Coleção pessoal de pensador
Eu não sei te dizer não, não consigo negar
Então, me diz qual é moral da gente não aproveitar
Tudo o que a vida tem pra oferecer?
O meu sorriso fica muito mais bonito quando é pra você
Volta e vem dizer
Que se arrependeu e quer mais
Um pouco mais de nós
Vem e volta a ser o meu cais
Volta e vem dizer
Que parou um pouco pra pensar
E, pensando bem, seria bom recomeçar
Eu sinto você chegar
Logo, assim, não tem vazio
E nem com o que me preocupar
A saudade é só um fio
Que nunca se rompe
Nós estamos ligados
Se você puxar, eu caio aí do seu lado
É preciso ser bem esperto para decidir enganar seu parceiro, atirar nele enquanto a polícia chega e ainda se safar com três milhões de dólares em diamantes.
Uma das primeiras lições no setor imobiliário é: Se quer encontrar novas propriedades, cheque o obituário.
Estar apaixonado, talvez ter uma família um dia, envelhecer juntos… São coisas maravilhosas. Coisas que eu queria quando era jovem. Seria legal pensar que, de alguma forma, fiz a diferença para alguém.
Muita gente passa a vida reclamando de coisas que não gosta. Isso dá poder a essas coisas, dá “chi” pra elas. Deveríamos focar nossa energia nas coisas que queremos conquistar, e não nas ruins.
Tem duas razões pra se fazer magia: a primeira é manifestar alguma coisa, e pode ser qualquer coisa, de uma vaga de estacionamento a carreira que você quer, ou ao relacionamento que você quer, não importa. A segunda razão pra se fazer magia é a que chamo de sustento espiritual, no qual a pessoa decide invocar energia e inteligências absorvidas pelo sistema energético pela aura pra crescer e pra se modificar.
[A meditação] treina sua mente pras ideias não ficarem divagando e a energia acabar se dispersando no seu foco principal de ação.
A meditação só é tão importante na magia porque, pra onde quer que a gente foque nossa atenção, essa é a direção para a qual a energia vai fluir. Então, quando a gente faz magia, tem que manter a mente totalmente focada num único ponto, no que quer que você queira realizar.
Só pensamos no amor romântico aqui no Ocidente, mas os tibetanos têm uma abordagem diferente pro amor. Pra eles, amar é o quanto você pode fazer feliz outra pessoa.
Eu não consigo imaginar nada mais satânico do que essa própria ideia: uma força do universo dizendo que, se você se tornar feliz e saudável, a coisa que você mais ama fazer no mundo não será mais prazerosa.
