Coleção pessoal de MariaAlmeida

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As crianças precisam de ser educadas com respeito pela sua liberdade de escolha.

Quero todas as surpresas que a vida tem para me dar. Boas ou más, as minhas possibilidades são extensas e colocam-me à prova simplesmente para tentar e poder realizar, responsável por mim mesma e não por toda a humanidade, pois, se me liberto, também permito a libertação dos outros

Todos nós temos uma luz interior que nos torna resilientes, que nos protege e que nos faz evoluir como pessoas, mesmo quando a vida nos sujeita a crescer contra o vento.

De tudo o que eu sei, apenas sinto o que me faz feliz.

Humilhar é um argumento com que certas pessoas - auto denominadas de superiores - utilizam para tentarem diminuir os outros, principalmente quando se predispõem a isso. Nada poupam e encontram sempre os meios apropriados para o fazerem, compatuando, muitas vezes, com outros pares ou outros egos tão grandes como os seus. Infelizmente, a sociedade atual e da qual fazemos parte, quer queiramos ou não, é propensa a esse tipo de atitude e de atuação, tão desagradável e fria como o passado que encerra em si, espelhado em traumas pessoais não superados e condensados na confusão entre criticar construtivamente e humilhar conscientemente. No entanto, se olharmos bem essas pessoas, se entrarmos na dureza das suas pupilas escuras e sem brilho, apenas o sentimento da compaixão nos avassala e insurge-se em nós a negação de qualquer reação. O infinito é calma e confiança no nosso coração.

Que venham as pessoas autênticas, sonhadoras e loucas, as pessoas boas e de bem, as que descobrem e defendem a própria luz e que, simplesmente, sabem e gostam de rir.

O meu afastamento é pensado, repensado, corajoso e a pior e a mais dolorosa escolha da minha vida.

A dignidade é o limite do amor.

Um sorriso malicioso penetra-me os olhos. Importo-me. Não sei.

Aprendi a ter muita mais paciência, mesmo quando a tempestade é muito maior do que eu.

Alegro-me com as vitórias dos meus amigos.

Quem gosta mesmo de nós não nos pressiona para deixarmos as amizades de lado. Respeita-as e valoriza-as como nós as sentimos, porque, ao proceder naturalmente assim, está implicitamente a dizer-nos que nos ama, que fazemos todo o sentido e que o nosso mundo também é o seu.

Dançar é cuidar do meu equilíbrio emocional.

Não sou inflexível. Não quero é magoar ninguém nem alimentar falsas esperanças. Eu sei quem guardei em mim. A minha fé é inabalável. E posso viver assim eternamente.

Quando tudo parece irremediavelmente perdido para os outros, a semente que germina em mim se abre em flor e espontaneamente se compadece, abraça e ajuda, porque auxiliar quem precisa é a emoção mais gratificante que em mim existe.

Não posso mudar por ninguém, mas posso crescer junto.

Saber ignorar o que tenta ferir-nos e travar-nos é uma arte assente somente na vontade e na coragem.

Eu sou o que me faz sorrir e o que me emociona.
A esperança do meu dia-a-dia torna-me inequívoca.

A conexão de um relacionamento inexpugnável assenta na bondade e na generosidade. Um não controla o outro e ambos cedem naturalmente no que devem ceder. O viver é apreciativo e o ambiente é revestido por uma gratidão plena entre cada um dos inteiros e para cada um deles, entre o pleno sentir dos dois e para o bem-estar de ambos.

Cada um só saberá os limites de mim quando eu os expressar.