Coleção pessoal de LAPYERRE

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Não sou quem sou,sou quem você pensa,
ser quem eu sou, ponderas querer e ser.

Se meus pensamentos Extinguir refaço e começo tudo de novo!
A força é da juventude a esperança é da alma madura!

Eu acho que a certeza não existe para quem acha que acha
sarcástico, mas é desnecessário o necessário achar,porque através do achar vem a procura da verdadeira verdade!


Por Lapyerre

Maravilhosa é a alma feminina que conquista o imposivel.
Com olhar que fala com os lábios que saboreá
com os passos que alcança.
Com o falar que lança sua fidelidade feminina.
merece a confiança da humanidade para o progresso mundial.

Que sejamos real a morte faz parte do futuro!!
e o nosso passado nos culpa do que vivemos o agora!
que sejamos consciente de que tudo é meramente um piscar de olhos!
Por isso vivo com o presente o passado é o aprendizado e o futuro é a consequência do agora!

É segredo querer,inútil a escrever,eu busco da mente o que senti agora o que tanto escrevi,talvez nada vivi o poetá que anda e anda por ai.

E a vontade é tanta o desejo espanta,as escritas progredir,que parou o tempo ,que o tempo levou e o poeta escreve o que o tempo marcou!!
Por Lapyerre---

Se não respira o que tem, a previsão e o acaso, tão cedo orvalho, molhando meus pés, andando apressado, meus olhos firmei, o que nada enxerguei, mas de perto eu olhei e distante falei.

Não há do meu caso, tampouco vou me ver, postado calado, sentado ali, pedindo esmola, para quem eu possa sorrir.
A minha arte é essa, não abandono por nada, mistério, mistério virou minha jornada.

Pelo menos me enxergo e me detesta o que sou e luto cada dia,tudo isto por tal amor e escrevo o que me resta,do poeta as poesias,das palavras as melodias,dos redemoinhos a ventania,da vida do dia a dia, da tristeza e da alegria e das rimas e dos tais versos e observo o criador e olho a criação,vejo o instinto da vida que tomamos por decisão.

Pelo menos frutos não apanho do floral,floridos,folhas e tais flores,nenhum fruto,motivo não sei e sei que é bruto explicar a razão que a vida tem esse paladar.
-----Por Lapyerre

Agora que vai,predigo o vento,seus olhos tão raros o brilhos constante,menina o menina ,seus sonhos são sonhos,teus carinhos agora vem,sinta o cheiro no ar a fragrância do perfume,viva o agora para amar.

Nos olhos em pensamentos,na frases de cada dia se esvai e fica o sombrio do entardecer,só se resta o que presta a dizer,as vezes vai o que si tem,olhos vai muito alem.

É preciso de muita fé,no físico, na alma,no pensamento,no deserto o relento,começa o que começa,haja presa para tentar,são meses tão longo e não passa o que não para de chegar,sinta o cheiro pelo ar,ao entardecer do amanhecer da brisa do nosso mar.

Eu desejo um pouco da sopa com talheres furadas e rasas,tenho pena as penas que cai das asas do passarinhos, que vou perdido a procura de seu ninho,tenho olhos ao trilho das formigas que transitam com o fardo sete vezes mais do seu tamanho.

Tenho olhos ao fraco de espírito,que das rezas tão bravas calcula o mal no quintal do seu lado.

No resumo do estrumo que no resto eu não presto pra dizer,só viver e ver a ato nojento do cultivo menos ativo que plantou,caminho diferente dos doentes para ver,jogo fora o que a vida tem para oferecer.

Roda que roda,quadrado do que era,menina bonita tão bela a fera,roda que gira redonda ficou,gira que gira o tempo passou,roda que passa, que passa agora,roda que tanto,com o tempo gastou.

Roda que resta a vida que presta a fera na floresta com o tempo expirou,menina bonita,que a roda que roda o tempo passou,menina bonita agora se diga ao contrario a roda gastou,aquele rosto bonito simplesmente também expirou.
Por Lapyerre

Ufa! respiro tão fundo,que tanto o tanto que espanto para Pensar,se nasce nas mãos que os olhos enxerga, que no pensamento o brota e jogo bem longe, para longe pensar e vejo que nada se pode fazer,se o ser reage para o bem o mostrar.

