Coleção pessoal de MiriamDaCosta

601 - 620 do total de 703 pensamentos na coleção de MiriamDaCosta

Acreditamos que lemos poesias,
mas ...
são Elas que nos leem.

Aqueles olhos brilhantes e sonhadores
só desejavam poesia,
ela permanecia fascinada
coletando cores perfumadas das palavras,
ela conseguia respirar o eflúvio
dos contos poéticos
como se eles fossem
os sabores e aromas
de todas as estações.

Somos tão sociáveis ​​
que chegamos ao extremo
de não suportar nossos semelhantes,
permanecendo nos extremos da tolerância extrema
de nós mesmos.

Não sei o que é pior ...
se a ciência/medicina sem consciência
ou a religião/crença com demência,
mas ...
eu acredito que é melhor a ciência
com humana inteligência.

Oh Niterói !
És para mim
um amor que não se corrói
e tens o perfume do jasmim
nesse meu poetizar.
Oh Niterói !
Quando longe do seu mar...
a saudade só me dói.

Ando observando muito pretexto
e nenhuma interpretação de texto.

Aprendi com as tempestades
à ser um Tsunami
de calma e paciência.

Meu viver é bordado
pelo caminhar
de uma alma plácida
com pés intrépidos.
Essa timida valentia
faz dos meus passos
silentes versos
uivantes de vida.

Agora eu sei
que a minha maior fragilidade
construiu a minha força
e o medo que eu temia ter
se revelou uma profunda coragem.

Quanto mais eu leio o rumor das pessoas,
mais eu amo escutar o silêncio dos livros.

Observo o nada disso tudo
para refletir sobre o tudo
e acabo não compreendendo nada.

Se você não consegue
respeitar mais e criticar menos...
procure ignorar ou pelo menos...
fique em silêncio.

Por onde eu for
quero ser pétala de poesia.

O tempo é o meu amigo
e inimigo
sem tempo
que nutre e devora
o meu tempo.

Proteger o Meio Ambiente
deveria ser uma atitude instintiva,
ética e moral de todo ser humano.

Sempre e nunca
são palavras perdidas
dentro de si mesmas.

Que todo o encanto de viver
seja respirado em cada canto que se possa ver.
Mesmo se chover !

Enquanto a liberdade de pensamento é condicionada á discrição e ao silêncio (ou seja: pense á vontade mas fique na sua com o seu pensamento!),
a liberdade de expressão é prisioneira dessa atual censura
livre de condenar absolutamente tudo.

Existe uma paz infinita
na imensidão da alma
abandonada na vastidão
do silencio que me espreme
me derrama
me sangra
me arde
me coagula
me sutura
e me funde poesia.

Eu fui uma criança/adolescente estranha... quando menina gostava de brincar sozinha na minha casinha que ficava escondidinha no quintal; aos 13/14 anos lia K. Gibran e muitas vezes preferia ficar sozinha lendo ou escrevendo na minha Remington ( não sei bem o motivo... mas acredito que entre todos foi o melhor presente que o meu pai me deu), matava algumas aulas de religião e educação física para ir namorar na praia deserta durante o inverno. Detalhe importante: eu namorava o Mar.
Eu continuo estranha...