mas separados por muralhas emocionais cada vez mais altas.


Vivemos uma época estranha, onde demonstrar interesse pode parecer excesso. Onde responder rápido pode ser interpretado como carência. Onde sentir muito assusta. Onde a sinceridade, tantas vezes, é substituída por estratégias.


Chamam de maturidade emocional aquilo que, por vezes, é apenas medo de se entregar.


Então me pergunto: o que movia aquelas cartas?


Não era o papel.
Não era a tinta.
Não era o perfume.
Era o sentimento que transbordava antes de se tornar manuscrito.


As palavras apenas encontravam uma forma de existir.
Hoje, para onde vai esse transbordamento?


Para onde vai o amor de quem deseja conversar sem calcular o tempo da resposta? De quem sente saudade sem orgulho? De quem gostaria de dizer "gosto de você" sem receio de parecer demais?


Talvez o problema não seja a tecnologia.
Talvez o problema seja que aprendemos a nos proteger tão bem que esquecemos como nos revelar.


E, enquanto inventamos jogos para não parecer interessados, acabamos perdendo justamente aquilo que mais procuramos: alguém diante de quem não seja necessário jogar.
Não acredito que este seja o fim das relações verdadeiras.


Mas acredito que elas se tornaram um ato de coragem.
Porque, em um mundo que ensina a esconder sentimentos, amar continua sendo a arte de deixá-los aparecer.

Seja aquele tipo de louco que semeia flores, pois um louco assim o mundo procura.

“Moça bela do campo,
Campo dourado encantado,
No gramado isolado,
Sinto-me iluminado,
A moça faz um desenho de um campo,
E isso me concentra,
Ela é bela como estrela,
A moça é bela que quando passo por ela, me congela,
Vem dançar comigo,
Moça que encanta e canta
Sua beleza é como flor em primavera
Moça bela do meu campo…
Campo dourado,
Você é minha calmaria,
Com certeza iria ser atração de alguém.”

O religioso que tira o terço diante da morte, normalmente usa-o como chicote em vida.

A vida nos leva a diversos lugares, porém devemos admitirque o mais importante
é com quem vamos está...
...A companhia faz todaa diferença
do ambiente por mais simples que seja!

Tem Trem
Repensar esse transporte antigo,
Modernizado
ele passa a ser mais amigo !
As linhas férreas
são suas ruas e avenidas
Transporte aprovado
para toda vida.

“A vida que você tem hoje é a soma silenciosa das escolhas que você repetiu durante anos.”

Ainda que alguém não te empreste uma escada, vai.

Ninguém nasce inteiro. A gente vai se construindo aos poucos, entre tropeços, recomeços e perguntas que não têm resposta. E tudo bem não ter tudo resolvido. A pressão por estar pronto, por ter um plano, por parecer que a vida está sob controle, é um peso moderno que carregamos sem perceber.
O incompleto não é defeito. É estado natural. Somos versões em constante atualização, com bugs, travamentos e algumas funcionalidades que ainda não descobrimos. Aceitar isso não é desistir. É parar de brigar com a própria sombra.
A rede social mostra o ápice, o resultado, o sorriso no pico da montanha. Mas a história de verdade está na subida: no cansaço, na vontade de voltar, no passo seguinte mesmo sem certeza. É ali que a gente muda.
Ser incompleto é ser honesto. É admitir que erramos, que não sabemos, que ainda estamos aprendendo a ser quem somos. E talvez essa seja a coragem mais rara de todas: mostrar o processo, não só o produto final.

O Eco do Adeus


Você foi o sol que escolhi seguir,
mas se fez noite sem avisar.
Deixou a promessa do que iria vir,
e o silêncio pesado em seu lugar.


O amor que eu julgava ser cais
mostrou-se apenas maré vazia.
Você foi embora, e nada mais
restou daquela velha poesia.