Tenho medo que se venha a ira da vida, que tem a cura tragar,renuncio o cargo, chegou tão triste a vida que a ira transformou,sentado na beira do caminho que o tempo passou.

Menina cheguei,com os olhos tão fundo,doente fiquei,fiquei tão distante dos olhos brilhantes que um dia alcancei.

Não acho sincero mas mesmo espero o que tanto sonhei,mas mesmo assim de tão longe os olhos de tão perto olhei.

Não sou quem eu era,abrandei-me a fera que eu me criei,lhe dou uma rosa que do jardim que eu plantei,cultivei tanto tempo com água dos meus olhos eu mesmo regrei.

sei de tudo que eu sou,sei do erro,falso amor,o do tempo de discórdia
o do tempo quer que for e das rezas que tão bravas,do túmulo que tu cavas
das larvas que por ai se anda,não é dança de ciranda que tu pode dançar
são é serio papo é sei de tudo mesmo eu sei,sei do certo,não tão certo a própria lei!
secular ES meu raciocínio,embriagado pobre menino,dos redores meu destino.
que enxergo tão escuro é que se passa a mão o vê .
espinho a ti furar e você não pode saber,como arrisca tanto assim e arrisca ate o fim.
que não sabe que tu mesmo.
o que busca é só um termo de sucesso e de paz.
mas nem sabe o que vem,sei de tudo muito alem.se vem você ou alguém.
o que sabe o que quer ? se é alguma coisa ou dinheiro,tome um vintém.
sei de tudo mesmo eu sei,sei quem vai ser,já ti falei? ou quem sabe não é ninguém.

O CIRCULO DA CONQUISTA

Brasas ardentes, olhos carentes
Viva por viver, tema do amanhecer
Horas que vem não se sabe de nada, minha amada.
Lugares tão lindo, labirinto agora não minto
São paixões do momento que sinto
Queria tanto que queiras talvez nas beiras,
No mar na brisa caminhar com você e ver a maravilha do criador pelo amor e não ser ator.
Ser verdadeiro não um amor passageiro
E te cantar minha poesias assim
Quero-te tão perto
Seu olhar tão em meu olhar
Encostado em meu ombro
Carente seu jeito de me olhar
Vem, ó vem assim agora perto
O amor é certo entre nos a nos amar
Seus olhos de longe tão longe tão perto
Nem quero que queira eu sendo homem
Vejo meu jeito inseguro
Amor tão não maduro não vejo pensar
Mas do jeito paciente vejo você esperar
E por onde passei e pouco demorei dos passos falsos
Que eu pisei e nem pensei do futuro de mim mesmo
Que iria te encontrar e a vontade de amar iria passar.

Agora esta eu aqui sendo amado e tão pouco preocupado com a situação.
Os exemplos é meu você pode ver o que se passa agora maldita historia cruel é a escola que destrói e constrói o nada ver o que vê.

Ao inverso das frases

Meu caro amigo é tão caro possuir.
Nessa vida passageira trabalhar a vida inteira
Às vezes aqui ou ali e volto aonde comecei
Pedra tão dura se acaba e perfura o que não fura
Onde pisei serei eu mesmo o rei
De dia o mundo é tão claro e às vezes tão escuro
E a memória que treina o poeta a levar
Para onde que se forma outra forma
Forma de nada perdido iludido às vezes nos conto de fada
Mesmo que sou tem hora que não sou o leve
Nesse momento agora escrevendo vivendo morrendo talvez
Tentando completar um livro poético e patético me tornei
Querendo eu mesmo ser o que não sei.

