Coleção pessoal de pensador
Diferente das moças bem-criadas, eu nunca aprendi a bordar. Aprendi a observar e ouvir, aprendi a lutar.
É preciso o infortúnio para escavar certas jazidas misteriosas escondidas na inteligência humana; é preciso pressão para fazer a pólvora explodir.
Quando uma coisa vai além da minha inteligência, tenho o hábito de não me aferrar a ela e de passar para outra.
O mundo é um salão do qual é preciso sair educada e honestamente, isto é, cumprimentando e pagando suas dívidas de jogo.
Em política, meu caro, sabe tão bem quanto eu, não existem homens, mas ideias; não existem sentimentos, mas interesses; em política, ninguém mata um homem: suprime-se um obstáculo. Ponto final.
Quem dera eu pudesse voltar como era antes
Eu sem saber lidar, o que você dirá?
Será se eu não falar você vai se ligar?
Nada vai me trazer nem devolver o que era antes
Eu vou voltar no tempo só pra reviver o que era antes
Tudo que tu consome é um vírus
O que passa no teu telefone é um vírus
O diabo ri da tua cara e tu ri de volta
Mal sabe você que você é o sacrifício
Eu tô num loop vivendo coisas que eu já vivi
Dizendo coisas que eu já disse
Vivendo a eterna bad trip
Viajar no espaço-tempo, você tá ficando doido?
Cê sabe que isso é impossível
Garoto, isso é papo de louco
Estamos treinando e condicionando uma geração inteira de pessoas que, quando se sentem desconfortáveis, solitárias ou com medo, usam chupetas digitais para se acalmar. E isso vai atrofiando nossa habilidade de lidar com as coisas.
As mídias sociais começam a influenciar cada vez mais profundamente e assumir o controle da autoestima e do senso de identidade.
As mídias sociais não são apenas uma ferramenta esperando para ser usada. Elas têm os próprios objetivos e formas específicas de alcançá-los, usando sua psicologia contra você.
