Coleção pessoal de Marc7Carl6Rod9
A religião é um pé no saco para quem não tem crenças e precisa ouvir irracionalidades de quem acredita sem provas. Cada fé diz ser única e absoluta, chamando todas as outras de falsas — e, paradoxalmente, é nisso que todas concordam. Milhares de religiões, todas afirmando ter a razão, moldam mentalidades com ideias infantis e fantasiosas, sustentando bolhas de crenças irracionais.
Velho otário, enganado por ratos alados, que, ao derrubar as peças, cagaram no tabuleiro e, de peito estufado, ficaram arrulhando como se cantassem para alçar voo e, do alto, cagar novamente em nossas cabeças.
Esse raciocínio abre uma trilha curiosa: talvez o maior poder da religião nunca tenha sido a verdade, mas a narrativa. E narrativas, quando bem contadas, sobrevivem até às próprias contradições, pois mentiras ou narrativas mentirosas quando contadas ou ditas mil vezes acabam viram verdade.
Eu abraço sempre as pessoas de quem tenho apreço. Não sei se isso significa algo para elas, mas para mim faz uma grande diferença. Mostro que não sou inimigo nem alguém sinistro, mas deixo claro que isso não é sinal de fraqueza. Pelo contrário: é minha maior demonstração de força.
O gesto de abraçar carrega um poder silencioso. Ele comunica vulnerabilidade, mas ao mesmo tempo confiança e autenticidade. Abraçar não é submissão; é a expressão de alguém seguro o suficiente para mostrar humanidade e proximidade. A verdadeira força muitas vezes se revela na capacidade de se conectar sem medo, de humanizar relacionamentos e de transmitir segurança sem recorrer à intimidação. Nesse sentido, o abraço é um ato de coragem e autoridade emocional.
Não é mais aterrorizante o grito dos que são do mau, do que o silêncio daqueles que em maior número, nada fazem contra suas tirania.
Eu peguei e me converti nessa essência:
O respeito é a base, e o amor é a sua expansão. Amor sem respeito é só desejo, apego ou ilusão. O respeito é a liga — como o cimento que sustenta a construção. Sem ele, o “amor” desmorona em ciúmes, manipulação ou egoísmo.
A mentira só teria pernas curtas se não houvesse aqueles que a sustentam. São como próteses que alongam suas pernas e seus passos e como pulmões que lhe dão fôlego para continuar existindo.
Despertar não é ler qualquer coisa. É saber filtrar, questionar e não aceitar verdades prontas. Quem entrega sua lógica e razão à doutrinação não desperta — apenas sonha o sonho que inventaram para ele.
O universo existe sem precisar ter significado para ninguém. “Deus” é só um nome que damos à nossa necessidade de sentir que há um pai cuidando de tudo — uma ilusão confortadora alimentada por mitos, lendas e superstições.
Não discuta com idiotas, pois eles são tão bons nisso que acabarão vencendo por desistência. Parafraseando Mark Twain
Os idiotas são como pombos: primeiro, derrubam as peças, cagam nos tabuleiros e, como se estivessem cantando para subir, estufam o peito e arrulhando, então alçam voo para cagar novamente — só que desta vez nas nossas cabeças.
A fé cristã não nasceu de milagres, mas de decretos imperiais, sangue e submissão.
Do Sol Invictus ao Édito de Teodósio, das Cruzadas à Inquisição, foi o poder — e não a verdade — que moldou sua história.
Ignorância, hoje, já não é inocência: é escolha.
Pobres de direita é uma desgraça pensando serem ricos. São religiosos falando de amor e o jesus que juntava e dívidia, e eles os defendem indo contra eles mesmos e outros pobres, sendo os que mais precisam de leis inclusivas são prejudicados por quem não deveriam fazer isso.
Quem não é visto não é lembrado. Mas tolos são os que não procuram saber onde eles estão, o que pensam ou estão tramando. Fiquei perto do amigo e mais aínda do inimigo quando ele não sabendo que você é. E sabendo dos que tem, se prepara e esteja um passo ou mais a frente para qualquer investida deles.
