Coleção pessoal de pensador
A culpa é sua que confiou na pessoa errada
E agora você quer voltar atrás
Nunca fui de relacionamento
Vida de solteiro é bom demais
E aí, você aceitaria?
Viver tudo isso um dia
Tenho que confessar
Eu também não tô tão seguro
Compartilha dessa rebeldia
Vou dar meu melhor, eu juro!
Quero saber quando eu vou deixar de sonhar
E sentir, de fato, a sua pele na minha
Agora não dá pra voltar atrás
Porque eu já tô amando até o jeito que cê caminha
Mulher bonita mexe com meu coração
Agora entendi a situação do Seu Jorge
Ben Jor descreveria você em linhas
Às vezes, penso que isso é só umas brisa minha
Mas quando penso em você,
A mão junta com a caneta e a letra se escreve sozinha
Ela curte um rap, um funk, um samba
Intelectual, essa mina lê Nietzsche
Ela me afronta em qualquer treta
Nóis num lugar afrodisíaco, na cama ela é Afrodite
O mundo gira, então nunca desacredite
Tipo os cara que me ignorava, hoje chama pra feat
É de lei, quem não faz
Quer falar de quem fez
E eu não tenho que me sentir culpado
Com a falta de atitude de vocês
Passei por tudo sozinho
Mano, eu provei do espinho
A vida não só deu carinho
Mano, eu fiz tudo sozinho
É disso que eu preciso
É que eu não sei se é uma brisa
Ou se tudo isso é real
Esse sorriso no rosto não esconde que a nossa vida tá um caos
Mesmo com várias minas do meu lado
Eu ainda me sinto sozinho
Só sigo em busca do sonho
Agradeço a Deus por ter sido escolhido
Vamo fugir pra longe desse estresse
Sabe, eu te levo pra onde cê quiser
Vivendo esse sonho comigo, conquistando o mundo
A gente merece
Muitos dos meus filmes têm protagonistas femininas fortes – garotas corajosas e autossuficientes que não pensam duas vezes em lutar pelo que acreditam com todo o coração. Elas precisarão de um amigo ou de alguém que lhes dê apoio, mas nunca de um salvador. Qualquer mulher é tão capaz de ser uma heroína quanto qualquer homem.
Às vezes eu me testo dizendo: “Se eu receber uma sentença de morte se não fizer este filme, ainda assim o faria?”
Agora, sob a sombra de uma nuvem escura, adentro as densas trevas em meio às quais logo desaparecerei, para ser, a partir de então, oculto dos olhares dos meus entes queridos e privado da doce luz da liberdade, por muitos anos de extenuante sofrimento.
Mais uma vez, assegurei-o de que eu era um homem livre, e insisti para que ele me livrasse daquelas correntes imediatamente. Ele tentou calar-me, como se temesse que minha voz pudesse ser entreouvida.
Seria uma felicidade para a maior parte de nós – pouparia a agonia de centenas de açoites e mortes miseráveis por fim – se o generoso mar tivesse naquele dia nos subtraído das garras de homens sem coração.
A vida é cara a qualquer coisa viva; o verme rastejante lutará por ela. Naquele momento, era cara para mim, escravizado e tratado tal como eu era.
Cheguei a pensar que morreria sob o açoite daquele amaldiçoado bruto. Ainda agora minha carne estremece sobre os ossos quando me recordo daquela cena. Eu me sentia inflamar, e meu sofrimento não poderia ser comparado a nada menos do que as abrasadoras agonias do Inferno!
