Coleção pessoal de pensador

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O presidente quer ter o domínio do espaço. Por isso, ele está criando uma nova divisão: a Space Force.

adquira o hábito de se celebrar da pele à medula, você é mágica.

Estou pingando melanina e mel. Eu sou negra sem pedir desculpas.

combater a tristeza é uma guerra necessária.

é quando não acreditamos que somos suficientes para nós mesmos
que começamos a procurar pessoas nas quais nos afogarmos.

Nos sentirmos amados melhora o nosso humor, a nossa capacidade de escuta, a nossa empatia. Dizem que, em uma tribo africana, há um lindo costume. Quando alguém age de maneira ofensiva e prejudicial, é colocado no centro de uma roda, e, por dois dias, todos lhe dizem coisas boas que fez, pois acreditam que assim conectarão o infrator á sua natureza compassiva. Todos queremos amor e aceitação e, por vezes, erramos nessa busca. Da próxima vez que a criança/adolescente estiver difícil de amar, lembre que é quando mais precisa do seu amor. Isso muda a rotina de vocês hoje. Isso muda a vida deles amanhã.

Vivemos num país que é um dos mais violentos com crianças no mundo.

Quando um filho está difícil de amar é quando mais precisa de amor. Talvez seja essa a frase que mais falo para os pais. Talvez seja essa a frase que mais repito pra mim. Quando estamos resmungões, brigões, irritados, é quando mais precisamos de abraços de amigos, de conversas gostosas, de noites de carinho e aconchego. Com as crianças não é diferente. Quando reclamam de tudo, quando as interações diárias se tornam exaustivas, quando a irritação está constante no cotidiano, falta conexão. Falta o carinho que faz com que se sintam especiais. Cooperar e colaborar fica mais fácil quando sentem que são partes importantes na família. O mau comportamento não existe sozinho.

Não é difícil se desconectar dos filhos. Na real, é bem fácil. A vida atropela, as demandas gritam, o dia parece não ter fim. A gente sente o cansaço do excesso de responsabilidade bater e, de repente, os filhos parecem mais uma obrigação, um item na infinita lista de coisas que temos que dar conta.

É interessante observar como a chegada da vida adulta nos endurece. Brincar pede entrega, atenção plena, relaxamento. Só isso. Nós não precisamos saber brincar, precisamos apenas olhar para os nossos filhos e deixar que, por alguns poucos minutos, eles simplesmente nos guiem. Algumas pessoas me falam: "ah, Elisama, mas eu não gosto de brincar, não tenho paciência. Eu leio com ele, a gente desenha junto as vezes. Tá bom, né?". Sim, ler junto, cozinhar, desenhar, contam como tempo de qualidade com a criança e, sem sombra de dúvidas, criam bons hábitos e lembranças na família, mas há algo único e especial em brincar. Quando a gente aceita o convite de "vamos brincar comigo?", eles ouvem "eu me interesso pelo seu mundo e quero fazer parte dele." E existe um efeito mágico nisso. Crianças são uma carta branca pra correr no mercado, dançar no meio do shopping, sentar no chão e brincar com lama. Elas são lembretes vivos de que a vida pode ser mais divertida. São mão estendida pra uma existência menos cinza. Precisamos brincar.

O amor não é isto, o quanto você se esforça pra amar alguém?

Depois de um esforço enorme pra fazer um bom quadro, a última coisa que você quer é dar uma pincelada ousada e arriscar estragar tudo.

Caso não tenha adivinhado, esta não é uma história de amor. Pelo menos não uma em que alguém consegue o que quer.

Pra mim, as pessoas passam tempo demais procurando alguém para completá-las. Quantos acham o amor perfeito? E, dos que acham, quantos fazem durar?

Dizem que, quando as metades se encontram, há um entendimento tácito. Uma harmonia. É impossível ser mais feliz que isso.

Os gregos antigos acreditavam que antes tínhamos quatro braços e pernas e uma só cabeça com duas caras. Éramos felizes. Completos. Tão completos que os deuses, temendo que não precisássemos de devoção, nos partiram em dois. Deixaram-nos vagando pela Terra, divididos e aflitos. Eternamente buscando. (...) A outra metade da nossa alma.

Uma situação bizarra nos uniu. Escrevo esta carta para você, pois agora estamos no fim de uma estrada. Nossa fortaleza, nossa história está sumindo. Vamos nos encontrar novamente. Venha, se ainda se importa. Assim podemos provar que somos reais. Ou não. E sumimos. Assim como este lugar.

O amor não é agradável. É confuso.

O preconceito obscurece a verdade.

O indivíduo é parte de um todo. E, sem toda a sociedade, o indivíduo perde sua função. Para dar um exemplo, vamos pensar num indivíduo que voluntariamente se isola. Quando ele se desconecta da sociedade, perde suas qualidades únicas.