Coleção pessoal de pensador

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⁠Eu me convenci de que só pensava nela porque era a mais bonita. Não percebi que estava apaixonado.

⁠Quem não teme o amor? É assustador pra você, não é?

⁠Você é uma mãe maravilhosa, mas às vezes esquece que também é mulher. (...) Não esqueça sua felicidade.

Não sei o que falar pra uma garota que conheci num aplicativo. “Disponível para encontros às cegas?”

⁠Minha esperança é de que haja alguém lá fora que saiba a verdade.

⁠Quando você ama alguém e se importa com alguém, você nunca quer desistir.

⁠Você toma muitas coisas como garantidas na vida, até que todas elas sejam arrancadas de você.

⁠Muitas pessoas me disseram que estava tudo bem, que ela iria aparecer, que ela nunca me deixaria a qualquer custo.

⁠É claro que, nesses tipos de casos, é um quebra-cabeça. E leva tempo para juntar as peças do quebra-cabeça.

⁠Como você processa isso? Por que eu não parei? Se eu poderia ter sido a última [a ver a vítima viva], por que eu não poderia ter feito alguma coisa? Por que não fiz alguma coisa?

⁠Quando você acerta, a comédia é um amor infinito.

⁠Eu gosto do reconhecimento, mas estou famoso, não sou famoso. Isso tudo pode acabar em duas piadas.

⁠Não havia dúvida de que era ela quem estava por trás de tantas mudanças. Era por ela que ele agora acordava todos os dias com energia e otimismo em vez de passar o dia inteiro na cama.

⁠Certas pessoas simplesmente não prestam, e você não pode deixar que elas atrapalhem a sua vida.

⁠O passado era como um peixe tirado do mar: escorregadio e nunca tão bonito quanto você imaginava .

⁠É assim que nos sabemos vivos: estamos equivocados. Talvez o melhor a fazer seja ignorar se estamos certos ou errados quanto às pessoas e simplesmente deixar as coisas seguirem seu curso. Mas se você consegue fazer isso... bem, sorte a sua.

⁠Sua história era uma história de amor, mas o amor viria apenas mais tarde. Antes ele ainda teria longos anos pela frente.

⁠Então aqui está: há quinze anos, neste mesmo dia, houve uma festa, dois assassinatos e uma fuga de lancha. Fora isso, não sei de absolutamente mais nada, e jamais saberei.

⁠O sujeito não era nenhum gênio do crime. Porque diabos ele fez o que fez? Como conseguiu evaporar? Essa ausência de respostas me rouba o sono há mais tempo do que consigo lembrar. Apenas recentemente comecei a admitir que, neste caso, a ausência de provas é uma condição permanente – ou, no mínimo, uma condição que durará mais que eu.

⁠Ô, Leônidas, cê tem que parar de arrumar essas confusão.