Coleção pessoal de joseni_caminha

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⁠A ética, embora regulada pela consciência individual
da necessidade de um agir em prol do bem comum,
para que tenhamos uma vida social harmoniosa,
o ser ético no dia a dia de cada membro da sociedade
tem como juiz a sanção do infrator,
funcionando com um processo educativo
pautado no exemplo a não ser seguido.
Dessa forma o oportunismo aético
é o verdadeiro superego dessa consciência ética.

⁠A verdade é algo que todos buscam e cada um tem a sua.

⁠Querer entender o que não se pode compreender, é viver com o tormento de
nunca saber o que deseja.

Diante da certeza do inevitável,
talvez, seja melhor a falta de curiosidade
do ignorante, do que a busca incessante
do curioso que não se conforma
com o conformismo do natural.

⁠A curiosidade é a alma do conhecimento, mas a angústia sobre o desconhecido.

⁠Acreditar que tudo
que lhe ocorre é fruto do destino,
é negar a sua capacidade de decidir
e não assumir
a responsabilidade de suas ações.

⁠A submissão ofusca
a capacidade da visão racional,
provoca a cegueira
da consciência moral
e anula qualquer possibilidade de reação,
criando a ideia de que tudo
que lhe é imposto
é fruto do natural.

Não podemos imaginar
um educador ⁠desmotivado,
mediando o aprendizado
de quem precisa ser motivado.

Qual o sentido do viver,
pela simples necessidade do sobreviver⁠?
Se temos a consciência de que a vida
sem prazer, não tem sentido
de ser vivida.

⁠A paz interior é um tesouro
que somente você
é capaz de conhecê-lo, portanto,
ninguém melhor do que você
para saber que ele está ausente.

⁠A ansiedade é uma ferida que maltrata
antes que a dor se apresente.

⁠A felicidade é tão tênue,
como é a certeza de que a possuímos.
A sensação de êxtase que dela emana,
dissipa da mesma forma que surgi,
às vezes em consequência
do que vem agregado ao que a proporcionou.

⁠Quando penso em educar,
imagino possibilidades
que o educador pode criar
para mediar a construção do saber,
por parte do educando,
onde ele assume o conteúdo
do que ele quer aprender,
pois o querer é o segredo
para o sucesso de qualquer metodologia,
porque sem ele,
não há como vislumbrar
êxito numa intervenção pedagógica.

⁠No desejo insaciável do homem
em querer poder e acumular riqueza
nega a sua própria existência racional,
pois elimina a possibilidade do viver
daqueles que ele acredita existir
somente para lhe servir.

⁠O homem vive em pleno século XXI
com a mesma incerteza de vida, no amanhã,
como viviam nossos ancestrais primatas,
a diferença está apenas no predador,
pois o atual é o próprio homem.

⁠Como podemos dizer que somos felizes?
Se a felicidade é relativa,
cuja existência
exige um viver
que não depende só de você,
mas de um conjunto de situações
que faz de você
um ser que tem prazer do viver,
pois encontra no seu dia a dia
motivos para crê,
que essa vida que você almeja
é bem diferente da que você ver.

⁠A vida sem liberdade
a qual estamos vivenciando,
representa a forma infeliz do mundo
negando a realidade,
que te priva o direito de ir e vir,
que te cessa o direito de escolher,
que te nega a paz do viver.

⁠A liberdade que o homem contemporâneo
acredita possuir,
é apenas mais uma ilusão
que o mundo atual constrói
ao longo de sua vida,
para que ele possa ser manipulado,
ao ponto de não perceber
que não detém as diretrizes de sua própria vida.

⁠Não necessariamente que um pedagogo
seja um alfabetizador,
como não é certo que
um alfabetizar seja pedagogo.

⁠Quanto educador,
quando digo que vou avaliar um aluno,
tenho que ter em mente,
que o resultado obtido
não será o retrato da capacidade ou incapacidade do aluno,
mas da eficiência ou não eficiência
da minha práxis aplicada.