Coleção pessoal de pensador
Minha mãe me falou de um ditado na Itália: “Il primo amore non si scorda mai.” Você jamais esquece seu primeiro amor.
Se eu ficar sozinho com ela, meu coração vai sair pela boca e eu vou morrer. Você tá a fim de me matar? E ainda se diz o meu melhor amigo?
(Takemichi Hanagaki)
Quando é que foi que você ficou tão abusado, moleque? Vê se para de se achar só porque ganhou um pouquinho de atenção.
(Draken)
Se tudo que você pode fazer é destruir o que é precioso para mim, então eu vou destruir você.
(Manjiro Sano/Mikey)
Menina legal. É difícil encontrar alguém como ela, sabia? Você tem que valorizar.
(Manjiro Sano/Mikey)
Tá tudo bem se esforçar por quem você gosta. Só não pode exagerar. As coisas podem dar errado, dependendo do seu adversário.
(Manjiro Sano/Mikey)
Quando esses caras vierem te encher, não vacila. Você tem que estar preparado pra apanhar, mas não recua.
(Takemichi Hanagaki)
No momento que eu achei que fosse morrer, eu não me lembrei dos meus pais nem dos meus amigos. Mas da Hinata Tachibana.
(Takemichi Hanagaki)
Na maioria das vezes, conversar sobre o trauma é como gritar num megafone; o som estridente chama a atenção, mas é alarmante e incômodo demais e só nos deixa chocados ou confusos.
Só porque não prestamos atenção no trauma não significa que ele não esteja atuando para corroer nosso bem-estar.
O trauma é bem parecido com o ar que respiramos: está em toda parte, entrando e saindo de nosso lar, de nosso corpo e das pessoas que amamos.
A maioria pensa em trauma como algo que resulta de um evento único e significativo, mas essa é só a ponta do iceberg.
