Coleção pessoal de pensador

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O mundo não gosta muito de bruxas. Nem imagino por quê.

Uma bruxa não é nada sem seu coven.

A magia costuma unir as coisas.

Eu te amo, Gretchen Lang. E nenhum demônio vai mudar isso.

Faço o que for. Só quero minha amiga de volta.

É preciso se despir de tudo, da segurança pessoal, das convenções morais, até restar só a verdade.

Um exorcismo é um desentupimento da alma.

Você tem que entrar na arena da batalha diabólica armado apenas com amor, fé e o poder de Jesus Cristo.

Com o poder da cruz, tudo é possível!

Ano Novo

Ficção de que começa alguma coisa!
Nada começa: tudo continua.
Na fluida e incerta essência misteriosa
Da vida, flui em sombra a água nua.

Curvas do rio escondem só o movimento.
O mesmo rio flui onde se vê.
Começar só começa em pensamento

Ano novo é tudo novo
no sentimento da gente,
porém, preserve do antigo
o que lhe empurrou pra frente
junte tudo que prestou
misture com muito amor
e faça um mundo diferente.

Preserve os beijos, os cheiros,
os chamegos de amor,
as gargalhadas mais altas,
as piadas que contou,
e, se a tristeza apertar,
basta você se lembrar
dos sorrisos que arrancou.

O meu ou o seu caminho
não são muito diferentes,
tem espinho, pedra, buraco
pra mode atrasar a gente.
não desanime por nada,
pois até uma topada
empurra você pra frente!

Continue sendo forte
tenha fé no Criador,
fé também em você mesmo,
não tenha medo da dor
siga em frente a caminhada
saiba que a cruz mais pesada
o fí de Deus carregou.

Passagem do ano

Passagem
O último dia do ano
não é o último dia do tempo.
Outros dias virão
e novas coxas e ventres te comunicarão o calor da vida.
Beijarás bocas, rasgarás papéis,
farás viagens e tantas celebrações
de aniversário, formatura, promoção, glória, doce morte com sinfonia e coral,
que o tempo ficará repleto e não ouvirás o clamor,
os irreparáveis uivos
do lobo, na solidão.

O último dia do tempo
não é o último dia de tudo.
Fica sempre uma franja de vida
onde se sentam dois homens.
Um homem e seu contrário,
uma mulher e seu pé,
um corpo e sua memória,
um olho e seu brilho,
uma voz e seu eco,
e quem sabe até se Deus…

Recebe com simplicidade este presente do acaso.
Mereceste viver mais um ano.
Desejarias viver sempre e esgotar a borra dos séculos.
Teu pai morreu, teu avô também.
Em ti mesmo muita coisa já expirou, outras espreitam a morte,
mas estás vivo. Ainda uma vez estás vivo,
e de copo na mão
esperas amanhecer.

O recurso de se embriagar.
O recurso da dança e do grito,
o recurso da bola colorida,
o recurso de Kant e da poesia,
todos eles… e nenhum resolve.

Surge a manhã de um novo ano.
As coisas estão limpas, ordenadas.
O corpo gasto renova-se em espuma.
Todos os sentidos alerta funcionam.
A boca está comendo vida.
A boca está entupida de vida.
A vida escorre da boca,
lambuza as mãos, a calçada.
A vida é gorda, oleosa, mortal, sub-reptícia.

O ano passado

O ano passado não passou,
continua incessantemente.
Em vão marco novos encontros.
Todos são encontros passados.

As ruas, sempre do ano passado,
e as pessoas, também as mesmas,
com iguais gestos e falas.
O céu tem exatamente
sabidos tons de amanhecer,
de sol pleno, de descambar
como no repetidíssimo ano passado.

Embora sepultos, os mortos do ano passado
sepultam-se todos os dias.
Escuto os medos, conto as libélulas,
mastigo o pão do ano passado.

E será sempre assim daqui por diante.
Não consigo evacuar
o ano passado.

Seu sucesso, se tiver em si tal desejo, nunca será apenas seu, mas terá o tamanho das pessoas que você ajudou, e isso pode ser gigantesco em nossa profissão.

Outro importantíssimo componente do economista, talvez o mais importante, é a vontade de servir à humanidade, de interferir positivamente nas conspirações que você identificar, usando a força das suas ideias, seus achados e sua capacidade de persuadir outros a fazerem as coisas certas.

A economia não é um assunto fácil nem intuitivo. E os economistas, para piorar, tornam a coisa simplesmente indecifrável, parecendo gerar complicação desnecessária com vistas a confundir.

Fazer economia, ou economizar, tem muito pouco a ver com o que faz o economista.

Se nossa espécie não tomasse como central o desafio de melhorar suas condições de vida, talvez ainda vivêssemos em cavernas. A motivação econômica é o que move a humanidade.

Escolha uma prioridade e lute por ela.

Os melhores ensinamentos que o mercado me trouxe é de não acreditar que é possível ficar rico rapidamente, ter disciplina e prioridade nas escolhas.