Coleção pessoal de pensador
O que distingue o prazer da cega satisfação de carências e necessidades é a recusa do instinto em esgotar-se na satisfação imediata, é a sua capacidade para construir e usar barreiras para a intensificação do ato de plena realização.
A literatura e a arte eram uma força racional, cognitiva, que revelava uma dimensão do homem e da natureza que era reprimida e rejeitada na realidade.
Ao cumprir a sua missão, o principal papel do ego é coordenar, alterar, organizar e controlar os impulsos instintivos do id, de modo a reduzir ao mínimo os conflitos com a realidade; reprimir os impulsos que sejam incompatíveis com a realidade, reconciliar outros com a realidade, mudando o seu objeto, retardando ou desviando a sua gratificação.
Sob o jugo de um todo repressivo, a liberdade pode ser transformada em poderoso instrumento de dominação.
Eu tenho pena da sua namorada. Porque você vai ter que me ver todos os dias. E no final vai se apaixonar por mim e se cansar dela. Não se esqueça de dizer a ela de antemão que sinto muito.
A honestidade é a melhor solução. Não fuja ou se esconda. Apenas seja sincera sobre tudo. Eu vou ficar ao seu lado, então não tenha medo.
Só porque você tem dinheiro, não tente mudar as outras pessoas a seu bel-prazer. Eu posso não ter dinheiro, mas tenho meu orgulho.
Eu confio em você. Mas se, por algum motivo, você de fato tiver feito algo errado, precisa olhar para trás e pedir perdão.
O que percebi é que não quero uma garantia. Nem uma rede de segurança. Só quero arriscar com você. Não é um risco se apaixonar. O risco é não se apaixonar.
O amor não é algo que se possa garantir. Como entregar uma pizza. O amor é imprevisível. E pode nos machucar. Mas também pode nos surpreender das formas mais notáveis.
Você tem brincado na parte rasa, onde é seguro. Não é aí que encontrará o amor. Para encontrá-lo, você precisa mergulhar mais fundo.
Quero processar o Amor Garantido. (...) Sou vítima de fraude. O site me rouba 29,95 dólares por mês, com o slogan: “Você encontrará o amor, é garantido.” Bem, eu já fui a 986 encontros e em nenhum deles eu encontrei o amor.
Quando estava com eles, a noção de que alguém podia sentir alguma alegria com os prazeres deste mundo não agitava mais as pontadas de culpa dentro dele. Ele poderia se divertir sem a preocupação oculta de que fosse tudo uma quimera que deveria evitar.
O que nos atrai para a literatura não é que ela seja familiar para nós, é podermos nos relacionar com o valor universal que existe nela.
