Coleção pessoal de LAPYERRE
O motivo do poeta de ausentar
Os cálculos de completar, o medo dos calculo o temor das regras.
O precipício a enfrentar, o domínio dos pensamentos os olhos do querer.
O que era se esvaindo o impossível a se destruir.
A rosa se desbotar a filosofia da vida, fazer que com tempo se completa com suas falhas.
O ardente das brasas não se queima algo dormente, mas se sinta tremulo ao real que ainda não é real ao natural do que eu pensava não ser natural da dor que acho que vai doer mas pago para ver o que não tenho para pagar, mas deixe a loucura do mundo me entregar.
Porque não concordo com parasita que veio em mim se estalar.
POR LAPYERRE ---
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Modo calculista, dos olhos se vê os pensamentos.
A frente se enxerga o muro os tentáculos muitas águas e o sentido do ar em meu rosto, se vem do norte ou do sul e se ponho a esperar sabendo que vem o hoje o amanha, mas não o participar, hoje eu sou o que não sou amanha, mas amanha os cálculos se batem com o êxito do tempo e posso ser o que sou hoje.
Decifre as duas faces e vê qual que te de a mão, parece ate paranóia, mas sim veja alem do tempo o amanha.
Viaje nos pensamento e veja acontecer o impossível de não acontecer ,eu já fui um cangaceiro do meu pensamento forte já olhei e vi a morte escapei e tive sorte,me desviei do modo calculista dos olhos e do alto vi a miséria rodear e com a força do vento em meus ouvido veio a soprar ,decifre as aparência da ilusão,agora as face frente a frente ao mar das ilusões,dos olhos se vê os pensamentos .
Por Lapyerre – ———————————————————————————————–
O solitário que anda
E pensa e busca o que não se tem
É letra que se junta como um magnetismo
Que nem seus punhos podem controlar
E do gênero fiel, que coloca no dedo um anel.
Aquilo o tormenta, cada dia é dia.
Que noite o açoita
De olhos a solidão
Esta em si
Esta em mim
Esta no fim…
O brigado por me fazer parte dos quatro
Simplesmente mantenhamos de pé
Redação então criada com exaltação
A evolução entre pouco tempo, ao invés de vários, sem nenhuma cara, e pouca campanha,
Com bate e bate com sino na porta, e as frestas que vejo e monto as teorias da oposição, da imperfeição cultural.
Se for amanha que seja um novo dia sem mim
Que um dia criado permanece ate o fim.
Livro guardado, tema abafado com sigilo secreto do medo se ausentar.
Divina comedia humana, fundado com o propósito da literatura, e que cavas a sepultura do amanha,com os vícios que tenha a senha que eu não vou te dar.
Vem-se de baixo não me atinge e que finge da perturbação psicológica criada e afastada porque no espaço das ruas que cabe mais um.
E com sino que toca entre varias fofocas com o dom do saber,quem vale com tudo ou cego ou mudo,mudo de lado viajo daqui, me preparo ali, para vir eu tão forte com meus todos secretos que se desvendam, quem entenda, que eu possa partir, da minha longa jornada não é conto de fada que eu assumi. Preparo-me agora da espécie escola para algo aprender.
Obstino a vida e sei que tudo e nada sei, mas em tudo errei dos versos que disse sei que foi burrice eu não explicar para todos que todos que haja no hoje para hoje já era,que a era que passa a inteligência fraca pelo um modo normal e que se o que tal eu não falo nem nada fugindo abertamente deste conto de fada.
Por Lapyerre ——————————
Da cor do meu Brasil
Meu Brasil, o meu Brasil, terra amada que admiro, terra florida,
rosa margarida.
Dos campos, belas lindas fronteiras aos redores grande nação com o nome
e o ser brasileiro.
Grande poeta se expira ali e respira um ar tão puro, a floresta
tão verde é,
É o loro da cor da mata, ultrapassa o saber da ciência o que faça,
nem se sabe.
Que rumo vai que pisa no nosso povo que um resto si tornou,
todos correm atrás da vida alguns com ódio outros por amor.
O natural o brasileiro dias melhores é o que espera na
realidade tudo.
Já era, como se canta grandes poetas que se expira no que se vivem ,
grandes horrores é o que nosso povo vive, a independência esvaindo
se foi, ao contrario do que se pregou algum tempo pela a grande
nação, vejo em seus olhos a nossa ilusão, que se flutuam nossas
vidas pelo vento brasileiro, o futuro pesadelo.
Por Lapyerre em 22 de janeiro de 2005 ————————Juruena- MT em homenagem a flora do rio Juruena- MT
Era uma vez.
Um momento talvez.
Para os fracos de espírito.
Que pensam, mas não pensam.
Que vê, mas não vê.
Que ganham, mas não ganham.
Que olha e molha, o percebes que o segue.
E se vê entre os sábios, a piedade é a arma entre os fortes de pensamento e o silencio tormenta o inimigo e o esquerdo se retira e se surta nos fatos, e no silencio escuro da dor, uma a paixão tormenta a sua cabeça.
E se surge uma frase: os fracos se envolvem com paixões e os sábios buscam o amor.
Com os cálculos e abrangência e se diz uma voz que não se ouve, o poeta ainda esta vivo.
Por Lapyerre ——————————–promover já a cultura —————————
As forças a vontade a lenda.
São tantas que voa nos céus de poderes.
Na terra de seres pisoteados pelo céu que rege.
Pelas presas dos maiores, são forçados a se calar.
Dos maiores criadores da lei cega.
Vamos celebrar a nossa inteligência, e a nossa estupidez.
Pois estamos precisando de outro céu para nos olhar e não se confunda com a lei cega desta humanidade.
por Lapyerre —————————————————————————-
Espaço de ilusões, no branco dos pensamentos.
No solo desta amarga terra florida.
Passageiras horas do dia nessa vida
Com os pés sem lá onde, mas com os pés em terra firme.
Aqui ou ali, às vezes parto as vozes ouço.
Alucinações ao visionário da própria morte
Monto as imagens, identifico a historia
Volto a pensar e nada a pensar no que eu vi
Ponho-me a fronteiras de cá ou de lá
Decido-me a ir, onde posso ir?
Sei lá onde, onde se esconde minhas ilusões.
Nos muros tão alto, um bárbaro me tornei e lutei em grandes guerras que mesmo inventei
Onde eu era o mesmo rei.
Por Lapyerre ———–Promoverja-a- Cultura
http://promoverja.com.br/home/sei-la-onde-onde-se-esconde-minhas-ilusoes-por-lapyerre/
Grandes pequenos, pequenos tão altos.
Alto embaixo dos pés.
Gangorra que não balança.
Debaixo de um pé de manga
Olhos tão cego, cego para não vê.
Ver o impossível acontecer.
São vendas que ali, tão longe agora.
Menina bonita tão feia historia
Cruel o destino tá fácil dizer.
Tão difícil escrever nas linhas tão torta, que torta.
Que fome está. Que delicia agora enjoado vou.
Ao ver os mistérios, mistério ator.
