Coleção pessoal de Marc7Carl6Rod9

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"Melhor conhecer um ou dois livros de um único autor que de fato existiu, do que um compêndio com 66 ou 73 livros escritos por cerca de 40 personagens míticos e fantasmas inventados, recheados de mentiras, contradições e adulterações."
— Marcelo Carlos Rodrigues

A mentira não resiste pela sua natureza, porque o mal por si só se destrói,mas pela cumplicidade dos maus quem insistem em carregá-la adiante.

A mentira, conhecida por “ter pernas curtas”, geralmente não vai longe por si só. No entanto, quando encontra suporte entre os ingênuos, os mal-intencionados ou os fanáticos, ela ganha pernas novas — "próteses" que a fazem andar além do que deveria. Isso mostra que a mentira não resiste pela sua natureza, mas pela cumplicidade de quem insiste em carregá-la adiante.

⁠A mentira tem pernas curtas, só que ao vermos em maioria os que a sustentam por serem mentirosos, é como se eles fossem as suas próteses, e as mídias sociais como a internet fazem com que ela tenha as suas alongadas também.

⁠Só acredita na Bíblia quem, antes de tudo, busca pertencer a um rebanho e foi conduzido sem questionar se o que lhe disseram eram mentiras ou verdades. Isso ocorre porque não possui – ou não desenvolveu – lógica, razão, senso crítico e discernimento. Essas são faculdades mentais imprescindíveis para demonstrar inteligência ou, ao menos, a capacidade de pensar de forma independente.

Acreditar sem questionar é abrir mão da razão. E a razão, quando livre da manipulação dogmática, tende a buscar a verdade — por mais incômoda que ela seja.

Concluindo: a inteligência não está em crer ou não crer, mas em saber por que se crê ou se deixa de crer. Pensar é sempre um ato de coragem.

⁠Eu concordo com isso também. O certo, lógico, racional e óbvio, é que o ideal — e até mesmo salutar — seria que morrêssemos, sim, mas de forma que nenhum vício fosse o causador disso.
Procura, então, a satisfação de ver os teus vícios morrerem antes de ti.

⁠Eu, nós e você não escolheu ser escravo. Você eu e nós somos escravos do sistema como todo mundo, e independentemente de sermos esses um dos 5% e não querer ser. A diferença está é se você vê as cordas ou não. A diferença crucial não é querer ou não, mas perceber, até porque, quem vê as cordas, sente o peso delas — e por isso sofre mais. Quem não vê, dança feliz, achando que é livre.

⁠Os pobres de direita são os que defendem os opressores por alienação - são como se quem carrega o fardo da Ignorância coletiva deste país dizendo serem suas ovelhas com muito orgulho.

Uma justiça que não é plural — ou seja, que não contempla as múltiplas realidades sociais, culturais e econômicas —, e que não é irrestrita — ou seja, livre de amarras ideológicas, políticas ou econômicas —, é uma justiça falha.


O que se faz necessário é apenas uma Justiça que seja plural e irrestrita. Caso contrário, isso não é justo!
Se isso não for feito, torna-se paradoxal a ideia de democracia e de direitos iguais para o povo.

⁠A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL ao ser usada por alguém que tem uma desinteligência natural, ela acaba se transformando em uma IGNORÂNCIA ARTIFICIAL.

⁠Ainda bem que não existe uma IA do tipo "Ignorância Artificial". A ignorância natural já é tremendamente sufocante para a minoria que pensa — uma minoria que, mesmo possuindo uma mente naturalmente crítica, viu-se obrigada a criar suas próprias ferramentas artificiais. Infelizmente, tudo isso tem sido freado por sistemas feitos para agradar os mais néscios, parvos e burros também.

⁠Não existem ideologias políticas ou religiosas quando se trata de dinheiro, porque todas comungam da mesma fé.

⁠Eu até sei que sou um IDIOTA, até porque nem sei o que fazer para evitar isso. Fazer o quê, né? Mas o bom disso tudo é que, podendo escolher, eu sei muito bem os tipos que não quero ser.
O que não dá para entender é se essas pessoas têm algum problema para interpretar texto — algo que beira uma psicopatologia — ou se simplesmente não possuem um mínimo de honestidade intelectual.
Porque o que está escrito está tão claro e nítido que nem seria preciso explicar a explicação, desenhar o desenho e ainda ter que explicar o desenho feito.
Fingem uma demência disfarçada de inocência e ainda acham que todos têm que ser iguais a eles.
Isso é hipocrisia.

⁠Viver é uma dádiva concedida por uma natureza injusta, que ofereceu a todas as criaturas a oportunidade de uma existência medíocre. De forma irônica e nada eugenista, ela foi “democrática” ao ponto de produzir mais idiotas e imbecis do que seria saudável para o equilíbrio do mundo. Assim, a maioria pesa sobre o planeta com sua ignorância, sufocando a minoria de mentes abertas — estas, por sua vez, são chamadas de loucas por enxergarem além.

Talvez não se trate apenas de falar sobre amor, até porque, quando ele não vem acompanhado de respeito, torna-se algo vazio, dito da boca para fora. Sem atitudes que falem mais alto do que uma palavra de quatro letras, o amor não se sustenta.
Amor sem respeito não subsiste.

⁠Ao contrário do amor, o respeito verdadeiro, quando presente, nunca se desgasta nem acaba. Quanto mais se dá, mais se tem. O respeito é como uma via de mão dupla — quid pro quo, manus manum lavat, est enim dando quod accipitur. É um ciclo natural de troca, onde dar e receber se entrelaçam em equilíbrio. Opportunum adest.

⁠A dicotomia política no Brasil não é sobre uma direita ou esquerda como se fosse o bem contra o mal. Ela é a respeito de escolhas entre uma base ideológica inclusiva e a outra excludente sendo pertinente a classe dos ricos e seus pobres de direita.


O deus é um seletor de girinos-espermatozoides, que ao serem escolhidos, dirão não pertencer a este mundo. No entanto, mostram-se hipócritas e fanáticos por bens materiais. E, mesmo afirmando que não pertencem ao mundo — do qual, segundo suas próprias crenças, deveriam se afastar — continuam trabalhando nele para obter o dinheiro que compra tais bens. Por fim, dizem que foi o próprio deus quem lhes deu tudo isso, contradizendo o que está escrito em 2 Coríntios 6-17:18