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Coleção pessoal de michelfm

441 - 460 do total de 1744 pensamentos na coleção de michelfm

⁠O que delonga faz confiar,
O que demora faz confiar.

⁠Graduada em hipnose,
Sentidos de rapina,
Em sua apoteose
Furtou-me a idolatria.

⁠Seus dentes perolados ofuscam a retina,
Globos oculares castanho-esverdeados,
Fios alaranjados semelhados a tangerina,
Perfumadas e vibrantes bochechas de resina.

⁠Desafiadora sem se pronunciar,
As qualidades lhe obedecem,
São pertences a lhe enfeitar.
Remova a maquiagem,
E os acessórios enfeitados.

⁠O inferno é sempre particular e todos os demônios vivem dentro de nós.

Na guerra de rapina dos capitalistas, os trabalhadores e oprimidos pagam a conta com seu sangue e suas vidas. Errados estão todos os poderosos, que dividem o mundo, para lucrar com a morte e o sofrimento de outros.

⁠Amores que vivi

Vão singulares os amores...
Quem pagou os direitos autorais ao amor ?
Por tê-lo usado banalmente, sem créditos do autor.
Desconheço a autoria conhecida, em nosso favor;
Clonagem, cópia, plágio ou imitação,

Do que já publicaram sem devida concessão,
Descrevendo o exaustivamente descrito;
Sem receio de ser bobo, caio no que já foi dito,
Despenco na repetição, repetição.

Do que causa-nos contágio,
Portador de bons-presságios,
O mais caro dos pedágios,
Dentre todos os valores.

Frágeis, ágeis, inabaláveis,
Vão singulares os amores...

Amores que vivi, que se ausentaram.
Amores que vivi, que me castigaram.
Amores que vivi e se quer me notaram.
Amores que vivi, que me contagiaram.

Voam singulares os amores...

Amores que vivi, que me desfiaram.
Amores que vivi, que me restauraram.
Amores que vivi, me impulsionaram.
Amores que vivi, amores que me amaram.

Voam singulares os amores e se vão...

⁠Voam singulares os amores e se vão...

⁠Amores que vivi,
que me desfiaram.
Amores que vivi,
que me restauraram.
Amores que vivi,
me impulsionaram.
Amores que vivi,
amores que me amaram.

⁠Amores que vivi,
que se ausentaram.
Amores que vivi,
que me castigaram.
Amores que vivi
e se quer me notaram.
Amores que vivi,
que me contagiaram.

⁠Frágeis, ágeis, inabaláveis,
Vão singulares os amores...

⁠Do que causa-nos contágio,
Portador de bons-presságios,
O mais caro dos pedágios,
Dentre todos os valores.

⁠Do que já publicaram sem devida concessão,
Descrevendo o exaustivamente descrito;
Sem receio de ser bobo, caio no que já foi dito,
Despenco na repetição, repetição.

Vão singulares os amores...
Quem pagou os direitos autorais ao amor ?
Por tê-lo usado banalmente, sem créditos do autor.
Desconheço a autoria conhecida, em nosso favor;
Clonagem, cópia, plágio ou imitação,

⁠Às vezes nasce uma canção

Da casa para a escola,
Da escola para a casa,
Entre tarefas e lições,
Recreios e distrações,
Às vezes nasce uma canção,
Para amigos de coração.

Somos Grandes Amigos,
Somos Grandes Irmãos,
E desses momentos bonitos,
Às vezes nasce uma canção.

Borrachas apagam,
Canetas escrevem,
Grandes amigos
Jamais se despedem.
Dizem apenas de maneira leve:
- Um abraço e até breve !

Somos Grandes Amigos,
Somos Grandes Irmãos,
E desses momentos bonitos,
Às vezes nasce uma canção.

⁠Deusa dos Pés Descalços

Desconcertando a quebrada,
Deslizando pela encosta,
Abrilhantou-se prateada,
Requebrada e predisposta.

Dona da redondeza,
Ronda os arredores,
Prodígio em sua fortaleza,
Fascínio para maiores.

A Deusa dos Pés Descalços.

Já houve quem descasou,
Plantando-lhe junto no encalço,
Afeto que avassalou,
Pela Deusa dos Pés Descalços.

Menção para a vaidade,
Desbancando gingados falsos,
Desce o beco como santidade,
A Deusa dos Pés Descalços.

A Deusa dos Pés Descalços.

⁠Menção para a vaidade,
Desbancando gingados falsos,
Desce o beco como santidade,
A Deusa dos Pés Descalços.

⁠Já houve quem descasou,
Plantando-lhe junto no encalço,
Afeto que avassalou,
Pela Deusa dos Pés Descalços.

⁠Dona da redondeza,
Ronda os arredores,
Prodígio em sua fortaleza,
Fascínio para maiores.

⁠Desconcertando a quebrada,
Deslizando pela encosta,
Abrilhantou-se prateada,
Requebrada e predisposta.