Coleção pessoal de pensador

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Eu acho que muitas pessoas sonham. E enquanto elas estão ocupadas sonhando, as pessoas felizes, bem-sucedidas, interessantes e poderosas estão ocupadas fazendo.

A derrota não é uma punição da vida: é uma oportunidade. Portanto, ela não pode trazer consigo culpa, rancor, remorso, raiva. Ela deve ser uma fonte de energia, investigação, aprendizado e gratidão pela chance de conquistar o maior de todos os patrimônios de um ser humano: a maturidade.

A vida é a melhor de todas as mães. Elas nos submete às mais diversas situações sem nenhum pudor ou receio das consequências. Ela nos leva a extremos num piscar de olhos, sem se importar se estamos dispostos a isso ou não. Não adianta chorar, implorar ou se esconder: ela vai testá-lo a todo momento.

A motivação vem da disciplina. Quando o nosso sistema interno reconhece o valor da ação, desencadeia um enorme sentimento de realização que nos move a continuar realizando aquilo com frequência.

Engajamento é fazer por livre e espontânea vontade o que precisa ser feito. (...) Fazer porque deseja fazer.

O foco no resultado é inútil, pois o resultado é apenas a consequência da aplicação do nosso desempenho. (...) Quando melhor o desempenho, mais resultados.

Troque a inércia pelo engajamento. Quando você está engajado, existe um sentido maior para dar os passos necessários rumo aos seus objetivos.

Jamais negocie com a preguiça. Ela sempre ganha!

Você pode viver para vingar o passado ou para enriquecer o presente.

Mudar é notar o que não está mais funcionando e sair dos padrões familiares e aprisionadores.

Não podemos escolher ter uma vida livre de sofrimento. Mas podemos escolher ser livres, escapar do passado independentemente do que aconteça e aceitar o possível.

O único lugar onde podemos exercer nossa liberdade de escolha é no presente.

Ser passivo é permitir que os outros decidam por você. Ser agressivo é decidir pelos outros. Ser assertivo é decidir por conta própria. E confiar que é o suficiente, que você basta.

Quando buscamos vingança, até mesmo uma vingança não violenta, estamos retrocedendo, não evoluindo.

O tempo em si não cura. A questão reside no que você faz com o tempo. A cura é possível quando escolhemos assumir a responsabilidade, quando escolhemos correr riscos e, por fim, quando escolhemos nos soltar da ferida, abandonar o passado ou o luto.

Existe uma diferença entre ser vítima e se fazer de vítima. Somos todos suscetíveis a nos tornar vítimas de alguma maneira. Todos sofremos algum tipo de aflição, desgraça ou abuso causado por pessoas ou circunstâncias sobre as quais não temos controle. Isso é ser vítima. É algo que vem de fora. Em contrapartida, o complexo de vítima vem de dentro. Ninguém pode fazer você se sentir inferior a não ser você mesmo. Nós nos tornamos vítimas não pelo que acontece conosco, mas quando escolhemos nos agarrar ao sofrimento.

Sobreviventes não têm tempo de perguntar ‘Por que eu?’. Para os sobreviventes, a única reflexão relevante é ‘E agora?’.

Não sabemos onde estamos indo, não sabemos o que vai acontecer, mas ninguém pode tirar de você o que você colocou em sua mente.

Nossas experiências dolorosas não são um fardo, elas são um presente. Elas nos dão perspectiva e significado, uma oportunidade para encontrar nosso propósito único e nossa força.

Unicórnios? Era a única coisa que eu sempre quis.