Coleção pessoal de marinhoguzman

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Cingapura

Não há como explicar Cingapura com poucas palavras e pelo que andei lendo dessa cidade-Estado, nem livros podem mostrar claramente a alguém sua grandiosidade, sem que se conheça, ainda que pouco seu povo, suas edificações e as obras que construiu em cerca de cem anos.
Como a gente vive de comparações, ainda que seja para concluir que uma coisa não tem nada a ver com outra, meu sentimento maior hoje foi de que eu não tenho vergonha de ser brasileiro, tenho pena de ser brasileiro pelas oportunidades que nos roubaram, pelas coisas que não temos, não fizemos e não vamos ter nem fazer, porque em Cingapura tudo foi criado sob a égide da lei, da ordem, da ética, do respeito ao próximo e da vontade de um povo, tão sofrido como o nosso, mas que tem brio e sabe se fazer respeitar.

Graças a Deus!

As vezes eu acredito que há mais do que simples coincidência em alguns acontecimentos.
Hoje ou ontem, (confesso estou perdido com o calendário), estivemos e Phuket na Tailândia e dentre quase uma dezena de excursões promovidas pelo navio havia uma para conhecer O Grande Buda, um templo sob uma escultura gigante de cerca de sessenta metros de altura desse Deus que pouco conheço.
Foi esse passeio que Amanda escolheu e passou os dois dias anteriores falando nisso, ansiosa como poucas vezes a vi.
Eu não diria que Amanda é crédula nem mística, mas acredita piamente em Deus, seja lá a forma que ele possa ter e sua prática religiosa é ser boníssima.
Às vezes até a chamo, por brincadeira, de Bispa Amanda, pois está sempre pronta a ajudar alguém da maneira que for, ouvindo problemas que nem sempre pode ajudar ou resolver.
Vou encurtar a história pois cada um deve acreditar e pesquisar por conta própria pois nesses assuntos religiosos, penso que cada um tem ou não a sua crença e será despertado ou não, para o que lhe estiver reservado.
Sob O Grande Buda há um altar e Amanda entrou só.
Momentos depois voltou radiante,ainda mais do que já é e me contou que sentiu “algo” muito forte. Perguntei se tinha sido bom e ela disse que sim, muito bom.
O passeio foi ótimo, e voltamos ao navio onde vi um recadinho no meu Facebook da minha sobrinha Priscilla Guzman alertando que nesse dia é comemorado a Lua cheia de Maio do Buda.
Faz uma hora, ainda de madrugada, acordei pensando naquilo e como faço costumeiramente, abri o Facebook onde vi um recado da minha amiga Lica que transcrevo:
– Exatamente em 04/05 é celebrada em todo o mundo a lua cheia de maio que nos dá a oportunidade de nos sintonizarmos com a luz amorosa do divino para podermos nos desenvolver cada dia mais em busca de iluminação! Este dia é comemorado o nascimento, iluminação e deixada de corpo de Buda, um dos grandes mestres que passou por este planeta! Plenamente Abençoados!!
Lica Eliana
Estou sinceramente impressionado e achando que essa é uma daquelas situações em que há mais do que simples coincidência
Para quem possa interessar, coloco link de uma de muitas publicações que falam da comemoração.
http://www.anjodeluz.com.br/wesakcelebracao.htm

No papel e nos sonhos não há limites.

O papel aceita tudo e nos sonhos a gente pode ser quase tudo, de super herói a super bandido e não fosse um despertar assustado, poder-se-ia passar maus bocados.
Já saltei de paraquedas, já estive em tiroteio, já fui rei, rico que nem o Eike Batista e….bem, deixa pra lá, esse era um sonho que virou pesadelo.
Dizem que a gente sonha muito com coisas do dia a dia, pode sonhar com um ente querido que já está morto e isso quer dizer…. O que quer dizer mesmo? Não lembro, não sou de dar bola para crendices e até prova em contrário sonho é só sonho e torço para não ter os do tipo pesadelo.
Amanda Palma vive sonhando que está trabalhando, que vendeu milhares de biquínis, teve que embrulhar cada um e aí acorda cansada, mas de vez em quando sonha que ganhou na loteria e esse um sonho que eu espero que ela realize, rssss…
Como eu disse, não costumo lembrar dos sonhos, mas
vira e mexe Amanda me acorda e diz que eu estava chutando. Não sei qual era a encrenca da vez, mas nessas horas estou sempre ofegante e assustado e é um alívio ser acordado, pois já parei com essas disputas a socos e pontapés na vida real faz muito tempo.
O papel aceita tudo. Jornais e revistas continuam a publicar tudo que acontece no mundo.
Pouca coisa de sonho, só desgraça, a vida vista pela maioria da imprensa parece pesadelo.

