Coleção pessoal de pensador
A única coisa da qual sempre tive certeza na minha vida era que eu queria estar na primeira missão para Marte.
Eu trouxe um presente. Elas representam a Terra, a Lua e Marte. E a pulseira sou eu voltando para você.
Os políticos, os cientistas, os médicos (...). Eles não nos dizem quem realmente somos. Eles nos escondem do resto do mundo. Porque têm medo de nós.
Você é especial. Aquelas pessoas nos dizem que estamos doentes. Dizem que querem nos ajudar, mas a verdade é que elas nos drogam e nos tornam obedientes.
Os comprimidos que devemos tomar para sermos como todos os outros. Sem esse medo todo. E a tristeza. Sem a raiva. Aqueles comprimidos inibem muito mais, o nosso verdadeiro eu.
As pessoas pegavam o que queriam, se apegavam às coincidências, as poucas que existiam, e construíam uma vida com elas.
Não tem nada que mexa mais com o psicológico de um pobre. Não é: “Ah, será que existe vida após a morte? Será que Deus existe?” Nada dessas perguntas mexe mais com a cabeça de um pobre do que num dia frio, 6h30 da manhã, ele ir num varal, pegar uma roupa e pensar: “Tá molhado ou tá gelado?”
É muito legal ver esse reconhecimento por conta do trabalho. Eu fico muito feliz. Eu tenho noção que sou mais desconhecido do que conhecido, porque a gente vive em bolhas.
É legal ver esse carinho que as pessoas têm, porque a gente não tem muito noção. Só que, quando a pessoa te reconhece, você consegue ver pelo menos uma fagulha de quanto a pessoa gosta de você mesmo não tendo contato físico ou conhecendo você próximo.
Se o pobre pagou 80 reais, ele vai rir os 80 reais. Cada centavo como se fosse o último dinheiro que ele tirou da vida dele.
Hoje, a dominação se perpetua e se estende não apenas através da tecnologia, mas como tecnologia, e esta garante a grande legitimação do crescente poder político que absorve todas as esferas da cultura.