Simplicidade o que o mundo não ocupa é o que desocupa ao relento do pó nojento.
Uns transita outros de longe enxergar. Uns luta e os outros se entrega.
E uns assiste em uma tela que se diz,tecnologia,que o futuro nos espera.
Espera-nos desespero, choro,sangue ,pequeno viajando no mar de ilusão.
Conflito, em terra firme,de ilusionario,me enxergo um quase perdedor,mas com as armar em punhos Desarrancho o mal predador que se esconde seu troféu e com rosto de réu,foi julgado pela escola do destino e o juiz o condenou pelos atos que cometeu agora eu por ver não sou mais eu.
Eu me sento e conto me agora,maldita,tal gentil escola que não educa mas educa que mata não mata que influencia o tal que não é tal,e nasce e cresce com o domínio e poder não se faça e não ultrapassa na lei dos fieis .
E nos contos e flores ai vem a dores que e dói e destrói que o prende e não se forma que exige o recruta a beijar o pés do trono e logo o abandono e trás e transforma na forma,que é do gênero Brutal no mundo que tal se eu pudesse seguir os caminhos da lei seria eu o tão jovem o rei .
E dos mistério que conto tem logo por vir,sagrado e amado que constrói as barreiras de paredes de aço.E dos males que vem,desvio porém pois eu sei, tão logo muito alem.
E da lei quem disse que faço? não faça a valer que poderá a romper o que encaminha neste embaixo das grades da ilusão.

OS sábios que são sábios e não busca a perfeição,caminha para o caminho da perdição!!!
POR: LAPYERRE MS

A marca da praga

Meus caros leitores são graves é claro não escuro, um absurdo

Não herança, foi a planta, foi o passado passando que passou e trouxe o horror

Admiro-me no antes não existia a fera, mas a fera estava solta não a criada

Agora que veja, mas talvez já esta em mim que destrói, infame desejo das coisas supérfluos

E digo agora maldita indústrias desgraça o futuro de cima do muro de que lado tomei um copo de sabedoria que meus olhos de longe eu avistei.

E agora são ondas que andam, magnéticas o ares os povos evoluídos e paga o preço a herança que vem daquela criança no berço.

Siga a voz que diga o bem logo coma e lambuze do resto das pragas que se originou do passado de um plano arriscado que eu mesmo plantei.

Sete dias lutei contra os tais males que eu mesmo eu sou,desta mesma memória me resta alguma glória para que eu possa radiar que se transmita é o vento que em minhas narinas que sai o cheiro do que não sinto ,mas sinto no fundo que é fim do começo do começo das dores o destino horrores que meu corpo vai sentir .

Mas a vida é só uma o tempo é continuo a brisa é passageira os versos que vem minha memória viaja nos sonhos alem.

Escrevo isto tudo diga comente eu sou um pensador ou um … nas linha tão poucas eu digo e pare e pense se desvie dos males supérfluos ousados que te traz o ultimo suspiro que aproveite esse ultimo suspiro para olhar ,que um deus criou tudo natural do natural ,são frutos são folhas que cura a cura e cicatriza o tudo que o perversos homens criou,maldito câncer.

Por Lapyerre

Pois era de uma época de escravo que tão bravo me criei perante eles,

Com pensamentos que criei volto ao tempo nos meios deles.

Pois no meio de carruagem de cavalo no embalo de tambor ,como dança de capoeira ,disfarçado cão pastor e morria a fugir é o destino tem que ir a buscar a definir a direção a seguir .

Capitão assim do mato, profissão tão severa, como criança há quem dera se morresse pelas as mãos dos escravos que tu lidera.

Coração desumano, fazendeiros errados planos com engano a si domar ,pelas cores da nação

Pelas cores azuis do mar o que devo apitar?

Se por lá nem estive e pouco vim passar ?

O que devo falar?

As crateras de barracos, no espanco de imagem, tanto sangue assim caiu, tantas sacas de café suas costas ó feriu, hoje libertado assim ficou ,veja hoje o que restou,a linguagem de um povo que estorvo se tornou ,pois escravo da miséria ate hoje assim eu sou.

A formosura de uma escrita estar no criar, viva criação o poeta inspira no que se vive no que sonha no que suponha em suas teorias, liderando o belo ser o criador o criou o poeta um ser sonhador .

Por Lapyerre – valorizando os detalhes ,valorizando um ponto em nosso

Cérebro .