Coleção pessoal de lubaffa
Ter fé é acreditar naquilo que você não vê; a recompensa por essa fé é ver aquilo em que você acredita.
"A vida traz o que o seu espírito quer e precisa para desenvolver seus dons e talentos. Ela não segue os caprichos da mente desejosa.
Deixe a vida lhe surpreender. Aceite os desafios que ela lhe propõe.
Tenha a certeza que a vida traz situações para o seu fortalecimento e superação, sempre.
Seja manso à vida. Não brigue com ela. Ela sempre vence, pois o propósito dela é sempre seu crescimento.
Queira ou não, você terá que cumprir o seu destino: evoluir sempre. Não há como estacionar numa zona de conforto.
Aceite os desafios, transforme-se através deles, se permita ter outros pontos de vista, seja flexível, esteja sempre aberto a novas idéias.
A vida é generosa se dermos atenção aos sinais que ela nos dá, indicando a necessidade de mudança de atitude. Esteja sempre pronto para mudar, para que o fluxo da vida esteja a seu favor. Para quem é flexível, os caminhos se abrem, as soluções chegam.
Se abra agora para um novo ponto de vista e a vida vai lhe trazer sinais para que a mudança aconteça.
Muita luz no seu final de semana!"
Não faça do hábito um estilo de vida. Ame a novidade. Tente o novo todo dia. O novo lado, o novo método, o novo sabor, o novo jeito, o novo prazer, o novo amor. A nova vida. Tente.
Estou pesquisando as calorias da borboleta, depois que meu estômago foi invadido por centenas delas.
Achava que deveria partilhar a minha liberdade, inclusive a de falar merda – coisa para a qual tenho uma técnica, e afeto. Eu sou livre!
Ser livre é algo bastante trabalhoso. Não raro noto o ódio, a inveja, o nojo que causo, porque estou pouco me lixando para o que os outros pensam sobre mim.
Amigo é uma grande tarefa,
Um trabalho sem fim,
Um espaço útil, um tempo fértil,
Amigo é uma grande festa!
Tu, menina,
é a exceção da regra
é a filha do impossível
é o cristal que não quebra
até o avesso da tua alma é força
Contudo, contudo,
Contudo, contudo,
Também houve gládios e flâmulas de cores
Na Primavera do que sonhei de mim.
Também a esperança
Orvalhou os campos da minha visão involuntária,
Também tive quem também me sorrisse.
Hoje estou como se esse tivesse sido outro.
Quem fui não me lembra senão como uma história apensa.
Quem serei não me interessa, como o futuro do mundo.
Caí pela escada abaixo subitamente,
E até o som de cair era a gargalhada da queda.
Cada degrau era a testemunha importuna e dura
Do ridículo que fiz de mim.
Pobre do que perdeu o lugar oferecido por não ter casaco limpo com que aparecesse,
Mas pobre também do que, sendo rico e nobre,
Perdeu o lugar do amor por não ter casaco bom dentro do desejo.
Sou imparcial como a neve.
Nunca preferi o pobre ao rico,
Como, em mim, nunca preferi nada a nada.
Vi sempre o mundo independentemente de mim.
Por trás disso estavam as minhas sensações vivíssimas,
Mas isso era outro mundo.
Contudo a minha mágoa nunca me fez ver negro o que era cor de laranja.
Acima de tudo o mundo externo!
Eu que me aguente comigo e com os comigos de mim.
provérbio Yoruba que diz: Ẹni tó ńsáré tó ńwo ẹ̀hìn, ó di dandan, kó fi ẹsẹ kọ (Quem continuar a olhar pra trás enquanto está correndo, certamente vai tropeçar).
O passado é o passado. Para progredir, é preciso olhar pra frente.