Primeiras impressões.

Ao conhecemos alguém, fazemos um primeiro julgamento pelas roupas que veste, pelas palavras que usa, o que ela nos pergunta e as respostas que nos dá.
Dependendo das atitudes que toma, comparamos automaticamente em registros sensoriais, como agiríamos em seu lugar.
Essa primeira e rápida impressão pode ter grande margem de erro e depois de algum tempo, a gente pode ver que as aparências enganam, que nós nos enganamos e que muitas vezes as pessoas enganam a gente.

Corruptos e corruptores.

Saber quem começou esse crime que tem atrasado e destruído cidades, nações e civilizações é a mesma coisa que tentar descobrir quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha.
Vastíssimo, o assunto sempre terá opiniões divergentes ou algo a acrescentar, mas o resultado é fácil ver que quanto menos corrupção, mais desenvolvimento e no Guarujá, no Brasil e em muitos outros países enquanto o povo se preocupa com os tostões, os políticos roubam os milhões.
Nunca houve governo sem corrupção, mas nas últimas administrações, não houve governo, só corrupção.

O destino não é imutável.

Há os que nasceram pobres e se tornaram ricos e alguns voltaram a ser pobres.
O homem bom pode se tornar mau, mas pode voltar a ser bom.
Pode existir sucesso alcançado de maneira injusta e desonesta, mas haverá, certamente, um julgamento final, onde só os justos e os honestos terão sucesso.
´Destino é o lugar para onde a gente vai mas também como a gente vai.
A vida não é um caminho que a gente trilha, é uma estrada que a gente constrói.
Estradas podem ser estreitas ou largas, curtas ou compridas, seguras ou perigosas.
Todos percorremos essa estrada para chegarmos ao destino, pela qualidade da obra que fizermos.
Não há atalhos, caronas ou manobras, no caminho que leva a Deus.

Bali.

Sempre ouvi falar de Bali, tenho algumas esculturas e dois ou três Budas oriundos, que segundo me contaram podem atrair fortuna. Sou fã das estampas bem coloridas nas tradicionais cangas, para usar como fundo para as fotos da nossa loja.
Nunca pensei em visitar a Indonésia porque é bem longe e há lugares mais próximos onde ainda quero ir e voltar a Sydney era um projeto remoto, mas confesso que sempre pensei nisso.
Foi preciso que a oportunidade juntasse muita coisa para que essa viagem me trouxesse a Bali como escala no Rhapsody of The Seas, nesse cruzeiro de quarenta e oito noites.
E que surpresa, ver coisas que eu nunca tinha visto e nem poderia imaginar, pois as fotos não fazem justiça a outras facetas do lugar, que não as praias paradisíacas.
Não saberia por onde começar, mas a ilha tem poucas ruas, uma dúzia de avenidas largas e milhões de habitantes que trafegam loucamente pela mão de direção inglesa o que deixa tudo ainda mais confuso. Os carros são de todos os tipos, mas essencialmente motos de pequena cilindrada, não raro com três passageiros. Existem no mínimo três ou mais motos para cada carro.
Por sorte pegamos um guia balinês que falava um inglês bem claro para turistas e pude entender tudo o que ele falou. E como falou esse senhor…. Foram quase cinco horas, com rápidas paradas para nos mostrar uma fábrica de roupas tradicionais de Bali, um mercado de “tudo quanto é coisa” e uma fábrica de joias.
Incrível a espiritualidade desse povo, onde em todas as casas existe um altar, com os deuses que recebem diariamente oferendas de frutas e outras comidas que não pude identificar,
Os altares, todos visíveis da rua, são construções muito bonitas, grandes e altas, com imagens enormes, talhadas em pedras de vários tons, sendo algumas negras em pedras vulcânicas.
A balburdia no trânsito parece não ser grande problema para o povo acostumado, mas o guia contou que o número de acidentes é muito grande e faz mais vítimas graves e fatais do que em qualquer parte do mundo, o que não duvido.
Milagrosamente o ônibus não atropelou dezenas de motos e incrivelmente, ninguém xinga nem reclama, cada um continua impassível seu caminho.
Nem sei porque comecei esse texto pois já sabia que seria impossível explicar Bali desse jeito, mas recomendo, pois é longe, mas eu garanto que você nunca viu nem consegue imaginar quando é legal e que sensação gostosa é estar aqui.
Como eu disse, foi apenas uma escala de um dia, mas quem sabe um dia eu volto.

Diretas já!

