Coleção pessoal de ninhozargolin

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Quando a gente não sabe praticamente nada sobre um determinado assunto, é comum que “criemos” uma explicação. Não precisa nem ser muito convincente. Basta que satisfaça a nossa curiosidade.

Com base nas diversas vivências que nos são oportunizadas ao longo da vida, assimilamos alguns aprendizados, sem a obrigatoriedade de, previamente, termos contato com teorias, ideias ou registros de outrem sobre o objeto que está sendo conhecido.

Eu “penso que penso”, logo experimento, conheço, aprendo e compartilho...

Será que o processo de conhecimento das coisas, que tem durado milênios, está nos aproximando ou nos afastando das respostas às grandes perguntas da humanidade?

Ao longo da história da humanidade, algumas vias foram sendo estabelecidas para que o ser humano pudesse adquirir os conhecimentos, apropriando-se do mundo que o cercava, alimentando-se física e mentalmente de tudo o que existia, em cada época e em cada contexto.

O ato de conhecer está diretamente relacionado à paixão e a ação, com a construção mútua de ideais.

Não há possibilidade de uma real participação e decisão democrática se os cidadãos não forem autônomos.

A escola deve ser gerida, verdadeiramente, por todos que dela fazem parte, pois se trata de uma instituição vinculada ao bem comum e ao desenvolvimento da sociedade.

A gestão democrática não se efetivará por decreto, portarias ou por resoluções, mas pelo processo de participação coletiva dos envolvidos.

A pesquisa bibliográfica pode ser utilizada como método em qualquer área do conhecimento, desempenhando um importante papel na construção do saber e/ou na formulação de hipóteses e permitindo que o pesquisador possa trilhar por caminhos pouco explorados, valendo-se, muitas vezes, de trabalhos repletos de significado e importância histórica e revisitando teorias e vivências já registradas por outros autores.

As avaliações devem constituir-se em diagnósticos para o melhor exercício do processo de ensino-aprendizagem e não para rotular os alunos como melhores ou piores.

Na relação com o mundo e com os outros, pode fazer novas escolhas, pode escolher mudar em si próprio o que não lhe agrada, e, para isso, é preciso se autorreconhecer.

O elo entre as práticas de ensino e o pensar dialógico deve ser fixado pelas mãos do educador.

Explicar a realidade e apontar orientações para sua melhoria, levando-se em conta a dinamicidade das sociedades, (...) depende de fatores importantes a serem considerados nas formas de agir e de se relacionar, como o diálogo, a reflexão, o entendimento e a cooperação.

A educação emancipadora é um espaço social para a valorização cultural e, dessa forma, deve propiciar oportunidades educacionais para o encontro de diferentes saberes.

Indivíduos se lançam em aquisições impensadas, “necessitando” consumir para definir o seu papel na sociedade (...), o que já produz efeitos na economia do país e na questão da sustentabilidade.

Compreende-se que espaços educadores sustentáveis são aqueles que têm a intencionalidade pedagógica de se constituir em referências de sustentabilidade socioambiental.

Caberia à educação no processo ensino-aprendizagem, ensinar a condição humana com base na razão, mas também na afetividade, na emoção.

O que caracteriza uma avaliação como formativa é a possibilidade de usar seus dados como informações para a reorientação do trabalho pedagógico, tanto por parte do aluno como do professor, para garantir a aprendizagem.

O contato com a realidade escolar pode nos auxiliar no processo de ressignificação de nosso olhar sobre a escola, entendendo que, com isso, é possível a conscientização e questionamento de muitas de nossas crenças, valores, concepções, medos e expectativas (...).