Coleção pessoal de MagaiverW

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Eu esperava o céu mas encontrei o inferno,
esta tudo vazio dentro de mim agora.
O inverno veio e castigou minha alma,
mas esta será a ultima vez.
Há um nó trancado em minha garganta,
e carnes frias penduradas em frente ao mar.
É hora de destilar essa dor,
de um sono mais longo do que de costume.
Amanhã será um novo dia,
tão escuro quando hoje,
mas alguém tem que se apagar
para que o espetáculo não termine sem aplausos.
Meus amigos invisíveis estarão todos lá,
quando meus olhos fecharem...

Deitas sobre um fio de mar.
Alugas a tempestade,
porém, por que tem tanto medo da chuva?
Deixe de ser tão tola, tão covarde.
Dei me um braço de vento
para que eu possa tocar as nuvens.
Não esconda suas lágrimas
atrás de tais sorrisos, tais acordes.
Deixe os violões tristes falarem por si mesmos
fúnebres e trémulos.

Guardei meu coração em uma caixa sem vida e sem cor,
onde tudo parecia tão distante de nós.
Agora não resta mais nada além de um sol embriagado.
É hora de se lançar ao mar outra vez, sem medo da fúria das ondas.
Eu vi a luz de perto, e senti ela me queimar.
Eu estava tão alto e tão distante de tudo,
mas agora eu posso sentir o chão mais do que nunca.
Eu estarei sempre aqui, mesmo quando todos tentarem ofuscar você.
E mesmo que os invernos insistirem em te derrubar
eu estarei sempre aqui pronto pra te aquecer...

Quando os céus se tornarem tão negros quando a mente humana e os mares tão vermelhos quanto o sangue inocente, será hora de partir...

Escondo de todos meu câncer,
e me silencio solitáro.
Nisso faço a tristeza de uns e alegria de outros.
A carne permanece crua e sã, porem vazia.
Já não são os mesmos rostos estampados
nos espelhos.
Assim como jovens envelhecendo e,
os velhos fortalecendo.
Ás rugas se comprimen ao ritmo
dos corações dilatados.

Cruzamos lado à lado
frenta à frente
Sendo o que mais queria ser dito foi negado
pela simples falta de coragem.
Então resolvemos seguir nosso caminho
e o que mais queriamos ouvir um do outro foi renegado,
pelo medo de não sermos aceito pelas nossa falhas
pelo medo de sermos sincero,
pelo medo de não sermos sincero
pelo medo do amanhã
pelo medo do ontem,
pelo medo do dia que não venho.
Pelo dia esperado...
Aquele que a noite não espera pelos homens.
Aquele que se encontra acariciando a lua mãe
sem recuzar as folhas de outono !

Não é engraçado quando eles estam sempre te dizendo o que fazer.Então você percebe, que se tornou tão vazia quanto uma noite sem estrelas...

Gumes a pentear
a carne fria e magra.
Doce é o sabor da guilhotina.
O sol a se deixar levar
acabou engolido pelas trevas.
Sem renegar a lua se tornou imortal,
e as sombras eternas...

As retinas sem medo
perambulavam pela noite
a declamas suas poesias para a morte.
vitimas de seus pecados e desejos.
Enquanto uma brisa morbida
abraçava todos os que encontrava pela rua...

Cubra todas as suas mentiras com falsos sorrisos.Vomitaremos junto tudo depois...

O silencio toma o vázio da sala
O oceano se espande sem anunciar
e então trasborda pelas janela.
Os sorrisos se apagam num piscar de olhos
Os corpos se revelam entre quatro paredes
incinerando suas almas rebeldes e solitarias.
Agora tudo ficou mudo e incolor
Dificil de explicar em palavras...

O maior defeito da maioria dos seres humanos é a falta de humanidade em seus corações.

Como você pode dizer que algo é bom sem nunca ter experimentado? como pode dizer se o céu é a salvação sem nunca ter conhecido o inferno?

Há um céu e um inferno além dos muros que sua mente construio, pense nisso.

O Colecionador de silêncios

O vázio a se triturar entre os dentes
gastos e amarelados.
A procurar um canto escuro
por entre os olhos pálidos.

A repudir sua própria sombra,
enquanto navega por mares estreitos;
Sobre as línguas secas e distantes
a saborear todos os seus efeitos.

Aos devaneios de finais de noite
enterrado em seu mundo de fantasias.
Os gritos que teu corpo abafa,
ilusões de uma mente doentia.

As pirálides a consumir a carne fria
a semear as vitimas sem valor.
As lágrimas que caim e que secam
em contraste com o teu rubor.

Os sorrisos soberanos a derrocar
seu castelo de cartas marcadas.
Ávidos sem nenhum pudor
sua voz treme diante de tais palavras e se cala.

Será que ainda é muito cedo pra acordar, será?
Será que ainda é muito tarde pra mudar?

Que mundo é este,
onde os Homens tem mente de vento e corações de lata?
Que mundo é este,
onde as cabeças são cortadas em nome da paz?
Onde a sangue dos famintos embriaga os Reis?

Onde os génios são considerados loucos?
Onde os loucos são conciderado santos?
Homens ocos, como uma figueira morta.
Alienados! sodonizados!

Acordem! Acordem! Acordem!!!
Disse a fome de mudança.
No entanto o jardim estava vázio...

O amor não se deve somente queimar, mas também aquecer.

Quem tem bastante no seu interior, pouco precisa de fora.

Quando uma criatura humana desperta para um grande sonho e sobre ele lança toda a força de sua alma, todo o universo conspira a seu favor.

Nebulosas palavras sem fim.
Os olhares a fugir por entre sedes
das notaveis frases ensaiadas.
A se perderem na macies de outros lábios;
A desbravarem novos jardins.

Os atores em voz baixa
a entorpecerem timpânos alheios
com conjuras de amor;
A maquinar seus pensamentos sordidos.
É simplesmente a fome da noite
que nos chega sem avisar.

Segredos comprimidos por quatro paredes;
A cama é nossa maior testemunha,
berço dos prazeres, mar eminente.
Enbriaguez inconsequente
acompanhada de cada verso,
cada segundo, cada milésimo.

Fogo que devora a alma,
incontrolável insanidade que trás a calma;
Que rouba o chão de nossos pés,
e em troca nos dá asas
para conquistarmos o céu.
Paixão doentia
O pecado inevitável.

Os sorrisos a trocarem palavras em silêncio,
o nascer do sol agora é apenas consequencia.
Infelizes daqueles que descompreendem essas palavras.
Das linguas a tocarem o céu sem pudor;
Pois não há arte sem verdades,
não há encanto em brisas artificias.
As mentiras matam qualquer tipo de amor...

Andamos suspensos no paraíso dos loucos desvairidos...Pobres daqueles que não enxergam que a loucura é a felicidade em dose extrema! Viva nós, loucos convictos, desarmados para a vida.Sem chaves e nove horas.Viva eu viva você!