Indiretas são recados mal dados que quando chegam à pessoa certa já levam demonstração de que quem mandou não tem coragem suficiente para dizer alguma coisa na cara para não ter que discutir um assunto que na maioria das vezes é frágil e não comporta uma discussão séria e isso é uma forma confessa de covardia.
Covardes nunca devem ser levados a sério e o recado mal dado pode causar mais estrago quando outro tipo de indivíduo, tão desinformado quanto o missivista, acha, erroneamente, que a indireta foi para ele ou ela e é imerecida.
Recado mal dado e mal entendido além de não atingirem o objetivo podem alertar possíveis amigos, da possibilidade de serem as próximas vítimas.
Indiretas para um grupo de pessoas só potencializam os efeitos acima descritos

Ser confiável.

Depois de certa idade observar o mundo é a melhor escola.
Ver como as outras pessoas vivem, tentar melhorar sempre e se necessário for, nivelar o próprio comportamento por cima, nunca por baixo.
O crescimento que aperfeiçoa dá prazer a quem cresce e causa boa impressão e admiração naqueles com quem se convive.
Ser confiável é uma das maiores virtudes do homem.

Inveja e felicidade.

Não compactuar com a felicidade dos outros pode ou não ser inveja.
Talvez seja uma comparação mesmo involuntária, onde se constata que cada um tem uma vida e que a de uns pode ser considerada boa ou melhor que a da maioria, mesmo que pouco tenham feito por merecê-la, e que outros tenham nascido ou adquirido algum problema, limitação ou falta de sorte, que os façam, aos olhos de alguém, menos dotados ou privilegiados por não ter, não conhecer ou não saber.
Não compactuar com a felicidade dos outros pode não ser inveja em alguns casos, na maioria é.

Cada viagem é uma viagem, cada alvorada é diferente da outra e o pôr do sol é sempre único todos os dias nas nossas vidas, por mais que possam parecer, porque nada nem ninguém é o mesmo num outro dia.
Viajar é mais do que comer e beber bem. Viajar é ver com os próprios olhos as coisas que os homens criaram por séculos e séculos com os dons que Deus lhe deu.
Povos de todas as religiões, alguns prósperos e ordeiros, outros miseráveis e beligerantes. Construções suntuosas e palafitas imundas, o culto ao magnânimo ou ao ocultismo quase sempre com a finalidade de explorar os mais humildes.
Viver bem é uma arte!

Certo ou errado?
Odeio quem tem certeza!
Ninguém é infalível, todos já estivemos certos e errados inúmeras vezes e quando alguém me diz que tem certeza eu sempre desconfio.
Seria a certeza algo certo ou mais que certo?
Certeza seria algo comprovado, de veracidade incontestável, jamais sujeita a qualquer dúvida?
Podemos falar em certeza absoluta?
Segundo minhas poucas pesquisas, nada nem ninguém pode ter certeza absoluta porque o tempo tem se encarregado, por meio de novas descobertas, de provar que até o certo pode estar errado.
Uma maneira fácil de não incorrer em erro é nunca afirmar ter certeza.
Quando você troca a palavra certeza por “eu acho”, divide a responsabilidade com quem ouve.Eu acho!

Simpatia imediata ou antipatia gratuita são sentimentos quase inexplicáveis e há quem acredite em amor à primeira vista. Não dá para ignorar essa primeira impressão, nem acreditar que seja prenúncio de sentimento sincero, amor eterno ou ódio profundo. Só a convivência prolongada gera sentimentos verdadeiros e duradouros ou ódios que podem ser mortais.

Quem vive intensamente não teme a morte, porque enquanto estamos vivos ela não existe e quando ela chegar, não existiremos mais.

Dizem que a melhor parte da viagem é a preparação.

Estou nos preparativos finais para a segunda maior viagem da minha vida.
A primeira foi em 1974, primeira internacional e fez parte dos arroubos da juventude.
Inesquecível, durou exatos seis meses numa volta ao mundo que começou no Peru, me colocou em Los Angeles, onde fiquei boquiaberto e continuei assim mais uns quinze dias, rodando até São Francisco e Las Vegas.
Depois foram Hawai, Japão, Taiwan, Hong Kong, Tailândia,Índia, Líbano, Egito, Grécia e Europa, onde por dois meses e meio rodei mais de 18.000 quilômetros, num heroico Renault.Foram aventuras diárias.
Podem ter certeza que essa viagem rende muitas histórias até hoje e foi só o início para dezenas de outras bem preparadas e muito bem aproveitadas.
Parto no domingo para uma viagem que começa em Dubai e segue para Sydney na Austrália, minha segunda vez na Oceania.
Em Sidney embarcaremos eu e a Amanda Palma no Rhapsody of The Seas da Royal Caribbean e navegaremos por quarenta e oito noites com escalas em 22 cidades da Indonésia, Cingapura, Malásia, Tailândia,Índia, Emirados Árabes Unidos, Omã, atravessaremos o Canal de Suez, Israel, Grécia e desembarcaremos no dia dois de Junho em Istambul na Turquia.
Confesso que não fico tão ansioso como antigamente mas é difícil não ser contagiado pela ansiedade da Amanda, não propriamente uma novata. Perguntei a ela quantas vezes ela já tinha ido à Grécia e natural e espontaneamente ela disse quatro e aí a surpresa foi minha.
Nas últimas viagens que fizemos postei poucos textos e fotos pela dificuldade em ter acesso à internet de qualidade e preços acessíveis, infelizmente a VIVO cobra R$29,90 por dia, com uma qualidade que deixa muito a desejar e o custo da internet no navio é por satélite e custa ainda mais caro e não é sempre que se consegue.
Uma pena pois gosto de estar sempre conectado.
A mala já está quase pronta faz uns quinze dias rsss... e se isso não é preparação, não sei o que é...
Licença...vou dar mais uma olhada na mala pois a gente sempre acaba esquecendo alguma coisa...

