Coleção pessoal de Lulena

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Eu vi o arco íris no céu!

O meu eu se atrelou a Terra e minha forma etérea decolou numa viagem astral. Encontrei-me numa linda nave espacial. Viajores do tempo eu vi e também o lindo e incomensurável arco íris no céu. Então eu a avistei a Deusa Ísis que me disse: - Veio buscar o tesouro? Mas não vais encontrar, pois ele está incrustado nas encostas mais íngremes do teu subconsciente. Atrelagem num pouso rasante. Sonho que desperta!

Inclua-me na tua vida, que eu te incluo no meu mundo.

Deixei meus sapatos na estrada e senti o contato da terra e ai percebi que podia voar...

Tudo gera energia cósmica, inclusive a tua energia que atraiu o magnetismo de nossos pensamentos afins, e que flui na mesma sintonia agora!

Ainda bem que tens dias cinzentos, pois só assim consegues enxergar a beleza do colorido das flores e é nessa visão da aurora boreal que novos tempos estão por vir, pra ti.

Eu faço o que me dá vontade, depois eu vejo o estrago, pode até ser um tiro no escuro, mas também posso acertar o alvo.

Pessoas erradas surgem para que a gente dê valor as pessoas certas.

Faça uma limpeza mental, coloque no lixo tudo que te faz mal.

Preste atenção na resposta que pedes , elas virão através de sinais, por mais banais que possam parecer, elas chegarão até a ti. Às vezes são tão perceptíveis...

Bens materiais é fácil de adquirir, o difícil são os bens morais.

A humanidade e a ciência caminham juntos na evolução, pena que em alguns aspectos ainda tenham em comum uma mente coletiva retrógrada.

Nascemos para seguir o caminho certo, mas nos perdemos por rumos incertos.

Desate suas amarras internas, só assim serás livre.

Eu vi uma casa no campo com flores silvestres e um lago de cisnes. Vi anjos em forma de luz que brincavam com as nuvens feitas de algodão. Ouço vozes celestiais vindo em minha direção e me cobrem com um véu transparente que flutua do céu. Vejo bordado nele respingos de um vermelho rubro. Olhos meus dedos e vejo tinta como fossem gotículas de sangue que choram do meu coração. Sono. Pálpebras seladas por um esquecimento lúgubre.

A metamorfose se faz no tempo de seres alienígenas que circundam pensamentos alucinatórios de mentes primatas que ainda creem que nada mais existe a não ser o vento.

"Eu arrisco. Sou ousada. Dou minha cara à tapa. Sou menina. Sou mulher. Faço o que bem quiser. Choro, mas também dou gargalhada. Sou taxada de metida. Mas também sou querida. Mas nunca me dou por vencida. Posso ser tudo. E posso ser nada. Depende o caminho na estrada. Sou loucura e razão num destino sem noção.
O que faço aqui então? Pois é, é tudo que eu queria saber, mas nem você tem a resposta pra me dizer. Sigo em frente sem nada a perder. Tento me desprender em fragmentos de palavras num rebuliço.O que é isso? Parece uma convulsão uma rebeldia de letras desconexas dentro do meu ser mas que eu precisava escrever.

Retrato de família, a única moldura que serve é o coração.

Tem dias cinzentos em minha vida onde encontro pessoas que tem o dom de pincelar neles as flores mais lindas e coloridas que já vi e dentro de mim esses aromas só eu sinto e essa paisagem só eu vejo.

Às vezes a prudência de não tomar uma atitude hoje é que pode ocasionar consequências dolorosas no amanhã.

Nenhum de nós. Todos em um. E um só.