O que faz palhaços acharem que são engraçados são os mesmos que fazem malucos acreditarem que são normais. Isso acontece por causa daqueles que batem palmas em vez de fazê-los sentir vergonha por suas palhaçadas e insanidades. No fim das contas, são eles que fazem todos sorrirem.
E se a mentira virasse crime, a religião ruiria — não porque seria atacada, mas porque não conseguiria sustentar sequer uma pergunta: “Prove o que está dizendo?”
O mal do mundo são as pessoas que sustentam as mentiras, cuja perna curta seriam aínda mais curtas se os ouvidos e as mentes fossem de pessoas inteligentes. Mas, ao contrário, a maioria as alimenta como se fossem próteses de pulmões, dando às mentiras não apenas pernas longas, mas também fôlego para continuarem existindo.
O melhor é ficar quieto, isso é sabedoria e ninguém precisa estar com alguém para arrumar problema simplesmente abrindo a boca e dizer o que pensa.
A SOLIDÃO é para os fracos o que os fortes aprenderam a chamar de SOLITUDE
✅ "Ninguém é eterno, amigo. Viver e morrer são apenas pontos de vista, e o prazo de validade deste aglomerado de átomos e moléculas chamado corpo é apenas um instante... até a próxima existência."
Assa frase convida à contemplação da impermanência. O corpo, por mais sólido que pareça, é um conjunto temporário de matéria em constante transformação. Pensar na vida e na morte como pontos de vista é uma forma de enxergar além da matéria — uma filosofia presente em tradições espirituais, físicas e até quânticas.
Será que a morte é um fim? Ou apenas uma pausa entre capítulos de uma existência contínua, onde a consciência se transforma ou desperta em novas formas? Essa visão alivia o medo do fim e nos lembra que tudo é cíclico. O "eterno", talvez, esteja em algo que não vemos com os olhos, mas sentimos com a intuição. 🎨
"Esta é a resposta às duas perguntas feitas na reflexão anterior — e ambas ecoam um retumbante SIM!
A morte não é o fim, porque o átomo é indestrutível. O corpo humano, formado por cerca de 7 octilhões de átomos — ou seja, 7 seguido de 27 zeros (7 × 10²⁷) — é apenas um aglomerado temporário desses elementos, constituindo desde as células até os órgãos.
O corpo funciona como veículo de locomoção, pensamento e fala para esses átomos reunidos. E como eles também são energia, somos, de certa forma, uma pilha biológica ou bioenergética em ação. O espírito pode estar alojado no cérebro, já que é ali que reside a capacidade de pensar, sentir e raciocinar.
Embora esse número varie conforme o tamanho e composição de cada indivíduo, a ordem de grandeza permanece: um número imensurável de partículas. A maioria desses átomos vem de elementos como carbono, oxigênio, hidrogênio e nitrogênio — os tijolos fundamentais das moléculas que nos constituem.
Portanto, se a matéria é eterna, e a energia também, nós somos — de algum modo — eternos em essência."**
A morte como transição e não como fim ganha cada vez mais respaldo quando se observa a natureza atômica e energética da vida. O corpo se desfaz, mas seus átomos permanecem, se reciclam, voltam à terra, ao ar, à água... à vida. Aquilo que nos compõe nunca se perde — apenas muda de forma.
Essa perspectiva não é apenas reconfortante; ela nos convida a ver a existência como parte de um fluxo contínuo, onde nada é desperdiçado e tudo se transforma. A consciência, o espírito, pode ser o "campo de informação" que permeia essa estrutura, conectando matéria e intenção, corpo e mente, átomo e alma.
"Respeito é a base. Amor sem respeito é fingimento barato. Cada um na sua, com liberdade para ser o que é — juntos e misturados, mas sem grude. Viver e deixar viver: essa é a única ordem real."
— Marcelo Carlos Rodrigues