Vê melhor quem olha para frente, mas se você não olhar para trás e para os lados corre risco de não ver tudo.

Segurando seu marido pelo estômago...?!?...

Confesso que antigamente eu ouvia mais essa colocação.
Deve valer ainda, pelo tamanho da barriga de grande parte dos homens casados.
Sugiro que as esposas modernas desconsiderem essa frase e partam para ações mais interessantes pois não se ouve dizer que amantes sejam boas cozinheiras.

Vistas no presente, decisões certas e erradas, tomadas quando eramos jovens podem parecer prêmio ou castigo, mas não há lugar para arrependimento que as redima..
Hoje pelas redes sociais, podemos ver com facilidade o que o destino reservou para uma ex-namorada que seria a nossa mulher, mãe dos nossos filhos, companheira e avó.
E elas conseguem ver aquele que talvez tenha sido o primeiro namorado, lembrar-se vagamente de um beijo furtivo, das primeiras escapadas que pareciam pecaminosas e de possíveis sonhos imaturos que deram lugar à realidade do presente.
Amores do passado não têm mais lugar hoje. Restam lembranças. As boas e as más.
Recordar nossos pais é uma experiência agradável, em que pesem possíveis arrependimentos por conselhos não seguidos e desobediências que possam ter causado preocupações e aborrecimentos.
Tão intrigante quanto rever a vida sentimental é relembrar em que momento se deram as nossas opções profissionais, caso tivéssemos seguido em frente ou mudado de ideia numa bifurcação qualquer.
Ter feito uma faculdade ou ter partido para um negócio próprio, ter desistido do sonho de ser Juiz para aceitar o emprego de advogado numa empresa.
Muitas mulheres abandonam qualquer sonho profissional para criar a família. Não vejo estatísticas a respeito de possíveis decepções e arrependimentos.
Há um ditado americano pouco conhecido no Brasil que diz o seguinte:"Ife begins when the kids leave home and the dog dies!" na minha tradução ruim, -"A vida começa quando os filhos saem de casa e o cachorro morre!"

Deletar e ser deletado.

No Facebook, como na vida real,a gente vive, convive, faz amizades e inimizades.
O melhor de tudo no Facebook é que a gente pode deletar ou ser deletado por quem entrou na nossa vida por um pedido que veio sem muitas recomendações.

Hoje percebi que fui deletado por alguém que não suportou ver a verdade e o sucesso permanecerem à tona, apesar do perceptível e mal disfarçado desejo de que eu naufragasse.
Deve ser bem difícil conviver, dia após dia, postagem após postagem, com a realidade que eu continuo pensando, escrevendo, fotografando, amando e sendo amado.
As muitas curtidas me dizem isso.
A inveja corrói o invejoso e ser deletado é o remédio para esquecer e ser esquecido, porque o que não tem remédio, remediado estará.

Incompatibilidade de gêneros.

Se você escreve muito mal, troca sempre o c por ç, s, por z, o m por n, muitos erros que não são propriamente lapsos.
Se você não consegue colocar o verbo no tempo, desconhece completamente o plural, jamais usando s no final das palavras, não sabe a tabuada, nem sequer a do dois.
Sinceramente, isso já passou de errinhos que todos nós cometemos de vez em quando.
Para mim você é analfabeto (a) e pode, me chamar de preconceituoso, mas não tenho nenhum prazer em teclar ou conversar com você, assim como não vou incomodá-lo(a) querendo pegar ondas, jogar futebol, snooker, dançar funk ou cantar sertanejo , só para dizer algumas das coisas em que sou péssimo.
Nesse caso, somos incompatíveis e é melhor não conversarmos.