Coleção pessoal de pensador

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⁠Tenho uma vida perfeita. Mas, sabe, um dia você acorda e sente que a pessoa do seu lado é um total estranho.

⁠Parece que você está vivendo um sonho. Ou há crise no paraíso?

⁠Como aprendemos umas das outras? Como faremos isso sem nos causar dano, mas com a coragem de retomar a tessitura do cotidiano que pode revelar profundas traições? Como nos entrecruzarmos sem assumir o controle?

⁠A produção do cotidiano dentro do qual uma pessoa existe produz ela mesma, na medida em que fornece vestimenta, comida, economias e ecologias, gestos, ritmos, habitats e noções de espaço e tempo particulares, significativos. Mas é importante que estes modos não sejam simplesmente diferentes. Eles incluem a afirmação da vida ao invés do lucro, o comunalismo ao invés do individualismo, o “estar” ao invés do empreender, seres em relação em vez de seres em constantes divisões dicotômicas, em fragmentos ordenados hierárquica e violentamente.

⁠Comunidades, mais que indivíduos, tornam possível o fazer; alguém faz com mais alguém, não em isolamento individualista.

⁠Não se resiste sozinha à colonialidade do gênero. Resiste-se a ela desde dentro, de uma forma de compreender o mundo e de viver nele que é compartilhada e que pode compreender os atos de alguém, permitindo assim o reconhecimento.

⁠A tarefa da feminista descolonial inicia-se com ela vendo a diferença colonial e enfaticamente resistindo ao seu próprio hábito epistemológico de apagá-la.

⁠O feminismo não fornece apenas uma narrativa da opressão de mulheres. Vai além da opressão ao fornecer materiais que permitem às mulheres compreender sua situação sem sucumbir a ela.

⁠Quando penso em mim mesma como uma teórica da resistência, não é porque penso na resistência como o fim ou a meta da luta política, mas sim como seu começo, sua possibilidade.

⁠Lembra quando você me ensinou sobre o destino
Disse que tudo valia a pena esperar
Como aquela noite no banco de trás do táxi
Quando seus dedos andaram na minha mão
No dia seguinte, nada no meu celular
Mas ainda consigo sentir seu cheiro nas minhas roupas
Sempre esperando que as coisas mudem
Mas nós voltamos direto para os seus joguinhos

⁠Eu nem consigo olhar para você
Olhe para o espaço bem ao lado dos seus pés
A madeira está se deformando
As linhas estão se distorcendo
Esta casa está pegando fogo
Queimando as lágrimas do meu rosto
O que diabos nós fizemos?
Diga-me que vamos conseguir

⁠Ainda estou apaixonado, e digo isso porque
Eu sei como parece, entre você e eu,
Não tem sido fácil, querido

⁠Estou cansado desse lugar
Espero que as pessoas mudem
Preciso de um tempo para substituir o que eu dei
E as minhas esperanças, elas são altas
Preciso mantê-las pequenas
Embora eu tente resistir
Ainda quero tudo isso

⁠E se, e se a gente começasse a dirigir?
E se, e se fechássemos os olhos?
E se ultrapassarmos o sinal vermelho rumo ao paraíso?
Porque não temos tempo para envelhecer
Corpo mortal; almas eternas
Cruze os dedos, aqui vamos nós

⁠Nunca fui bom em mentir. Sinto que ela vai descobrir a qualquer momento.

⁠Você tem cara de um mistério que eu tenho que resolver.

⁠– Não gosto desse tipo de lugar. Mas valeu a pena vir. Só por um motivo.
– Qual?
– Conhecer você.

⁠Eu sou um juiz e nós, juízes, não damos explicações.

⁠Hoje à noite, eu e você vamos caçar.

⁠Não entendo essa obsessão das gerações atuais de glamourizar a morte.