Coleção pessoal de LEandRO_ALissON
"O problema não é o que as pessoas sabem,
é o que elas 'sabem' estando equivocadas.
Esse é o problema."
Se há uma coisa que, quanto mais você perde, menos sente falta dela, é a inteligência. Uso a palavra não no sentido vulgar de habilidadezinhas mensuráveis, mas no de percepção da realidade. Quanto menos você percebe, menos percebe que não percebe.
"A inteligência, ao contrário do dinheiro ou da saúde, tem esta peculiaridade: quanto mais você a perde, menos dá pela falta dela."
Tudo o que é destrutivo e macabro no mundo começa com a opinião de algum acadêmico e termina virando lei.
Exaltar quem vive de mostrar as falhas alheias pode ser um erro, pois pode fazer você associar-se intelectualmente a alguém que, a despeito de aparentar sabedoria, não passa de um iconoclasta.
O pensamento crítico, tão exaltado, muitas vezes, é apenas o apontamento do óbvio. É que o erro, em boa parte dos casos, é algo tão evidente, detectável por qualquer mente sadia, que apontá-lo chega a ser quase uma tautologia. Não que discerni-lo seja equivocado, mas não deixa de ser, muitas vezes, também, só oportunismo.
Destruir é fácil; criticar é confortável. Colocar-se na posição de quem vive a acusar os erros alheios é como apontar um canhão de dentro de uma casamata. Há pouco risco e faz-se muito estrago.
A perfeição da alegria a impede de deixar-se prender por qualquer objeto. Este seria para ela não uma razão de ser, mas uma limitação. Ela nos une a um princípio capaz de engendrar todas as verdades particulares, à fonte de que derivam todas as nossas ações, todas as vitórias e todas as conquistas da potência.
"A contemplação da beleza, creio eu, proporciona o mais intenso, elevado e puro de todos os prazeres. Na verdade, quando se fala em beleza, não se está referindo exatamente a uma qualidade, como se supõe, e sim a um efeito - está se referindo, em suma, à intensa e pura elevação da alma, não do intelecto ou do coração - a qual mencionei e que pode ser extraída da contemplação do 'belo'."
Pois o bem reside na própria atividade e não no objeto que ela procura atingir e que só é a sua imagem. Diremos portanto do Bem que, apesar de nunca podermos coincidir com ele, é aquilo mesmo de que procede a atividade que o procura e não cessa de animá-la. Ora, é nisto que consiste, com efeito, a experiência da participação se é verdade que ela não nos faz participar de um ser já feito, mas de um ser que se faz ele próprio eternamente e que traz em si as razões que o justificam.
Deus trouxe Jesus de volta do meio dos mortos. E, se isso é verdade, então Deus validou de forma pública e sem ambiguidade as afirmações radicais de Jesus sobre si mesmo, pelas quais as autoridades judaicas o rejeitaram como um blasfemo.
Temos, nos manuscritos, provas abundantes em favor do Novo Testamento que excedem as de qualquer outro livro antigo, tanto no quesito número de manuscritos quanto no que diz respeito à proximidade desses manuscritos com os documentos originais.
